Encontro marcado com a Morte (Encerrado)

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Encontro marcado com a Morte (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg Abr 27, 2015 12:13 pm

[Resumo: O jovem repórter Francis, recém contratado do Diário do Lago, consegue arranjar uma entrevista com Linda Morte, que nos últimos meses tem atraído cada vez mais seguidores.]


--Introdução--
Francis
*O jovem Francis, recém contratado do periódico de maior circulação no continente, o Diário do Lago, tinha em mãos sua primeira história. Relatos diziam que, nos últimos meses, eventos estranhos têm ocorrido na região do Monastério de Thyatis. Criaturas de tamanhos e formatos diferentes, descritos como mortos-vivos devido a seus corpos em decomposição, foram avistadas em muitas vilas ao redor do monastério. As criaturas atacavam apenas quem as tentava atacar e furtavam diferentes objetos a cada invasão. Francis ouviu o depoimento do capitão Jameson, responsável pela guarda da região:*
- Serei sincero com você, Francis... Se alguém me perguntasse, diria que estas criaturas estão tentando mobiliar uma casa. Veja só. Na semana passada foi roubada uma cama de luxo, um sofá de dois assentos e um castiçal de haste longa. Estes furtos não fazem sentido... As criaturas invadem as vilas sempre à noite, não atacam ninguém e nem deixam rastros. Roubam comida e objetos caseiros, sequer pegam o ouro. Muito estranho.
*Francis foi enviado para a região do Monastério, que englobava uma série de pequenas vilas separadas por alguns quilômetros umas das outras. Sua estadia, alimentação e transporte eram totalmente pagos pelo Diário. Havia uma fonte confiável na vila onde Francis estava. Era um rapaz jovem como ele que, claramente, vivia nas ruas e sabia de tudo o que acontecia ali:*
- Ah, então você é o correspondente novo do qual me falaram, hã? Francis, certo? Meu nome é Erik e tenho uma informação interessante para você. Nos últimos meses, um grupo estranho surgiu nessa vila. Eles se chamam de "Seguidores da Morte". Alguns deles são amigos meus. Quer dizer, eram... Eu não sei o que diabos está os atraindo, mas deve ser bem convincente, pois parecem hipnotizados. Apesar do nome, eles nunca atacaram ninguém aqui... Ainda. Fiquei sabendo que um deles está disposto a falar, a explicar o motivo do movimento, provavelmente achando que isso atrairá mais gente para o grupo deles. Quer que eu marque um encontro com o homem?
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Linda Morte
*Após meses convivendo com seus novos mortos-vivos, Linda Morte já os conhecia bem. O monastério estava cada vez mais fortificado, repleto de armadilhas, detecções e barreiras mágicas. Além disso, mais seguidores vinham de todas as partes da região, recrutados pelos mortos-vivos nas vilas onde eles passavam. Eram chamados de Seguidores da Morte, formados por homens e mulheres de diferentes raças que seguiam Linda cegamente. O movimento crescia cada vez mais ao ponto de não haver mais espaço para acomodá-los. A solução foi montar acampamentos ao redor do monastério.*
*Septa sugeriu que montassem uma hierarquia, de forma que os seguidores poderiam adentrar as dependências do monastério apenas mediante autorização de Linda. Se ela não desejasse dar ordens diretamente ou mesmo revelar seu rosto para todos, os mortos-vivos transmitiriam as ordens. De qualquer forma, um seguidor que decidisse se juntar ao movimento nunca poderia voltar para sua vila, sob pena de morte. Um certo dia, Septa comentou com Linda, enquanto observavam o extenso acampamento através da janela de uma torre do monastério:*
- Veja, mestra. O movimento está crescendo e logo terá seu próprio exército. Ninguém poderá detê-la. Eles querem segui-la e darão suas vidas por você.



Linda Morte
*Linda Morte jamais esperou receber tantos seguidores, especialmente por ela mesma não ter qualquer "filosofia", "ideologia", nada do tipo. Ela mesma não fazia questão de ter tantos: pretendia ao menos por enquanto viver na tranquilidade de uma enorme casa, sob o próprio comando. Agradava-lhe a companhia silenciosa e leal dos mortos-vivos e a cumplicidade que possuía especialmente com Septa.*

*O conselho da hierarquia foi aceito e de fato optou por mostrar o rosto apenas aos mortos vivos e pessoas escolhidas "a dedo". Repassava as ordens aos mortos-vivos e observava do topo de seu quarto o desenrolar dos fatos.*

- Percebo como cresce o número de seguidores a cada dia. Mas confesso que não era mesmo minha intenção ter tantas pessoas me seguindo. Esperava um pouco de sossego apenas.

