Descrição e características

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Mensagem por Admin em Dom Jan 26, 2014 5:44 pm



A cidade do lago é situada à um ou dois dias da Cidadela dos Justiceiros sagrados, sendo assim chamada, pois se localiza próxima à floresta que abriga o lago e à famigerada taverna, sendo necessários somente alguns minutos para que o povo da cidade ali chegue. O lugar também é bastante visitado por seres de outras raças, por culpa da famigerada taverna do lago, que serve como ponto de encontro para as criaturas mais estranhas e pessoas mais indiscritíveis. O povo da cidade é bastante simples: Vivem da agricultura e da pecuária, não tendo muitas relações comerciais com outros lugares além de alguns mercadores que aderem à Cidadela para conseguir seu sustento. O povo vivia em constante clima de medo, pois sofreram muitos ataques e por isso o medo era constante entre alguns que tiveram membros de sua família, mortos em ataques de Sociedades, Irmandades, monstros e afins... mas isso mudou quando um novo líder surgiu, não um ditador, mas um incentivador. As casas são simples, e aos poucos, a vila ruma para uma constante expansão, que lhe dá um aspecto de pequena cidade, mas em breve, será um local bem desenvolvido, com a ajuda de seu atual e mais bem-sucedido líder, Ryuji.

Aqui, alguns pontos de interesse da cidade:

Templo de Marah: É grande em comprimento, sendo a construção mais extensa do lugar. Aqui, os camponeses fazem suas oferendas à deusa da paz, orando para que tenham paz e festividades, além de boas colheitas e produtividade. Uma estátua de Marah, uma camponesa de roupas simples, se faz presente no centro do salão principal. Alguns acolchoados são bem distribuídos sobre as várias cadeiras do salão. Existe em torno de 20 clérigas de Marah no templo, todas bem jovens, em torno de 15 à 18 anos, sendo a líder das mesmas, a clériga Sasha [NPC, caso alguém queira interpretá-la, falar com Ryuji.] que tem 24 anos.

Casa de repouso: É uma casa simples de dois andares, sendo, no andar térreo, uma casa comum, com quarto, cozinha e outros aposentos, e é abrigo da dona do lugar, uma senhora de sessenta e poucos anos chamada Durvalina [NPC]. Ela e mais algumas mulheres que trabalham consigo, cuidam dos feridos que ficam no andar de cima. Viajantes cansados, moradores feridos entre outras causas. Como não possuem aptidões mágicas, seus tratamentos são à base de ervas.

Templo de Jergal: O templo dedicado a Jergal não era uma estrutura imponente, como templos costumavam a ser. Localizado entre as várias lápides, tumbas e mausoléus, era uma estrutura de pedra escura. O edifício era pequeno, composto de duas partes. A parte da frente, que era reservada a população em geral, cultos e rezas, era uma estrutura com cerca de 4 metros e meio de largura e 6 metros de profundidade. Na parte interna desta instalação, estavam distribuídas diversos bancos pequenos de forma harmônica. 6 grandes vitrais nas laterais tinham imagens que representavam os estágios da existência. O primeiro, citava a criação onde os deuses principais surgiram e começaram o processo da criação. O segundo, representava a criação de toda a vida, de onde com a criação da vida e da ordem, criou-se o oposto equivalente. O terceiro, contava a passagem da vida e as coisas que se fazia durante a vida. O quarto, contava o momento da morte, onde uma balança simbolizava o peso das ações e decisões durante a vida. O penúltimo, representava a morte em duas facetas : a luz e a escuridão, onde ambos representavam o peso final das ações em vida; a paz eterna ou a condenação. O último, era um vitral em branco, representando o fim inevitável, onde não existe mais vida, morte, somente um grande paradoxo. Eram grandes, e traziam iluminação externa para dentro do local que contava somente com candelabros simples para iluminar o local. No extremo oposto da entrada, um altar simples de pedra. Atrás do altar, um pequeno armário de madeira simplório com portas de vidro transparente, guardando alguns pergaminhos, panos, velas, e coisas que podem ocasionalmente serem usadas durante uma reza, ou ritual. As portas laterais, sempre fechadas, levavam a uma pequena sala, onde uma escadaria de pedra larga e rústica levava para o subterrâneo. O templo é administrado por uma mulher chamada Íris, uma clériga de Jergal.
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