A Loucura em Mathesis - Parte 1 (Encerrado)

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A Loucura em Mathesis - Parte 1 (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter Dez 02, 2014 12:28 pm

[Resumo: Vários habitantes sofrem ataques de loucura frequentes e Lei e família investigam a causa. Decidem isolar os doentes para evitar que a epidemia se espalhe por toda a cidade. No meio da operação, um homem misterioso que se apresenta como Isaac aparece, causando confusão entre os populares. Isaac oferece ajuda para livrar a cidade da maldição, mas pede, como pagamento, o sangue de Lei Keylosh.

Isaac não cobra sua dívida, terminando de curar os habitantes e indo embora para Lagus. O então curandeiro chefe, Seymour, e sua ajudante, Helena, são encontrados mortos. Isaac revela que eles faziam parte de um grupo chamado As Hienas e que haviam espalhado a maldição na cidade sob o disfarce de curandeiros.]





Narrador
*Haviam se passado os dois dias que Lei havia falado... Nesses dois dias algumas coisas haviam acontecido e entre elas foi a volta de Tsubaki, logo todos da cidade sabiam que ele estava de volta.... A reunião que Lei havia feito na cidade, lhe mostrou que a cidade estava dividida... Alguns pobres temiam os acontecimentos atuais, mas viam em Lei a esperança para uma vida melhor no futuro... Mas ainda havia um bom número que culpava Lei por toda aquela desgraça que estava acontecendo... Considerando-os pecadores amaldiçoados... As buscas ainda não tinham rendido grandes frutos... Tanto Lei, quanto Hatsuko não haviam ainda obtido êxito algum... Seymour havia juntado um grupo de curandeiros.. Ele não havia tido também chances melhores de descobrir nada, mas conseguiu separar mais duas pessoas... A nomeação de Seymour como curandeiro-chefe também não agradou a todos... Muitos achavam o rapaz jovem demais, e sem grandes qualificações para o cargo. Mas como fora nomeado por Lei, a posição dele ainda não havia sido contestada, não diretamente... Outro acontecimento foi a morte do homem que estava na cadeia... E a liberação do homem bêbado... Ele não dizia nada que fazia grande sentido. Como só estivesse ficado alto por algum tempo e imaginou ter visto coisas.. Ele não apresentava nenhum traço da loucura que outros haviam apresentado. Nos dois dias apenas dois casos ocorreram a mais... Uma mulher e um soldado.... Sim! Na noite seguinte um soldado começou com toda aquela paranóia e acabou matando um companheiro de serviço... Ele estava agora preso...Seria ainda interrogado... Pelo início da tarde, Lei tinha marcado na frente da casa onde conversara com o Seymour. O lugar estava servindo como uma espécie de centro de tratamento.. Seymour estava conversando com uma mulher morena, muito bonita... Ela estava com um vestido azul e algumas bolsas de couro presas num cinto... Estava com veste um pouco respingada de sangue, assim como o rapaz... Eles estavam a espera de Lei, e matavam o tempo conversando um pouco. Era um início de tarde quente, de ar parado... Aquele tipo de dia desagradavelmente quente e por isso o casal que conversava estavam levemente úmidos de suor*

Tsubaki  
*Tsubaki ainda recuperava a carne nos ossos. Por mais magro que estivesse, ainda tinha músculos para aguentar e, de certa forma, se sentia mais ágil sem o peso, embora mais fraco fisicamente. Correr de onde estava até Mathesis impediu que perdesse tanto o fôlego, mas no geral, estava aquém do que era antes. E tinha de treinar para isso. Isto é, se Mathesis desse tempo. Toda a loucura que começava a tomar conta dali deixavam o jovem com o semblante severo. Rokugan já teve períodos desse tipo de coisa, todos prenunciando alguma desgraça. E ele agora estava em mais uma. Iria com Hatsuko após seu treino matinal ainda mais pesado que o de costume, se ela treinasse com ele.*

Hatsuko  
*Hatsuko até pensou em treinar com ele... Até ver a intensidade, o quanto aquele treino era pesado. Ficou sentada enquanto assistia o noivo, incentivando-o quando fosse preciso. Caminhava com ele até onde haviam combinado de encontrar Lei e os outros. Tsu estava pouco à vontade com aquele semblante severos que Tsubaki exibia, falando muito pouco durante o percurso. Ao avistar Seymour com uma estranha, optou por aguardar a chegada do pai p ara se aproximarem.*
- Está muito sério, Tsu-kun. Dá até medo...

Tsubaki
- Isto parecer Rokugan quando ter desguraça... Eu pureocupado...

*de fato ele intimidava pelo olhar, com cara de poucos amigos, apenas desmanchando ela para falar com Hatsuko, deixando um homem apenas preocupado transparecer*

Hatsuko
- Como resolveram em Rokugan?
*Olhava-o com carinho e o semblante apenas cansado de ser ofendida naquela cidade. Por onde passava as pessoas olhavam "torto" e cochichavam coisas a seu respeito. Não sabia como sua mãe havia resistido.*

Tsubaki
*Na presença de Tsubaki, qualquer olhar torto para ela que fosse notado era respondido com um olhar assassino. Apesar de tudo, dedicava alguma ternura à pequena*

- Em Rokugan? Depender da desguraça que surgir. Ter <Segundo dia do Trovão>, guerra contura Jigoku, terminar fim de dinastia Hantei... Ter <Guerra contra as Sombras>, guerra que quase acabar com curiaçon... Mas terminar sempure em guerras monsturuosas...

Hatsuko
*Não era à toa que a presença de Tsubaki a fazia tão bem. Sentia-se querida, cuidada e protegida de tudo. Ouviu-o com atenção, sempre arqueando as sobrancelhas qdo ele falava na outra língua.*
- Ainda vai me ensinar a falar sua língua, não é? E aqui não acho que vá terminar em guerra... Só estão loucos, histéricos.

Tsubaki
- Tsu-chan non entender. A <Guerra contra a Sombra> non ser ton diferente. Começar com paranoia... Mas ter sumiço de Toturi I O-sama também...

Hatsuko
Quem era Toturi Iossama? E não sei o que *repetiria o nome da guerra de modo todo errado.* significa.

Tsubaki
*respirou bem fundo, escolhendo as palavras* Guerra contura a Escuridon Enganadora... Ser curiatura de antes de tudo... Na berdade, ser o Nada, quando non existir nada, e ele querer desfazer curiaçon... E ser Toturi Purimeiro O-sama

Hatsuko
Mas como vocês combateram o nada? Porque nada é... nada! *Não havia qualquer lógica naquela guerra aos olhos de Hatsuko. Afinal, de japonês, ela só possuía mesmo o nome e os olhos puxados.*

Tsubaki
Eu contar história para Hatsuko... No começo, nada existir. E esse mesmo nada um dia ter curiar consciência. O Nada sentir sozinyo e desejar companyia. Este purimeiro pecado. Com isso, surgir uma parte do mundo. Depois o nada temer o que curiou. Este ser segundo pecado. E mais um pedaço do mundo ser curiado. E, por fim, Nada se arrepender de tudo. Este ser terceiro pecado. Logo surgir Amaterasu e Onnotangu, que começar a dar Nome às coisas, e Nada enfuraquecer. Um dia um pedaço de Nada sussurrar a Onnotangu e fazer ele ter ciúme do mundo. Onnotangu esconder Nada na sua sombura. E esse Nada, consciente, turamar por muito tempo a desturuiçon de tudo, desfazendo tudo. E Rokugan ser onde Nada começar... Um dia Nada ser descoberto e combatido, e muita coisa acontecer...