Francis
* Francis ficou meio encucado com toda a história passada por ele pelos seus superiores e ele se perguntava porque ele não pegou algo mais tranquilo para descobrir do que história de mortos-vivos. Mas bem ele não tinha muita escolha por era aquele o trabalho o seu ganha pão e não poderia reclamar também pois o Diário cobria suas despesas e sem isso ele nunca poderia comer e beber bem, e nem conseguir bons quartos. Bem essa notícia seriam ossos do ofício sabia de outros que passavam por histórias bem mais sombrias e perigosas, talvez fosse só o fato de ir na cidade pegar uns relatos e repassar tudo depois. Assim que chegou na cidade, o jovem já teria alguns contatos com quem deveria falar o primeiro deles era o capitão Jameson, isso seria muito bom pois era uma fugura de autoridade e que estaria lidando direto com aquele assunto mas a história ouvida foi para lá de estranha. Penseou que ouviria sobre ataques e pilhagens, mesmo que inicialmente tivesse ouvido que os mortos-vivos não atacavam se fosse deixados em paz, mas dapi a ouvir sobre mortos-vivos saqueando mobílias? E comida? Será que aquelas criaturas tinham adiquirido o peculiar gosto pela comida dos humanos? Talvez estivessem diante de um grupo requintado de mortos-vivos que mereciam algum tipo de atenção. Claro que Francis não revelou nada de seus pensamentos ao capitão, mas mostrou-se intrigado diante da situação dos roubos. Ele tomou suas próprias notas e então seguiu para o segundo destino uma vila mais próxima ao monastério de Thyatis. Lá saberia algumas informações a mais. A guarda não o revelaria tudo, era preciso alguém que vivesse nas ruas, entre as pessoas normais, para ter mais notícias sobre o caso da "equipe de mudança mortos-vivos". Após ter se hospedado ele seguiu pelas ruas onde encontrou-se com o jovem que lhe repassarias informações*

- Exatamente! Prazer em conhecê-lo, Erik!

*Ele cumprimentava o jovem cordialmente, mantendo-se atento aos relatos que se seguiam.*

- Seguidores da morte? Nome bastante conveniente, mas você quer dizer então que vivos e mortos-vivos estão se juntando por algum motivo?

*Isso certamente cheirava a encrenca, o que poderia fazer algo assim acontecer, fazer pessoas ficarem hipnotizadas, se não fosse a criação de algum tipo de seita? E ainda estavam dispostos a recebê-lo para conversar sobre as causas do "movimento" e arrendar mais seguidores... Aquilo certamente era furada, a prudência certamente o diria para evitar o caso, mas o que fazer se estava ali justamente para recolher histórias? Estendendo a mão para um cumprimento, deixando na mão de Erick, 2 peças de ouro*

- Seria realmente interessante, meu amigo. Eu realmente adoraria poder conhecer um destes.

Narrador
Francis

*Erik respondeu ao comentário anterior de Francis com bom humor.*

- Tem razão, isso é bizarro! Vivos trabalhando com mortos! Onde esse mundo vai parar?? Até pouco tempo atrás, o mais próximo em que esses dois grupos chegavam era no cemitério, um a sete palmos do outro! - E depois abriu um largo sorriso, pegando as duas peças de ouro. - É por isso que eu adoro vocês do Diário do Lago! Siga-me, Francis!

*Erik guiou Francis pelas ruas estreitas e vazias da vila até chegarem em um beco sem saída. Erik, entretanto, não parou de andar e quando parecia que ele bateria a cabeça na parede, o rapaz a atravessou. O muro era uma ilusão, provavelmente criada por alguém com experiência nesse tipo de truque. Além do falso muro havia um pequeno acampamento. Erik foi recebido por um homem e começou a conversar com ele, mostrando que já o conhecia. Erik disse a ele:*

- Não estou aqui hoje para me juntar a vocês, meu camarada, embora eu saiba que essa é a sua vontade. Venho hoje com meu amigo Francis, ele trabalha no Diário do Lago e quer conversar com o líder do seu bando! Francis é de confiança, fique tranquilo. - Ao que o homem respondeu:

- Apenas ele poderá vir. Você deve ficar aqui, Erik. - Erik respondeu para Francis:

- Está tudo bem. Pode ir, meu amigo. Eles não farão nada com você. Em todo caso, eu ficarei aqui, caso você precisar...

*Situação extremamente desfavorável para Francis: Encontrar-se sozinho com o líder de uma seita cujo tema é a morte, no meio de seu refúgio. Por outro lado, a cobertura daquela história faria a carreira de Francis saltar vertiginosamente dentro do jornal. Supondo que ele aceitasse, o homem da seita o levaria até uma cabana no centro do acampamento. Ao redor se via apenas homens e mulheres com robes pretos bordados com símbolos estranhos. Eles não faziam nada ali além de permanecer ao redor de fogueiras e pareciam aguardar alguma ordem superior. Os pertences daquelas pessoas estavam empacotados para a viagem. Aquele assentamento se moveria em breve?*

*O homem anunciou a presença de Francis e abriu a cortina da entrada da cabana, cujo interior era completamente escuro. Depois de alguns segundos de breu, Francis ouviu alguém estalar os dedos e muitas velas foram acesas juntas e repentinamente. Ao fundo da cabana estava uma criatura feita puramente de ossos. Era baixinha e corcunda e Francis podia jurar que se tratava do esqueleto de um anão que andava e falava. A voz da criatura era estranha e levemente aguda.*

- Seja bem vindo, meu caro! Gostou dos meus truques?? É o que eu faço! Eu particularmente gosto da escuridão, mas então lembrei-me de que você precisará de luz para enxergar o que estiver escrevendo, certo??