*falava com paciência, sem pressa à noiva*

Hatsuko
Ah... Então o nada existia e pensava! *Pareceu admirada com a história, pensando nela por alguns minutos. A terra de Tsubaki parecia mais e mais atraente e interessante a cada dia.* Quem eram... Onno...tangu? E Amaterasu?


Tsubaki
Senyor *e fez um grande esforço" Lua e Senyora Sol...

Hatsuko
Ah...Algum dia vai me levar lá, Tsu-kun? Parece ser tão bonito, tão diferente daqui. Tem pessoas como eu lá? Não né?

Tsubaki
Sim, ter. Ser raro, mas você non ser turatada como porcaria como aqui...

*e dedicou um olhar assassino a duas mulheres que falavam pelas costas dos dois*

Hatsuko
Não? Lá são bem vistos e bem tratados? Quando iremos lá? *Não perdeu nem tempo em olhar as mulheres, já que Tsubaki dedicara a elas um de seus melhores olhares. Tsu aproximou-se um pouco e o abraçou..*

Tsubaki
Ser povo raro e, até temido, mas povo respeitar e em certas cidades, beneram... *olhava no rosto de Tsu quando ela se moveu para abraçá-lo. Retribuiu gentilmente o carinho, apoiando o queixo no ombro dela*

Hatsuko
Algum dia quero conhecer seus pais... *Acariciava a cabeça do rapaz, deixando que permanecesse com o queixo apoiado em seu ombro.* É tão bom ter você de volta. Eu me sinto viva novamente.

Tsubaki
Eu também, minya cerejeira... Eu também. *retribuía as carícias na nuca, sorrindo de olhos fechados, sem desencaixar do abraço.*

Hatsuko
Obrigada por voltar. *Foi a última coisa que murmurou, deixando o silêncio por algum tempo. Com ele tudo seria mais fácil, mais suportável.*

Lei Keylosh
*Lei chegava atrasado e com olheiras horríveis. Além de dois dias de buscas pela cidade, os bebês haviam dado trabalho na noite passada, principalmente se Minami realmente decidiu dormir fora. Ele cumprimentou Hatsuko e Tsubaki e em seguida avistou Seymour com a mulher. Pai, filha e genro se aproximaram e Lei cumprimentou o novo curandeiro-chefe primeiro.*

Bom dia, Seymour! Peço perdão pelo atraso... Sabe como é, os bebês estavam agitados ontem à noite, com esse calor... *E depois olhou para a moça.* E esta seria...?

Narrador
Bom dia, senhor Lei, mas já estamos de tarde... *Seymour falava com um sorriso agradável.. Ele olhava Hatsuko e o homem com ela.. Desconhecia Tsubaki, mas via que ela não parecia muito saudável, mas por hora não comentária o estado do homem* Boa tarde, Sra. Hatsuko e Senhor... *ele fazia um meneio ao casal e voltava-se para Lei* Bem, quero apresentar Helena... Ela é minha ajudante. E tenho que dizer que realmente estava precisando de ajuda....* a mulher sorria de modo singelo e fazia um breve reverência para Lei.* Boa tarde senhor, Lei! *dizia com voz cordial, e um olhar penetrante.... Um sorriso gracioso de uma mulher que parece ter visto algo que a interessou.... Ela voltou-se ao casal* Boa tarde! *ela depois voltava ainda um breve olhar para Lei, ajeitando timidamente um lenço amarelo no pescoço.... Seymou seguia falando* Então senhor Lei. O senhor me parece um pouco abatido. Algo em que possa lha ajudar a respeito disso?

Hatsuko
*Óbvio que Minami foi dormir fora. Era vez do pai cuidar um pouco da prole. E tinha que achar bom pq o lobinho não perturbava, não chorava e já estava desmamado. u.u*

*Hatsuko cumprimentou o pai e puxou Tsubaki pela mão até chegarem perto do outro casal. Ouviu as apresentações em silêncio, franzindo a testa diante do sorriso pouco discreto da mulher. Suficiente para que ela ouvisse um rosnado dos lábios de Hatsuko.*
- O que tanto a interessou no meu pai, hein? Ele é casado! E bem casado!

Lei Keylosh
Minha nossa, já é de tarde? Perdemos a noção do tempo cuidando das crianças. *O barbudo sorriu e respondeu ao cumprimento de Helena, estranhando o olhar dela, mas sem dizer nada a princípio.* Ah, claro, ainda não conhecem Tsubaki. Ele é meu genro, participou da tomada da cidade e retornou há dois dias depois de perseguir uma criatura maligna. *Apontou Tsubaki.* Podem confiar qualquer assunto da cidade à ele, é de total confiança.

*E então ouviu o que Hatsuko disse, o que fez Lei ficar ainda mais sem jeito.* Hã... Hatsuko, sejamos respeitosos com os curandeiros da cidade... Você é curandeira, certo, Helena?

Hatsuko
Ah é, pai? Vou avisar minha mãe para que ela seja muito, muito respeitosa com quem te olha desse jeito. *Irritou-se com a repreensão de Lei. Era óbvio que ela estava com segundas intenções.* E se olhar pra Tsubaki desse jeito, vai receber o MEU respeito.

Narrador
*A mulher ficava surpresa com o modo rude como era tratada por Hatsuko* Do que fala menina? *Seymour seguia falando meio sem jeito* Her.. hã... Tsubaki... Ah sim...*tentava desviar o foco do assunto.. Ele olhava Tsubaki* Muito prazer senhor Tsubaki! *ele fazia um leve meneio* Seja bem-vindo! *a mulher sorria para Lei quando este falava com ela, e fazia um singelo meneio com a cabeça* Sim senhor! *ela olhava para Hatsuko de canto de olho... Via que a garota não tinha qualquer classe ou mesmo educação* Eu não me interessaria por um homem que é pele e ossos..... *Seymor arregalava os olhos com ao que a mulher dizia*

Hatsuko
Sabe do que eu falo! E pele e osso apenas por enquanto, verá. E ai se tentar eu arranco sua cabeça. Que é o que minha mãe fará se ficar arrastando asinhas pro meu pai!

Tsubaki
Ficar turanquila, Hatsuko-san... *como de costume, mantinha alguma formalidade na frente de outros que não do núcleo familiar* Honra-me conyecer o senyor. Ser curandeiro, non? O que sinificar isso?

Hatsuko
Ele que tirou o bebê de dentro de mim, de quando me cortaram, Tsu-kun. *Respondeu-o antes mesmo de Seymour, murmurando.*

Tsubaki
*respirou bem fundo, olhando Seymour depois da declaração de Hatsuko* Enton ser quem cuidar de Hatsuko... Dizer... Ookami... Ele sofurer muito?

Lei Keylosh
*Lei tratou de responder à pergunta de Tsubaki antes de Seymour.* Não. Ele não sofreu, Tsubaki. *Ainda tinha que contar ao oriental onde a criança natimorta estava enterrada, mas fariam isso outra hora, longe de Hatsuko. Voltou ao assunto em questão, tentando evitar o início de discussão entre as duas mulheres.*

Seymour, respondendo à sua pergunta anterior... Não estou assim apenas por não ter dormido muito. Eu e minha filha não encontramos nada na cidade nestes dois dias. Nenhum vestígio ou pista daquilo que havíamos conversado... Nada. Você teve mais sorte?

Narrador
*Helena não seguiu a discussão... Apenas aquietou-se, deixando de dar tanta atenção para Hatsuko..... Seymour fez um meneio a Tsubaki, em cumprimento, estava meio sem graça pelo modo como Hatsuko havia se referido. Ele não teve tempo de responder adequadamente porque Lei, logo respondia e entrava em outro assunto e Seymour achou melhor continuar a conversa* Ah.... Sim! Bem, lamento por isso... Bom... Eu não tive exatamente sorte... Mas Helena e eu percebemos um certo padrão... Eu não sei se isso irá continuar, ou se ele poderia mudar de algum modo... Mas as pessoas que atendi... Eu fiz alguma perguntas as outras pessoas sobre elas.. Para tentar entender melhor toda essa situação... O que eu descobri foi que todas elas ou se feriram, ou adoeceram durante a investida contra a cidade.... O seja... Todos que ainda se recuperam dos ferimentos, e foram atendidos por conta de ferimentos provenientes das batalhas, durante a invasão, estariam sujeitos a apresentar esse quadro de loucura... Bem, isso não é realmente uma certeza.... Mas é algo que estamos tentando averiguar.... *Seymou e Helena ficavam olhando para Lei, estavam atentos. Queriam alguma maneira de acabar com aquilo antes que se espalhasse demais.*

Hatsuko
Então é só isolar esses feridos. E os outros a gente pega à medida que manifestarem algo. *Fato era que Hatsuko queria resolver isso logo, já que tinha muito a fazer com Tsubaki.* Às vzs é a mácula?

Tsubaki
Tentar deixar jade com doente. Jade ser inimigo da maruca de Jigoku... É como inimigo tentar usar isso, non ser de todo esturanyo...

Lei Keylosh
*Após ouvir Seymour e as sugestões de Hatsuko e Tsubaki, Lei respondeu.* Acredito que isso é o melhor a se fazer no momento. Deixaremos todos os que foram feridos na batalha daquele dia na parte norte da cidade, onde há a catedral, isolando-os do restante, e depois os colocaremos expostos à jade e então saberemos se se trata realmente da Mácula.

*Lei olhou ao redor.* Devemos nos preparar para rebuliços, pois imagino que a "seleção" pode separar famílias, principalmente pela insatisfação de muitos conosco. Vamos tentar conter qualquer confusão e manter a ordem o máximo possível. Em quanto tempo acha que podemos concluir essa operação, Seymour?

Narrador
Mácula? *Seymour perguntava sem ter a menor noção do que seria aquilo* É alguma doença? Se já sabiam o que poderia ser, porque não disseram antes? Isso teria nos poupado trabalho.... Mas sobre isolar as pessoas.... Isso pode ser alguma saída... Mas como disse, certamente irá trazer uma certa confusão.... E bem, para concluir tudo isso eu não sei quanto vai demorar... Vai depender da eficiência como os soldados agem... E de como farão para cuidar deles.... Eu continuarei a fazer o que sei... Mas desconheço sobre essa mácula e uso de jades em tratamentos.... Eu sequer possuo alguma jade.... Como será feito a respeito disso?

Hatsuko
Tsubaki sabe sobre a mácula e como usar jade. Eu não sei como é... Só sei que foi o padre com a mácula que matou nosso filho. E é algo feio e poderoso. *Comentou em tom ameno mas sem tirar os olhos da mulher. Se ela se atrevesse a olhar para Tsubaki ou se olhasse "diferente" para o pai, uma confusão começaria.*

Tsubaki
Tsubaki estava sereno, embora Hatsuko e outros telepatas poderiam saber que ele estava era amargurado. Tanta coisa ruim na sua ausência, a mácula de Jigoku se espalhando por aí. Enfim, ele estava tenso.*

Maruca de Jigoku ser turaiçoeira...

Lei Keylosh
*Lei complementou a explicação dos outros.* Entenda, Seymour, não queríamos espalhar mais medo entre a população. A invasão já foi traumatizante o suficiente. Se a informação da Mácula se espalhasse, então teríamos caos total. A pedido meu, ninguém da minha família espalhou essa informação para os habitantes, incluindo soldados e curandeiros.

*Lei ficou pensativo.* Entretanto, antes de partir, Tsubaki havia dito que a Mácula havia se transformado. Aqueles que desejavam se livrar da doença conseguiriam através de força de vontade. Não é isso, Tsubaki? De qualquer maneira, não descartemos esta hipótese, mas vamos trabalhar em cima da ideia da loucura generalizada.

*Ele olhou em outra direção.* Seymour, você e os outros curandeiros talvez se lembrem dos pacientes recentes, então podem identificá-los. Para achar os outros, teremos que usar outros métodos. Hatsuko pode sentir o cheiro de substâncias medicinais ou restos de curativos nas pessoas, mesmo que tenham sido feitos há meses, certo? Usaremos estes métodos para isolar os que foram tratados depois da batalha e os colocaremos na catedral.

*Lei respirou fundo.* Temos que levar todos, mesmo que a pessoa em questão não deseje ir. Lembrem-se que é pelo bem da cidade. Então vamos lá!


Tsubaki
Non, Keyroshi-sama. Isso non tirar. Força de Bontade reduzir abanço, mas non tirar...

*falava sereno. Tinha bastante paciência quando o assunto era lidar com AQUELE ininmigo*

Hatsuko
Tem que matar. Não é, Tsu-kun?