Narrador
Linda Morte

*Septa chegou a dar uma pequena risada depois do que Linda falou, respondendo:*

- Ora, mestra, este não é o momento para ser humilde. Você não é alguém que almeja apenas “um pouco de sossego”. Grandes pessoas estão destinadas a grandes coisas. Este mundo precisa de um novo líder, alguém poderoso, carismático, mas realista. Alguém que saiba como o mundo funciona, que não faz falsas promessas de paz ou finais felizes. Alguém que abraça a morte e não mais a teme. Pelo contrário, alguém que está sempre cercada por ela, que a usa em seu favor. – Septa flutuou para o outro lado de Linda e continuou: - Acha que alguém como Jason e aquela criatura ao lado dele conseguirão alguma coisa? Eles tentam dominar pelo medo que, a princípio, funciona, mas a longo prazo, tudo o que eles construíram irá ruir. Atraia as pessoas por seus desejos sombrios mais profundos, por seus corações negros, e os terá para sempre. Foi isso que atraiu todas estas centenas de pessoas que vê agora. - Septa flutuou mais à frente de Linda e complementou:

- Mestra, este não seria o momento de espalhar a mensagem para atrair seguidores de todo o continente? Eles não precisam vir até o monastério, cuja localização deve manter-se em segredo. Podemos enviar representantes a fim de estabelecer células atuantes nos quatro cantos do continente. Uma ideia, um conceito que tomará os corações de todos aqueles que almejam por um novo líder. Mas para isso, precisamos que a mensagem se espalhe e eu tenho uma sugestão de como fazer isso. No último ano, um periódico escrito chamado Diário do Lago tem sido distribuído nos mais diferentes reinos e ganhou enorme circulação. Eu acho que devemos usar isso a nosso favor. Eles não perderiam a chance de escrever sobre uma história dessas e nossa mensagem se espalharia sem nenhum esforço. Tudo o que temos que fazer é atrair um dos escritores. Tomaremos precauções para que ele não veja o seu rosto e não veja o caminho para o monastério. O que acha, mestra?

Linda Morte
*Linda Morte ouvia tudo com atenção e ponderava sobre cada uma das ideias e possibilidades que todos os seguidores poderiam proporcionar a ela. Dominar o mundo era algo muito além do que poderia desejar desde o início de sua carreira militar. Queria ser uma arqueira lembrada por sua incrível habilidade, esse era seu maior desejo desde o Império. Seguia o morto-vivo com o olhar e logo mais terminava olhando o acampamento formado ao redor do monastério. Suspirou breve e pesadamente.*

- Tudo bem, Septa. Podemos conversar com algum escritor e ver o que podemos conseguir com mais seguidores distribuídos nessas celas. E como "conquistar o mundo" nunca foi um objetivo meu, acho que ter algumas cidades pode ser um bom começo.

Francis
*Francis sorriu de modo singelo diante dos comentários do rapaz sobre a proximidade dos vivos e mortos e sobre o fato de ele gostar dos correspondentes do Diário. Quando o jovem o chamou para seguirem em fente ele fez um meneio positivo com a cabeça ecomeçou a seguir o jovem*

- Vamos lá!

*Francis ia reparando o caminho que faziam, vendo como era o lugar e então logo se via diante de um beco sem saída..*

- Hei! Você por acaso não...

*Antes que completasse a frase via o jovem atravessar a parede, claro que um beco sem saída o teria deixado meio desconfiado, mas no entanto o jovem não fez nada para desmerecer a confiança depositada sobre ele... Francis havia ficado surpreso com o fato de Erik ter atravessado a parfede e logo se apressou em segui-lo. Assim que saía do outo lado via já o seu guia conversando com um dos homens de um pequeno acampamento. Ao ser apresentado Francis fez um meneio com a cabeça com um leve sorriso nos lábios... Mas por dentro estava pensando "foi você quem fez a oferta e não eu quem pedi por isso".. Mas o mensageiro não se abalou, e logo percebia que poderia acabar numa enrascada. Ele olhou Erik quando este disse que estaria pelo local.*

- Serve-me de consolo saber que estará por perto.

*Falava em tom irônico e olhava o homem que lhe guiaria ali naquela vila.*

- Estou de acordo senhor! Se não lhe for trabalhoso demais, é claro.