Narrador
*Seymour e Helena pareciam um pouco confusos a respeito do que seria essa tal Mácula.* Mas ainda não ficou claro pra mim que doença é essa... E como pode ser contraída... Se alguém tiver essa doença, como deveria ser tratada? Não entendi ao certo sobre com usar a Jade, mas percebo que o Sr. Tsubaki sabe como usá-lo. Mas não entendi sobre essa história de morte... *Helena ia falando* Já estão todos apavorados. Se essa história de doenças e morte se espalhar, então certamente vai haver uma rebelião na cidade. O que trará mais morte e ferimentos...*Seymour seguia falando novamente* Temos que agir com calma... Eu posso juntar algum certo número de curandeiros e assim fazer o reconhecimento da maioria dos que foram tratados nos últimos tempos. Se Hatsuko puder realmente identificar algum cheiro, isso poderá ser algum adianto.*ele coçava o queixo.. e olhava Tsubaki* Quero que seja claro, senhor Tsubaki. Se essas pessoas estiverem com essa tal Mácula.... Elas terão de ser mortas? *Helena agora também olhava o oriental, esperando qual seria a resposta sobre o assunto.*

Tsubaki
*e se forçou para falar aquela letra maldita* Mácula ser energia maligna de Jigoku, inferuno como ser chamado. Pegar por contato com sangue, por desejo de poder que energia oferecer. Pegar por comer comida contaminada. Pegar por noite com pessoa...Non conyecer jeito de tirar que não matar quem ter. Também poder corromper alma, escurabizando e tornando em serbo de Jigoku. Crescer devagar, adoecer o corpo, dar poder e corromper mais quem usar. Haver jeito de segurar. Chá de *e fez força* Pétala de Jade, mas purecisar de cuidados especiais que só os Kuni do Caranguejo saber. Eu optar por decantar quem tiver, e queimar corpo.

*não parecia confortável tendo de falar aquilo, mas era a verdade que conhecia*

Hatsuko
*Hatsuko ouviu todos os argumentos mas preferia continuar ao lado do noivo, concordando sobre a morte como única solução. Segurou a mão de Tsubaki, olhando-o com certa confusão.* Pedras não têm pétalas... Não é?! E esses Kuni ficam muito longe? Na sua terra?

Tsubaki
Ficar distante e non sair de Rokugan... Por isso sugerir matar... É esse chá é com jarro de jade, dado em xícara de jade... Mas purecisar de Kuni...

Hatsuko
A gente não pode ir lá buscar? O jarro e a xícara..?

Tsubaki
Purecisar de gente dos Kuni, Hatsuko-san...

*sempre era mais formal em público com a sua noiva*

Hatsuko
Então... Vamos lá buscar um. O que acha?? Vai demorar alguns dias... Mas podemos buscar.

Tsubaki
Demorar meses....

Hatsuko
Ah... Então tem que matar. Seymour, você cuidou de mim. Você viu como o ataque daquele padre com a mácula foi, como matou meu filho com tanta facilidade... Não tem como curar. Tem que matar. Todo mundo. Eu mato. Tsubaki também.

Narrador
*Helena ia falando* Esperem! Se isso for verdade então teremos que matar quase toda cidade... E mesmo nós curandeiros estaríamos em risco.. Não há como não ter contato com o sangue dos feridos... *Seymour estava pensativo* Não! Matar não é a solução. Temos que procurar outro meio... Pelo menos nos certificarmos que não há outra maneira de salvar a pessoa. Se qualquer suspeita for desculpa pra matar, então eu não participarei de nada disso... *ele olhou Hatsuko* Se o que o Sr. Tsubaki diz é verdade... Você Hatsuko, o Lei e também eu corremos o mesmo risco... Você irá se matar se descobrir que está com a mácula ou será Tsubaki quem vai fazer isso? E se acontecer com Lei? Comigo pouco importa... Sei que me matariam sem pensar nas consequências... Mas e entre vocês? Você está falando como se fosse simples Hatsuko, mas não pensa na dor que pode causar a famílias diversas com tudo isso... Você perdeu um filho e mesmo assim não parece entender a dor.... *Seymour estava realmente aborrecido com toda aquela história e mais ainda com a facilidade com que Hatsuko falava em matar... Ele era um curandeiro. Não trabalhava para matar, mas para salvar vidas.*

Tsubaki
*Tsubaki o olhou como se previsse a resposta*

- Pensar na dor que ser um pai matar mãe e curiança. Pensar na dor que ser um ente querido erguer da tumba como zumbi. Com a maruca de Jigoku, morte ser piedade. Em Rokugan, Ichiban, antigo buruxo, fazer Guerra das Tumbas Roubadas, onde usar corpo de ancesturais para atacar Rokugan....

Hatsuko
*Óbvio que Tsu não partilhava de toda a calma que o noivo. Ao ouvir todas aquelas perguntas, aquele tom, a acusação de que não sentia dor pelo filho morto. Não conteve o rosnado e muito menos o impulso de segurar o curandeiro pelo pescoço, apertando-o um pouco.*
- Foi um DESSES que matou o meu filho. Mato você, mato meu pai, minha mãe, meus irmãos, quem for preciso. E me mato também. FOI UM DESSES!

Tsubaki
*Tsubaki estendeu o braço e, logo após a falha, segurou a noiva, tentando conter a fúria dela*

- Contenha sua ira, Hatsuko-san...

*falava num tom assustadoramente calmo e sereno*

- Senyor, moderar no que dizer. Da puróxima, acertar contas comigo...

Hatsuko
*Cedeu a Tsubaki, mesmo que facilmente pudesse ignorá-lo e seguir mostrando a Seymour com quem estava lidando. Foi para trás do noivo e afastou-se um pouco do grupo. Apenas ela e Lei sabiam o que haviam visto.*

Lei Keylosh
*Antes de os ânimos se exaltarem, Lei achou interessante o que Tsubaki disse. O oriental nunca havia contado aquela história sobre seu passado, pelo menos não para ele. Então depois que Tsubaki conteve Hatsuko, Lei disse.*

Parem! Vamos nos acalmar! Seymour, Helena... Se nos matarmos agora, isso não ajudará em nada! Vamos nos concentrar na operação que combinamos! Tsubaki, assim que as pessoas forem levadas até a catedral, quero que teste com sua jade em cada uma delas. Avise-nos ao menor sinal detectado. O restante encontrará o nosso público-alvo. Não vamos perder tempo!

Tsubaki
Hai, eu abisar sim. Hatsuko, vir comigo. Onde estar pessoas doentes?

*olhava para Seymour determinado*

Hatsuko
Meu pai quer que eu encontre as pessoas e leve-as até você. *Murmurou em tom de desânimo. Lidar com loucos ou portadores da mácula não era parte de suas habilidades.* Mas eu iria com você Tsubaki-..... San.

Narrador
*Seymour ouviu o discurso de Hatsuko... Era bonito na teoria, mas e na prática... Será que seria mesmo real? Logo o oriental interferia, ele tampouco havia sido agradável.... Mas quando Lei falou, Seymour suspirou longamente, não seguindo adiante com a discussão* Desculpe senhor! Eu só não consigo suportar todas essas palavras e discursos... É fácil os ricos e poderosos fazerem o que quiserem e descartarem os menos providos e fracos... Mas a história sempre muda quando eles é que estão ameaçados... *Helena ficava quieta diante daquilo tudo que havia ocorrido, mas pela expressão que havia observado Hatsuko enquanto falava, ela não aprovava nem um pouco a atitude da garota... Mas não entraria em discussões desnecessárias... Seymour seguia falando* Eu vou juntar alguns grupos e levar até a catedral... Eu vou juntar alguns soldados... Vou levar grupos de 20 a 30 pessoas, para não causar muita confusão.... Enquanto estiverem esperando, seriam bom que o Sr. Tsubaki testasse essa doença em vocês também.... Eu vou juntar uns curandeiros para ajudar no processo.... Bem, com licença! *Seymour fazia um breve meneio, e ia se virando para sair, sendo acompanhando por Helena.... Não sendo impedido ele seguiria para executar a tarefa*

Hatsuko
*Manteve-se um pouco afastada, sem interferir nos absurdos que aquele curandeiro fazia. Se soubesse que seria tão irritante não teria permitido ser ele a ajudá-la a sobreviver. Mas ao ouvir sobre ser testada, Tsu gelou brevemente. Por duas vezes havia tido contato com a Mácula: na invasão de Mathesis e na tentativa de transporte de Pride para outra cadeia. Era contato em excesso... Chamou Tsubaki para mais perto, murmurando.* Eu... tive duas vezes.. o contato.

Tsubaki
*de imediato pegou um dos vários pedaços de jade que ele é ela coletaram perto do lago, colocando na palma da mão e encostando no rosto dela, como se quisesse, além de acariciar, encostar bem o jade, respirando com fim alívio.*

- Eu ficar tanto tempo afastado que, se for para ter, jade já acusar. Mas usar dedo de jade ainda assim...

*e pegou um de dois pingentes que tinha feito, com jade em forma cilíndrica, do tamanho de um dedo estendido e deu a ela*

- Se incomodar, me abisar....

Hatsuko
*Até se assustou um pouco com a rapidez do noivo em colocar aquilo em seu rosto. Fechou os olhos sem nem respirar direito até que ouviu-o respirar com alívio. Segurou um dos pingentes e guardou-o em um dos bolsos que possuía na roupa. Ainda queria conseguir um outro kimono.*

Lei Keylosh
Muito bem, Seymour, nos encontraremos aqui na catedral, mantenha-me informado de qualquer eventualidade. Eu buscarei mais pessoas que foram tratadas na batalha fazendo perguntas e as trarei até aqui. Antes que eu vá, Tsubaki, quero que teste com a jade em mim também. *Lei ficou parado diante de Tsubaki, aguardando o teste.*

Tsubaki
E fez o mesmo teste nele. Encostou o jade na mão de Lei, no aperto de mão que muitos ensinaram a ele e que não gostava apesar de tudo. E como não ardeu, olhou para o sogro*

- Non saber se acontecer coisa com Jigoku ou se ser sorte, mas estar sem nada...

E estendeu o pingente de Jade para ele também.

- Keyroshi-sama... Onde ficar costureiro?

Lei Keylosh
*Foi pego de surpresa pela pergunta. Por que diabos Tsubaki precisaria de um costureiro agora?* Hã... Eu acredito que há um alfaiate naquela casa ali. *Apontou uma das ruas adjacentes.* É melhor ir vê-lo agora, porque se ele foi tratado na batalha da cidade, ele não ficará ali por muito tempo...

*Lei partiu então, aliviado por Hatsuko e ele não estarem contaminados pela Mácula. A operação duraria horas e provavelmente só retornariam à catedral ao entardecer. Assim que todos da cidade que foram tratados na batalha estivessem no interior da catedral, Lei trancaria a porta da mesma, ordenando a soldados que ficassem do lado de fora e impedissem a entrada de qualquer outra pessoa.*


Narrador
*Seymour ia ouvindo Lei falando logo após ter visto ele fazer algo com Hatsuko e entendia que aquele gesto era o tal teste.... Via ele fazer o mesmo com Lei, quando era pedido... Mas quando ouviu o oriental preocupado em saber onde ficava o costureiro, o curandeiro fez um leve muxoxo e gesticulou para Helena e assim eles foram se afastando.* (no próximo turno digam o destino que cada um vai tomar que logo eu turno.... Algo entre 30 min e 1 hora, após a saída de Seymou e Helena)

Tsubaki
*Tsubaki retornou com Hatsuko. Para refazer sua armadura seria necessário além de ferreiro, um costureiro, dado que usava um kimono específico por baixo da armadura. Ao fim da tarde, estaria com pedras e mais pedras de jade numa sacola que trazia nas costas.* Tsu-chan, obrigado por ajudar a pegar jade...

Hatsuko
*Sorria para o noivo com ares apaixonados depois de passar tanto tempo em sua companhia, até mesmo que fosse para catar pedras.* Será que vamos precisar de todas? Ou até de mais que isso? E talvez meu pai mande que eu vá buscar essas pessoas... Sou mais rápida que ele.

Tsubaki
Poder purecisar de mais... Non saber o quanto Jigoku ser turaçoeira...

*sempre que lidavam com aquilo, Tsubaki ficava severo, o ar meio fechado, mesmo com Hatsuko. Após colocar a saca de jade no chão, afagou o rosto dela, a puxando para um abraço*

Hatsuko
*Tsu gostava quando alguém assumia um tom mais severo. Frequentemente era ela quem precisava fazer aquele papel e era cansativo, ainda mais quando o desejado é ser protegida e não ser quem vai atacar. Abraçou-o, deixando-se recostar em seu ombro.*
Vai dar tudo certo. E aí nos casaremos.

Tsubaki
Kami escutar o que dizer, Tsu-chan...

*afagava a cabeça da sua lobinha carinhosamente, mas logo teve de soltar o abraço. Quando ouviu falar em casamento. Um sorriso no rosto dele era prova de que se lembrou que ia casar com ela, que, depois de todas as virtudes, parecia uma jovem de sua terra

Hatsuko
Kami? Quem é Kami?

*Estranhou que ele soltasse um dos braços ao ouvir de casamento, mas ainda sorria. Pelo jeito tudo ainda daria certo...*

Vai querer ver onde o... bebê está?

Tsubaki
Kami ser o que povo chamar de Deus. Minya terra ter muitos kami, e muitos serbos... Eu estar pedindo que os kami abençoar nosso casamento...

*sorriu até ela falar do bebê*

- Depois...

Hatsuko
Eu não tenho um Kami. Nunca tive... Nem nunca senti falta, na verdade... *Sorriu, focando em desviar o assunto.* Estão demorando tanto. Não quero gastar o tempo com você aqui.