*Após isso ele seguiu o homem, observando o acampamento e as pessoas que lá se encontrava.. Ele tentava ver o que era o símbolo bordado em seus trajes. Reparava que as pessoas pareciam prontas para se moverem, como se apenas aguardassem a ordem para isso. Francis vestia calça marron e botas de couro da mesma cor.. Usava um casaco vinho que descia até o meio das pernas, estando fechado. No lado direito havia um símbolo bordado em fios dourados com o desenho de um pergaminho aberto com o pincel atravessado sobre o mesmo. Mas até o momento estava tudo bem, tudo o que tinha visto até agora eram pessoas estranhas, mas vivas, ou ao menos assim pensava. Ele ouvia quando o homem o anunciava diante de uma cabana, onde abria uma cortina e assim Francis ia entrando, estando o local completamente escuro... Era péssimo pois nada conseguia ver aquilo seria realmente perigoso e então quando ouviu o estalar de dedos ele ergueu rapidamente os olhos na direção e depois olhou rapidamente em volta quando as velas se acenderam e quando ele olhou aquela criatura.. Ele deu um passo para trás, assustando-se com o que via... *

- Oaa!

*Francis ria de leve, levando a mão direita ao peito recompondo a respiração, ainda olhando a criatura, procurando entender o que seria.*

- Um truque e tanto... Muito obrigado pela gentileza, pois do contrário seria realmente impossível para mim.

*O rapaz sorria e fazia um mesura*

- Sou Francis, um dos correspondentes do Diário do Lago. Obrigado por me receber aqui em seu... lar! Será que tenho a honra de saber o vosso nome?

Narrador
Francis

*Quando aquele pequeno esqueleto se mexia, seus ossos faziam barulho, o que deixava tudo ainda mais estranho. A pequena criatura curvou-se e respondeu.*

- Muito prazer, Francis! Meu nome é Helterskelter e sou o líder deste grupo de Seguidores da Morte! Não sei se notou, mas estamos de saída. Eu já recrutei todos os seguidores que podia nesta vila, então agora devemos voltar para onde nossa mestre nos aguarda!

*O pequeno esqueleto sentou-se em uma poltrona dentro da cabana, um objeto que provavelmente foi roubado de outra vila, e continuou:*

- Explicaremos tudo isso depois. A sua vinda não é aleatória. Sabíamos que os furtos atrairiam alguém que trabalha na organização que produz estes... Pergaminhos. Nossa mestra deseja conversar com você. Mas deve entender que precisamos tomar precauções. Se concordar em vir conosco, teremos que bloquear seus sentidos para que você não veja o caminho até nosso refúgio. Não poderá fazer nenhuma pergunta ou anotar nada até chegarmos lá. Concorda com estes termos? - A criatura andou um pouco pela cabana, complementando:

- Qual a garantia de que não faremos nada com você ou de que realmente a levarei até nossa mestra? Nenhuma. Mas, por outro lado, nossa mestra tem plena consciência de que se fizer mal a um funcionário da sua organização, atrairá atenção desnecessária e fará mais inimigos. Concorda com meus termos, Francis?



Narrador
Linda Morte

- Sem dúvida, mestra. - Respondeu Septa. - A dominação deve formar firmes alicerces, não importa quanto tempo leve. A pressa é nossa inimiga neste momento. Montarei a estratégia para atrair o escritor e para trazê-lo até aqui. Enquanto isso, preciso da opinião da mestra em outras questões. Imaginando que gostaria de cobrir seu rosto de alguma forma ao se revelar para seus seguidores, mandei os artesãos e ferreiros no assentamento construírem alguns modelos de máscara para você. Espero que algum deles lhe agrade. Também ordenei que as costureiras e alfaiates confeccionassem o vestido perfeito para a mestra que seja, ao mesmo tempo, bonito e sombrio, para combinar com sua personalidade.

*Os modelos estavam dispostos em uma mesa de madeira no térreo e o vestido seria trazido mais tarde no aposento de Linda para que ela experimentasse. As únicas pessoas além dos mortos-vivos que ficavam no interior do monastério eram os serviçais, pessoas recrutadas para manter o lugar limpo e levar e trazer coisas. Septa estava sempre com Linda, então, invariavelmente, estaria no aposento quando ela experimentasse o vestido. A esta altura, Linda provavelmente já não tinha vergonha de fazer nada na presença de Septa. A criatura de névoa e sua mestra ficaram tão próximos que até mesmo os outros 9 mortos-vivos procuravam não se aproximar, principalmente do aposento dela. Septa comentou, quando Linda olhou-se à frente do espelho.*

- Mestra, devo dizer que está deslumbrante. Eu era um homem em vida, portanto, a mestra pode confiar em minha opinião.

Linda Morte
- Perfeito, Septa. Bom ver que está sempre um passo à frente. Já sabe o que e como gosto de tudo.