Narrador
*Hatsuko e Tsubaki estavam juntos a caminho da catedral após terem ido visitar o costureiro... O oriental carregava consigo uma bolsa cheia de pedras de Jade, realmente se queria testar as pessoas da cidade ou deixa-las de algum modo protegidas, iria precisar delas... Lei já havia juntado as pessoas que conhecia... Juntou um número de pessoas comuns e soldados... E ficava a espera da filha e genro e do casal de curandeiros responsáveis por levar as pessoas até a construção. O casal que ainda estava pelas ruas, ouviriam uma grande confusão e gritaria.... Após apurar um pouco o ouvido, ouviriam...."É o fantasma de Mathesis....", "O Demônio....", "Ele vai matar a todos!"..... Uma grande correria ia dispersando as pessoas... Que seguiam em direções diversas.... Umas corriam pra catedral, outras correriam para longe da confusão... Outras na direção da confusão.. O casal veria próximo ao mercado uma grande confusão com pessoas e soldados.... Na catedral um soldado apresentava-se a Lei...."Senhor! Um homem foi visto com as roupas dos padres de Mathesis. Ele foi rapidamente cercado, e as pessoas estão fora de si... Estão chamando ele de fantasma e demônio de Mathesis.*

Tsubaki
*Tsubaki olhou para Hatsuko, levando as mãos dentro da roupa de algodão que substituía o kimono, checando suas adagas*

- Ficar e cuidar do jade...

*falou com bastante firmeza e seriedade enquanto já se dirigia correndo até a porta*

Hatsuko
Tsubaki!!
*Ele não podia deixá-la cuidando de pedras e correr para onde havia a confusão! Mas terminou só mesmo resmungando e sentada ao lado do saco de pedras.*


Lei Keylosh
Maldição! *Exclamou Lei ao soldado e depois disse.* Fique aqui com os demais soldados! Tranque as portas da catedral e não deixe nenhum dos cidadãos entrarem, sob quaisquer circunstâncias! Eu vou averiguar a confusão!

*E saiu correndo até o ponto da confusão que, supostamente, não era nada difícil de encontrar. Bastava seguir a correria.*

Hatsuko
*Hatsuko apenas pegou o saco de jade e caminhou até algum lugar menos exposto. Se aquelas pedras eram a salvação, devia guardá-las.*

Narrador
*Tsubaki deixava Hatsuko para trás e então avançava na direção da confusão... A jovem vendo-se sem muitas escolhas acabava ficando para trás, mas decidia ao menos procurar algum abrigo para a scaola de pedras...Lei quando saía da catedral, veria Tsubaki já junto a roda de pessoas que estavam exaltadas... O oriental via cercado por soldados um jovem que não tinha mais de 20 anos... Tinha os cabelos brancos e lisos, que iam até a cintura.. Sua pele era tão pálida que praticamente igualava-se aos cabelos. Seus olhos eram de um tom marrom avermelhado. Ele vestia roupas negras. Sapatos, calça, um sobretudo largo, que estava fechado e um chapéu igualmente negro de abas largas... Na cintura, pendia um cinto de couro com uma massa pendurada. Ele trazia consigo uma bolsa de viagem as costas e na mão direita um odre de couro. Mesmo estando cercado o jovem mantinha um sorriso sarcástico... Olhando todo o alvoroço ao seu redor.. * Eu pensei que isso aqui estaria melhor... Mas estão mais desesperados que antes... Lei chegaria um pouco depois, e veria os soldados cercando o jovem... enquanto outros continham as pessoas, que tentavam avançar...* Ele veio nos matar! O mensageiro da morte! *Os guardas começavam a ter um pouco de trabalho com as pessoas ali no local... Seymour e Helena aproximavam-se, correndo na direção do local da confusão*



Hatsuko
*A curiosidade matou o gato, não é?! E certamente algum dia colocaria a loba em perigo suficiente para ter o mesmo destino. Deixou o saco o mais oculto que conseguia e correru rumo à confusão. Já via todo o alvoroço, via seu pai se aproximando, Seymour, Helena... Mas procurava essencialmente por Tsubaki.*

Lei Keylosh
*Lei se aproximou da confusão e gritou aos soldados.* Afastem a população daqui! Não deixem que ninguém se aproxime deste homem! *E depois fitou o homem misterioso. Verificou se alguém ali conhecia a figura. Seymour, Helena, Hatsuko e Tsubaki. Caso ninguém tivesse reconhecido-o, Lei falaria com ele.*

Identifique-se! Vasculhamos a cidade por dias. Não me lembro de tê-lo visto, certamente nos lembraríamos de você!

Tsubaki
*Tsubaki se embrenhou em meio à multidão, usando ela pra ocultar seus passos, colocando-se em uma posição de onde pudesse encurtar a distância com poucos saltos. Apesar de ser do clã da Lebre, ele em si era humano, com suas limitações*

Narrador
*Tsubaki foi passando por entre as pessoas e esgueirando-se por entre elas, procurando uma posição que considerasse privilegiada, onde com poucos movimentos poderia já estar apto para o combate. Hatsuko ia vendo tods se reunindo.. Vendo Lei que já começaria a dar ordens aos soldados e Tsubaki, que logo embrenhava-se por entre as pessoas, precisando de mais atenção, se ela quisesse mantê-lo sob vigia... Lei percebia que ninguém conhecia o homem que estava ali cercado... Ele não estava pela cidade quando o ataque foi lançado e nem mesmo depois, sendo esta sua primeira aparição na cidade. Os soldados mantinham as pessoas afastadas e mesmo Seymour e Helena ficavam mais afastados junto com um grupo de pessoas e curandeiros... Lei logo falava com o homem, Tsubaki que estava mais próximo poderia ouvir a conversa entre eles, por entre o barulho das pessoas.... O homem sorriu levemente e olhou na direção de Lei.. Era um jovem de jeito sarcástico e baixa estatura* Muito boa tarde! Me chamo Isaac e perdoe-me se não achou-me escondido por entre becos e tavernas. Este que vos fala, só adentrou os limites da cidade nesta agradável tarde. Só queria cortar caminho para a Cidadela, mas parece que fui pego numa grande festança e pelo visto comemoram minha chegada.... *ele alterava muito a voz, mas falou num tom que poderia ser ouvido sem dificuldades. Parecia que divertia-se com todo aquele alvoroço causado. Os guardas que o cercavam, mantinham-se atentos. Um pouco nervosos com a situação. Se fosse mesmo o que diziam, provavelmente teriam problemas em para-lo. Certamente alguns homens da linha de frente acabariam morrendo, antes que o tal homem fosse dominado*

Hatsuko
*Hatsuko permaneceu um pouco afastada, perdendo Tsubaki no meio da confusão. Não entendia como poderia ser útil no meio de tantas pessoas, no entanto. Ouviu a resposta do estranho com as sobrancelhas até um pouco arqueadas, achando mais rebuscada que o normal por aqueles lados. Devia ser de longe...*

- Se ele só quer passar... Ora, só mandar que o acompanhem até a saída de Mathesis.