*Com os modelos de máscaras à disposição, Linda Morte escolheu uma delas que cobria metade de seu rosto. Mais tarde, ao experimentar o vestido, percebeu que as escolhas haviam sido perfeitas. Olhou-se no espelho demoradamente, com um sorriso satisfeito nos lábios previamente pintados de vermelho.*

- Obrigada, Septa. Agora basta aguardar...

Francis
*Francis ia olhando aquela criatura e escutava seu nome.. Nesse momento ele levava a mão direita até o bolso direito e apertava uma pequena pedra, mentalizando o nome ouvido... Era bom em lembrar das coisas, mas uma ajudinha sempre era bem vinda. Ouvia ainda que ele logo se reuniria com sua mestra.*

- Então existem outros grupos de... Seguidores da morte? HUmm fascinante.. Mas é como disse, eu até havia reparado que estão todos de baús prontos..

*Ele observando aquela criatura, jamais pensou que teria um conversa com um esqueleto ou com mortos-vivos, certamente era um momento único em sua vida, que não teria se não trabalhasse como mensageiro do Diário*

- humm!! Quer dizer que os furtos foram apenas para chamar nossa atenção? Realmente foi peculiar o modo como agiram. Roubar mobílias... Mas seguindo o assunto, então poderei ver a mestra de vocês? Parece uma boa chance, mesmo com todas essas restrições e....

*Francis ria de leve e abanava a mão num gesto como quem diz "bobagem"*

Eu nem preciso dessas garantias, tenho certeza que não possuem motivos para querer armar um emboscada para um pobre mensageiro... Eu aceito a oferta de vocês... Mas já que terei que ficar desta maneira, eu poderei dormir durante a viagem?

*Francis esperava pela resposta, estando pronto para aceitarem viajar. Seria realmente interessante descobrir que era a senhora daquelas criaturas, possivelmente uma necromante de personalidade incomum.. Seria interessante também se conseguisse ver o caminho, mas precisaria de muita sorte para isso*

Narrador
Francis

*Helterskelter respondeu com uma pequena risada.*

- Por mim, Francis, você pode até mesmo embriagar-se durante a viagem! Desde que não veja o caminho, não há problema. E sim, temos grupos de seguidores em outras vilas. Todos eles já foram até nosso refúgio. As pessoas que vê neste assentamento, nenhuma delas voltará até esta vila. Todos os seguidores fazem uma viagem apenas de ida para o refúgio. Menos você, meu caro! Você retornará carregando a mensagem de nossa mestra! Então partamos!

*O esqueleto vivo anão por vezes olhava na direção de Francis por alguns longos segundos. Sendo um especialista em ilusões, ele sabia que havia algo diferente em Francis, mas não tinha nível suficiente para dizer o quê. Uma venda foi colocada no rapaz e o interior da carruagem onde estavam foi isolada magicamente para que ele não pudesse ouvir e nem sentir nenhum cheiro externo, pois isto poderia dar pistas do destino da viagem.*

*Uma vez fora da carruagem, enquanto fazia o trajeto a pé, Francis sentiu os cheiros e sons ao seu redor, e não eram dos melhores. Havia um cheiro podre que pairava ali e o som denotava um assentamento muito maior do que aquele da vila. Vários passos depois, sendo guiado pelo braço por um dos seguidores, os cheiros melhoraram ligeiramente e os sons de pessoas descarregando bagagens e acendendo fogueiras cessou, dando lugar ao vento canalizado em longos corredores, passos em chão de pedra, cheiro de couro velho e pavio queimado de velas.*

*Adentraram uma sala e Francis foi colocado sentado sobre uma poltrona confortável. Só então sua venda foi retirada.* [ Vá para "Todos" ]

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Linda Morte

*Septa deu uma resposta afirmativa e aplicou o plano nos dias que se seguiram. Tiveram sucesso e a vinda do repórter foi anunciada. Uma sala no térreo do monastério foi preparada para receber o correspondente. Linda Morte já aguardava ali com seus novos trajes, junto de Septa e mais três dos mortos-vivos, para garantir a segurança dela.* [ Vá para "Todos" ]

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Todos

*Francis se via em uma sala espaçosa e escura, iluminada por velas tipicamente usadas por monges e repleta de móveis luxuosos. Estava sobre uma poltrona cara e confortável e uma rápida olhada ao redor do recinto revelou o sofá de dois assentos e o castiçal de haste longa, dois dos objetos roubados das vilas onde esteve nos últimos dias. À sua frente, sentada em outra poltrona luxuosa, estava uma mulher trajando um elegante vestido negro e usando uma máscara ricamente trabalhada. Ao seu lado pairava o que parecia ser uma forma enevoante sem silhueta definida e atrás da mulher estavam três figuras escondidas sob a sombra das velas fazendo o papel de guarda-costas. Provavelmente não eram humanos.*

*Antes mesmo que alguém falasse algo, uma das criaturas empurrou uma pequena mesa de madeira na direção de Francis, sobre a qual estavam vários pergaminhos em branco, um tinteiro com tinta de ótima qualidade e uma pena. Aquilo era apenas um respaldo: Ele poderia usar seu próprio material se desejasse. Os seguidores não haviam mexido em seus pertences de nenhuma maneira durante a viagem.*



Linda Morte
- Seja bem vindo... Espero que a viagem tenha sido confortável. Francis, não é?

*Linda Morte cumprimentou-o, sem apresentar-se inicialmente. Deixaria-o livre para iniciar a conversar e as perguntas.*

- Septa, mande que sirvam algo a nosso convidado.

Narrador
*Francis ouviu uma voz saindo daquela névoa pairando ao lado da mulher:*

- Sim, mestra. Tragam vinho para nosso convidado!

*Dois serviçais humanos que trajavam os mesmos robes negros que Francis havia observado no assentamento da vila adentraram a sala. Serviram uma grande taça de vinho a ele, deixando-a sobre a mesa de madeira à sua frente, e depois serviram a mulher. A garrafa permaneceu em um móvel próximo à líder mascarada.*



Francis
*Francis deu uma larga e divertida risada com o que ouvia daquele esqueleto, mas logo ia se recompondo, tedno uma expressão bem humorada.*

-Sabe nunca pensei que mortos vivos pudessem ser tão bem humorados. Se tivessem me dito antes, já teríamos feito alguma amizade. Bem eu fico contente por poder ir e vir, ainda que esteja vendado, é melhor do que ir e ficar preso sem poder contar nenhuma história.

*O rapaz teria seu próprio plano, que talvez não desse certo, mas não tinha opção melhor. Assim que sentiu estar num carruagem, ele buscou deitar e livrar-se de seus sentidos... Se houvesse algum animal por perto buscaria observar os arredores. Seria perfeito se conseguisse achar alguma ave, ou pelo menos de algum animal pudesse avistá-lo, assim poderia seguir a carruagem e ver o caminho. Caso não conseguisse, seria uma viagem um tanto frustrante. Quando chegaram no local, se tivesse conseguido ter êxito ele voltaria depressa ao seu próprio corpo, recobrando os sentidos pouco antes de ser "acordado", do contrário seria mesmo capaz de estar dormindo e ser desperto quando já estavam lá. Ele seguiria com algum guia por umn local mal cheiroso, algum acampamento que deveria ser não mais que um amontoado de pessoas, que provavelmente já nem mais tinham olfato. Fancis sentiu-se aliviado quando o cheiro local melhorou, os cheiros de couro velho e cera de vela eram quase perfume para seus sentidos.*

*Francis logo sentia o macio de um bom assento e tinha sua venda retirada. Ele não tinha muito tempo de reparar no local, apesar de notar o modo luxuoso como estava mobiliado, pois já encontrava-se de frente com uma mulher que provavelmente poderia ser a tal líder mencionada por Helter. Francis ajeitou-se rapidamente na poltrona e acertou a vestes e cabelos e logo viu a delicadeza de uma das criaturas empurrando uma mesa entre ele e a mulher.*

- Obrigado, senhora! Eu não posso reclamar, pois vim descansando por todo o trajeto. Sim, sou Francis, um dos mensageiros do Diário do Lago. Como poderia chamar a senhora?

*Ele olhava a aquela figura em forma de névoa e a maneira como agia, devia ser alguém importante. Ele ia observando os servos que lhe traziam o vinho e fazia um meneio com a cabeça*

- Obrigado senhora!

*Bebia um bom gole do vinho, ainda esperando pela apresentação da mulher*

Narrador
*Francis conseguiria enxergar através de algum animal no trajeto (uma águia ou qualquer coisa parecida). Podia notar claramente que o comboio se dirigia até a planície onde se localizava o Monastério de Thyatis. Francis podia se lembrar dos relatos de meses atrás de fenômenos estranhos naqueles arredores. Na época, a guarda da região não conseguiu investigar mais por ação de forças ocultas.*

*Até então, três fatos que não possuíam qualquer relação entre si agora faziam sentido: 1 - Fenômenos estranhos ao redor do Monastério de Thyatis; 2 - Furtos nas vilas pelas criaturas zumbis; 3 - A criação da seita Seguidores da Morte. Quando o comboio se aproximou do monastério, Francis não conseguiu mais aplicar sua técnica pois não havia nenhum animal vivo ao redor do lugar.*

Linda Morte
- Sempre me chamaram de... Linda Morte, Francis. Fico feliz por ter aceitado o convite para conhecer e relatar o que acontece aqui.

Bebeu um pouco do vinho servido, apreciando a bebida como poucas vezes havia tido a oportunidade. A sala tinha um perfume delicado de rosas, algo que deixava o ambiente um pouco mais confortável, mais leve.