*Hatsuko farejou 'sutilmente' o ar, tentando identificar algum odor conhecido ou alarmante.*

Tsubaki
*Tsubaki era apenas um homem em roupas vermelhas olhando de uma posição privilegiada, atento a cada movimento daquele que não sabia ser quem era. De certa forma tinha uma postura indigna, mas que lembrava alguns samurai menos educados e mais falastrões. Apenas ficou de bico calado. Se ele tentasse algo contra sua nova família, ia entender o poder de seus nemuranai, itens cujo espírito despertou (no caso suas adagas de chamas de jade)*

Lei Keylosh
*Lei fitou Isaac, surpreso, e respondeu.* "Cidadela"? Refere-se à Cidadela dos Justiceiros Sagrados?? *Depois ouviu o que Hatsuko disse e complementou.* Sim, pode se retirar quando quiser. Porém, devo lhe perguntar o motivo de sua visita. E também por que todos os habitantes ficaram apavorados com a sua presença. O que deseja em Mathesis, Isaac?

Narrador
*Isaac continuaria cercado pelos guardas... Isso evitaria que pudesse atacar as pessoas e também ao mesmo tempo de ser atacado por elas... Tsubaki não teria muitas dificuldades para a aproximação, caso fosse necessário. Hatsuko farejava o ar em busca de algum cheiro que pudesse reconhecer ou que fosse realmente preocupante, mas de onde estava sentia apenas um cheiro bem leve de sangue.* Exatamente mestre! A cidadela dos Justiceiros Sagrados. Eu treinei lá quando mais jovem. Minha visita? Estava apenas de passagem... Ao saber que a cidade foi tomada, imaginei que poderia usa-la como atalho até Lagus e de lá ir até a Cidadela... *Lei sentia alguém tocar em seu ombro.. Mal teria sentido o toque sobre o ombro direiro, quase perto do braço e fora empurrado com força e violência para o lado esquerdo. Por ele passava um homem alto e forte, mas que não passava de um camponês. Pelo menos pelas vestes, pois o homem tinha a pele mais avermelhada e as veias dilatadas... Ele passava correndo, forçando passagem empurrando as pessoas a frente os lados, seguindo na direção de Isaac. Era um homem de uns 35 anos, cabelos bem curtos e usando um avental sujo de sangue. Os guardas se alarmavam e parte deles perdiam o foco de Isaac.*

Hatsuko
*Não parecia preocupada com o leve cheiro de sangue que havia sentido. Era um cheiro que gostava e, tão leve assim, não parecia representar qualquer ameaça. Conhecia os Justiceiros. Lembrava-se bem de tudo o que seu pai havia contado, de como sua mãe havia sido tratada por aquelas pessoas. Mas se ele queria ir para lá... Problema dele. Assustou-se com a chegada do estranho, quando o cheiro de sangue tornou-se mais forte. Estava de braços cruzados e assim continuou. Desde que não machucasse algum morador, não faria nada. Claro, se o pai não mandasse alguma coisa.....*

Lei Keylosh
*Lei cambaleou para o lado com o empurrão forte do homem robusto. Não houve tempo para impedir a trajetória do camponês, que parecia correr na direção de Isaac com bastante ódio. Lei apenas gritou ao homem.* Não!! Não se aproxime dele! Pare!!

Tsubaki
*Tsubaki iria agir, mas não naquela situação. Preferiu manter-se atento à figura maior: Um homem misterioso e um berserker indo na direção dele. Talvez fosse uma ótima hora de sondar as capacidades daquela pessoa.*

Narrador
*Os mais aptos que poderiam parar o homem decidiam esperar para ver que aconteceria... O homem passou pelos soldados que tentaram para-lo, indo direto para o visitante, que procurava sair do caminho do camponês enfurecido* Ei o que há ... *ele ia falar alguma coisa, mas parou de repente levando as mãos até as costelas, do lado esquerdo, para onde havia se deslocado para se esquivar... Fora perfurado pela lança de um soldado... Por reflexo ele olhou o soldado e recebeu um murro do camponês que o jogou para trás, o fazendo cair de modo desengonçado sobre outros soldados que estavam mais atrás... Os soldados não sabiam ao certo se atacavam ou não o camponês, mas como ele avançou enfurecido, contra os soldados que estavam próximos a Isaac, três deles deram uma estocada contra o homem que mesmo tendo seu corpo perfurado, ignorou a dor e segurou uma das lanças a arrancando.... Os soldados pareciam perdidos, sobre o que realmente fazer... E aquela confusão dava chance as pessoas que agora passavam a avançar, procurando agredir os soldados, até mesmo Lei e Hatsuko.... Logo Tsubaki veria-se meio preso, imprensado por entre aquelas pessoas que iam começando a se amontoar ao seu redor*

Tsubaki
*assim que começou a bagunça, Tsubaki se moveu, tentando achar uma posição menos agitada. Não podia agir ainda. Era um trunfo a ser usado, como fonte de inteligência ou como elemento surpresa... Se é que era possível surpreender aquele ser. Mas ainda assim estava atento ao Berserker. Não iria se meter com aquele oponente. Os Caranguejos já eram bersekers temíveis por si só e essa lembrança não era a mais agradável de todas

Hatsuko
*Acompanhou toda a loucura que se seguiu, vendo o "prisioneiro" ser ferido por uma lança e por um soco e logo após o camponês enlouquecido. Aquilo doía e Hatsuko sabia muito bem, mesmo sem nunca ter em seu corpo três lanças ao mesmo tempo. Até aquele momento a filha de Lei estava "suportando" assistir sem agir... Mas assim que a confusão foi ampliada por populares, Tsu crinou. Tiraria de seu caminho com empurrões os mais inofensivos que tentassem atacar mas não pensaria muito em revidar caso fosse ferida. Se tivesse alguma folga, tentaria chegar ao louco para tentar impedí-lo. Ou para terminar de matar...*

Lei Keylosh
*Lei esperava que a transformação de Hatsuko pelo menos causasse medo nos populares, espantando-os para longe para diminuir a confusão. Tudo ficava pior com os soldados igualmente apavorados, principalmente depois que eles atacaram o camponês grandalhão. Lei correu na direção de Isaac enquanto gritava aos soldados, apontando para o camponês enfurecido.*

Prendam este homem mas não o matem!! (Se ele já não estivesse morto) Hatsuko, tire estas pessoas daqui, faça o melhor que puder! *Lei empurraria ou até mesmo lutaria contra soldados que tentassem atacar Isaac. Em seguida, seguraria o homem de cabelos brancos pelo braço e diria.* Venha comigo! Precisamos sair daqui! Sua presença está causando um alvoroço aqui!