- Faça suas perguntas, Francis. Apenas meus fieis mortos-vivos têm todo tempo do mundo.

Francis
*Francis adorou poder ver o caminho até onde o grupo em si estava. Seria interessante poder dizer a localização do local, para facilitar a vida daqueles que se simpatizassem com os ideais do grupo. Mas claro que ele iria pensar bem a respeito desta informação... Foi uma pena não conseguir ver melhor quando chegaram no local. *

*Francis estava agora com a líder do grupo ele a ouvia se apresentar e fazia uma breve meneio com a cabeça em cumprimento*

- Um nome um tanto peculiar, mas suponho que faça muito sentido estando diante da senhora, que apesar de mascarada não deixa de transbordar beleza, ainda que cercada por um cenário tão sombrio. Acho que a alcunha não poderia lhe servir melhor.

*O rapaz sorria e tomava mais um gole de vinho*

- Perguntas!? Pensei que tivesse sido convidado para relatar seu ideias, mas deixe.. Hum bem!... Sra. Linda Morte! O que a levou a reunir esse grande número de mortos-vivos? E o que me intriga, como conseguiu fazer com que esse grupo tivessem seguidores vivos? Como conseguiu fazer este grupos coexistirem?

Narrador
*A névoa pairante ao lado de Linda Morte, que agora Francis sabia que se chamava Septa, adiantou-se:*

- Perdão, mestra, permita-me responder a esta pergunta. Entenda, meu caro, que Linda Morte é a líder que o mundo precisa hoje. Ela entende como o mundo funciona e sabe que não há finais felizes. Todos aqueles que prometem isso são falsos profetas. Aqueles que se unirem à Linda Morte, que a seguirem e venerarem, terão vida eterna. A mestra entrega a morte aos inimigos com maestria e a sutileza que só uma mulher como ela possui. Por isso carrega este nome. - Septa fez uma pausa, certificando-se de que Linda não tinha nenhuma ressalva, e complementou:

- Considerando isto, foi fácil para os mortos-vivos da mestra angariarem seguidores. Todos esses seguidores já possuíam escuridão em seus corações. Já sabiam o caminho que queriam seguir. Eles apenas precisavam de alguém para guia-los até Linda Morte. Diga, Francis... Alguma vez já presenciou algo sobrenatural ou absurdo que, de alguma forma, parecia muito familiar? Em qualquer outra situação você estaria tremendo de medo, tentando fugir, mas algo dentro de você diz que é onde deveria estar. É isto o que os Seguidores da Morte sentem. Não importa se estão vivos ou mortos, todos seguirão a Linda Morte.

Linda Morte
*Linda Morte concedeu a permissão à Septa, ouvindo o que ele dizia e mentalmente concordando e ponderando sobre isso ou aquilo. Gostava do jeito como era tratada por ele, com toda a atenção e ainda os eventuais elogios. Sob a máscara, um sorriso era desenhado em seus lábios.*

- Creio que não seja necessário complementar o que foi dito. Septa mais uma vez foi um ótimo porta-voz para o que penso. Veja bem, Francis, a morte não é a mera continuação de um ciclo. Não é quando tudo termina, não para quem me segue. A morte é uma... como posso dizer... uma nova vida. Uma nova chance para que façam algo que realmente tenha algum valor para quem importa. No caso, eu.

*E riu brevemente, bebendo um pouco mais do vinho que havia sido servido.*

- Conhece Jason Keylosh? Que oferece o melhor de todo o mundo para todos que estejam dispostos a ajudá-lo? E no fim não cumpre qualquer promessa e se mostra incapaz de seguir os próprios planos? Que não tem qualquer controle sobre as pessoas que segue? Pois então... Sou seu oposto.

Francis
*Francis ia voltando sua atenção para Septa, quando percebeu que ela responderia em nome de Linda Morte. O que tudo indicava aquela criatura seria uma espécie de conselheira e porta-voz da senhora do lugar. Ele a fitava de modo atento, e ao mesmo tempo intrigado com o que ia ouvindo. Logo sua atenção voltava-se para Linda Morte, antes mesmo de falar qualquer coisa. Francis não tomava notas, os pergaminhos permaneciam intactos sobre a mesa. Ouvia então as palavras da mulher ea ouvia mencionar outra pessoa que não imaginava entrar no assunto... Ele ia finalmente sorrindo.*

- Nossa! Isso é de alguma maneira impactante... Então as promessas de vida eterna foram capazes de trazerem as pessoas até aqui? Então eles viverão em devoção a senhora, até que suas vidas terminem e então seguirão como mortos-vivos?

*O rapaz ficou pensativo por alguns segundos e logo seguiu falando.*

- A senhora mencionou Jason Keylosh. Vocês possuem algum tipo de vínculo? Eu sei pouco das convicções dele, tenho que adimitir e isso para mim é mesmo entristecedor. Mas você acha que estaria um passo a frente dele de alguma meneira, sobre a capacidade de cumprir suas promessas?

Linda Morte
*Seguia observando o jovem repórter, percebendo que ele não registrava nada do que era falado. Trocou as pernas, cruzando-as novo. Suspirou brevemente antes de respondê-lo.*
- Não tenho qualquer vínculo com Jason Keylosh. Ele é louco, jamais cumprirá nenhuma das promessas. São todas muito maiores do que pode conseguir.

Francis
*Francis não conseguiu deixar de reparar nos movimentos das pernas de Linda Morte. Claro que buscava fazer aquilo de maneira disfarçada. Ao ouvir o comentário sobre Jason Keylosh ele riu divertidamente, mas logo se recompôs.*

- Então senhora Linda Morte! O que seus seguidores podem esperar de você? O que ganharia um bom e fiel seguidor de Linda Morte, para fazer com que tantas pessoas a sigam, e mais pessoas tenham essa vontade? A vida eterna é a sua maior e melhor promessa? Ah... E... O que é preciso fazer para ser um seguidor de Linda Morte?

Linda Morte
- O que ganham? As conquistas serão muitas, cada uma a seu tempo. Não precisa de nada além de me seguir. Jurar sua lealdade, comprometer-se em jamais retornar à sua vida... Não exijo muito, Francis.

Francis
- Entendo, entendo! Pelo menos as exigências não são realmente grandes.

*O jovem, coçava ligeiramente o queixo*

- Como a senhora adquiriu esse grupo de mortos-vivos? Sempre estiveram com você ou são obra de uma magia mais recente? E como a senhora faz para que os vivos possam permanecer ainda seguindo-a, mesmo após estarem mortos?

Linda Morte
- Não, não são grandes. Sua ambição é. Quer saber demais ao perguntar pequenos detalhes como esses. Como eu faço não é algo que lhe interesse ou a qualquer outro leitor desse "jornal". Basta saberem que existem grandes vantagens. Septa pode exemplificar bem o que digo.

*Passou a mão pelos cabelos antes de continuar, realmente sem pressa real.*

- O que interessa saber é que, diferente do que Jason Keylosh fez em Brzzengard, toda a chacina, além de arriscar todo o exército em uma manobra tola e inútil, aqueles que me seguirem podem estar certos de conquistas e glórias. Todos os mortos-vivos leais a mim possuem um comando, um grupo de seguidores para ser comandado a meu favor.

Francis
*Francis curvou-se sobre a cadeira fazendo um meneio com a cabeça*

- Mil perdões senhora! As vezes minha curiosidade vai além dos limites dos bons modos. Um erro que não se repetirá.

*Ele a escutava calmamente*

- Bom acho que nada mais tenho a perguntar. Se a senhora tiver alguma mensagem que queira passar através do jornal, será uma honra.

*Pela primeira vez Francis se movia em mensão a pegar os pergaminhos, para anotar as palavras de Linda Morte*

Linda Morte
- Notei que só agora usará as penas e pergaminhos... Guardou tudo o que foi dito ou terei que mandar buscá-lo caso algo seja divulgado incorretamente? Não precisaria de você muito perto...

*Indicou o arco e a aljava repleta de flechas que praticamente flutuava ao lado dela, por estar nas mãos de Septa.*

- Deixe claro que novos seguidores serão sempre bem vindos. Septa....

*Era a deixa para que o assistente levasse o repórter embora.*

Francis
*O rapaz dava uma afrouxada na gola da camisa que vestia sob o casaco, quando ouvia aquela ameaça e então sorria de modo sem graça*

- De modo algum senhora. Apenas tomaria nota agora, pois ira transcrever as palavras da senhora se fosse o caso, mas quanto a mensagem eu mesmo irie escrever.

*Ele a ouvia falar e quando percebia que deveria se retirar, ele se erguia fazendo um meneio respeitoso*

- Agradeço a senhora por ter cedido seu tempo a este humilde mensageiro.

*Ele esperaria agora ser conduzido pela criatura*

Narrador
*Declarado o fim da entrevista, a névoa falante Septa deu a ordem para enviar Francis de volta. Esperaram ele recolher seus pertences e então uma das criaturas recolocou a venda e o guiou de volta para os frios corredores de pedra, e depois de volta para a carruagem no lado de fora.*

*O procedimento na volta seria exatamente o mesmo. Francis seria deixado na mesma vila onde estava anteriormente, em um local discreto para que ninguém o visse descendo do veículo. A carruagem foi embora tão rápido quanto chegou. Não demoraria muito até que Erik reencontrasse Francis em uma das ruas principais. O informante disse que ficou preocupado, mas feliz em ver que o novo amigo havia voltado inteiro.*

*Enquanto isso, de volta ao monastério, Septa disse à Linda Morte que aguardaria a publicação e a traria até Linda assim que a mesma entrasse em circulação.*
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