Tsubaki
*Ia ficar quieto, mas ao ver Hatsuko crinar, saiu de sua situação oculta. Suas tanto presas no obi (cinta do kimono). Ia em direção ao Berserker, mas mantendo certa distância.*

Hatsuko
*"Afastar as pessoas"... Parece que seu pai não confiava a ela mais lutas ou confrontos diretos depois do que havia ocorrido em Lagus durante o sumiço de Tsubaki. Tudo o que fazia era afastar pessoas e muitas vezes pelo medo. Paciência... Rosnou nada amigavelmente enquanto seguia na direção das pessoas mais exaltadas para já começar a tentar afastar.*

Narrador
*De uma hora para outra uma grande confusão instalou-se pelas ruas de Mathesis. Hatsuko vendo-se em risco transformou-se.. Claro que isso assustou as pessoas próximas que assim correram assustadas, procurando se afastar o mais rápido que podiam.. Tsubaki resolvia agir, mas o momento não estava exatamente bom para ele agora... As pessoas a sua frente e ao seu redor se atravancavam e se empurravam num misto de pessoas confusas, assustadas, outras já mais agressivas e os guardas tentando conter essas pessoas.. Ir e vir estava mais complicado, ainda mais na direção do camponês que ia sendo cercado por guardas... Lei avançava junto com alguns guardas próximos, dando ordens enquanto procurava alcançar Isaac. Ele não teria problemas com os guardas, que davam passagem a ele, conforme avançasse, mas teria de conter o camponês que praticamente se atirava a frente, esmurrando o Isaac com as duas mãos... Mas o homem apenas acertava o chão... Que tinha agora uma grande poça de sangue, no lugar de Isaac. Os guardas se assustavam com a transformação repentina do desconhecido... Um dos guardas gritava* "não estamos conseguindo parar ele" *O camponês enfurecido se agitava, com aquela "poça de sangue", deslizando agora por sobre o corpo dele, como algum tipo de criatura viva... O homem espumava de ódio, desferindo golpes a esmo, tornando-se difícil a aproximação direta*

Tsubaki
*Apesar do tumulto, o samurai pegou o dedo de jade que sempre carregava consigo e arremessou no gigante. Tsubaki viu muitas coisas que passavam longe da mácula, mas sua vide em Rokugan sempre o fazia acreditar que aquilo estava por trás, sempre testando. Queria apenas que acertasse ou o sangue ou o berserker, na esperança de reagir de alguma forma. Senão, suas tanto seriam apenas isso: Tanto*

Lei Keylosh
* Assim que Isaac se transformou em sangue, Lei sabia que aquele não se tratava de um homem comum. Obviamente estavam lidando com um embate sobrenatural. Enquanto sacava seu bastão de madeira de um suporte nas costas, que se desdobraria em uma foice, Lei gritava para os soldados.* Afastem-se!! Vocês não podem com um ser como ele! Nós lidaremos com isso! *

*Ficou de prontidão, enquanto verificava se o dedo de jade de Tsubaki funcionaria. Qualquer que fosse o vencedor daquela luta, ele com certeza significaria um grande perigo.*

Narrador
*Após a cena de Hatsuko transformando-se (ele é uma kitsune se bem me lembro né?) mais o camponês enfurecido e o homem que virava sangue, as pessoas comuns procuravam fugir do local... Hatsuko já não teria realmente muito trabalho para afastar as pessoas... Lei ia dando ordem aos soldados que iam então recuando, enquanto ele aguardava o que aconteceria. Tsubaki jogou então um pedaço de jade e nesse momento sentiria-se frustrado ou talvez aliviado. A jade não surtiu efeito algum em nenhum dos dois... Mas agora ele teria os movimentos mais livres pois muitas pessoas havia se afastado. Em meio a toda aquela correria acontecia a estranha luta entre o camponês e o estranho visitante... Logo todo aquele sangue que havia escalado o corpo do camponês havia voltado ao forma de Isaac, que usava o braço direito para se pendurar no homem, com o braço em volta do pescoço do mesmo e com a mão esquerda ele tocava o rosto do homem, parecendo queima-lo com o toque da mão a ponto de sair fumaça de pele do camponês... Quem quisesse tentar intervir poderia tentar, mas a bagunça ainda era grande e pedras começavam a chover sobre os que ali estavam... Os guardas, camponês e Isaac, Tsubaki e Lei. Hatsuko que estava mais afastadas não estaria sendo alvejada pelas pedras, e via pessoas diversas tacando-as*

Hatsuko
*Hatsuko não era um poço de paciência em situações de caos extremo como aquela. Talvez pudesse aprender com Tsubaki a ser um pouco mais centrada, mais calma, mais... racional. Não se fixava tanto na luta dos dois, já que Lei e Tsubaki estavam com atenção ali. Mas quem jogava pedra... Ah... Esses mereciam uma "carreira" da garou. Tsu não fez nada além de correr na direção dos baderneiros com rosnados, dentes e garras bem à mostra.*

Tsubaki
*respirou aliviado. Menos um problema para se preocupar em meio àquilo. Mas uma pedra arrancou-lhe sangue do rosto, atingindo próximo ao olho, abaixo dele. Tentou olhar de onde vinha, mas teve de se esquivar de outra é mais outra. Rosnou baixo e tentou correr na direção de sua noiva tão bem humorada*

Lei Keylosh
*Lei sabia que a cidade vivia uma tensão constante desde que foi invadida. Ele sabia que qualquer ato, por menor que fosse, poderia desencadear uma revolta ou algo parecido. Mas aquela era uma situação de emergência e precisava agir. Ele deixou de lado a figura conciliadora e adotou mais a atitude de sua filha, usando o medo para tirar aquelas pessoas dali. Ele sabia que, enquanto os populares estivessem presentes, aquele caos nunca iria acabar.*

*O barbudo bloqueou as pedras como pôde e antes que a situação saísse do controle, ele girou a foice na direção dos habitantes, emitindo uma onda de impacto com o objetivo de empurrar a todos para trás sem nenhuma delicadeza. Mulheres, idosos, crianças, não importava, todos seriam empurrados e derrubados para trás. Em seguida gritou de maneira feroz, tentando, literalmente, amedrontar os populares.* Saiam daqui!! Voltem para suas casas, agora!!

Narrador
*Domine Mathesis parecia um barril de pólvora.Bastava qualquer faísca e pronto já teriam um grande alvoroço na cidade. Isso era certamente problemático, pois se continuasse daquela maneira, logo teriam revoltas e mais guerras e sangue inocente derramado. Hatsuko deixava que o pai e o companheiro tomassem conta da luta, enquanto tentaria resolver o problema com os homens que apedrejavam o grupo de soldados ... Hatsuko fazia com que o homens fosse fugindo, alguns lhe tacavam pedras antes de fugir ou durante a fuga... Tsubaki era atingido, sentia a dor da pancada, mas não seria capaz de lhe derrubar... Ele avançava e então sentiria seu corpo ser empurrado por algo, assim como algumas poucas pessoas e soldados, irem para sua direção... Lei havia liberado uma onda de impacto que derrubou muitas pessoas e fez outras de afastarem, isso somado ao grito e as investidas de Hatsuko já faziam as pessoas se afastarem quase que desesperadamente.... Quando Lei se voltasse para Isaac e o camponês, veria o primeiro se abaixando, e o segundo caído, parecendo desmaiado e a beira da morte... Seu corpo parecia mais fraco e magro que anteriormente... Metade de seu rosto estava em carne viva e Isaac agora parecia que ia lhe tocando o peito com a mão direita*

Hatsuko
*Cuidaria mais tarde daqueles que jogaram pedras. Podia não ser boa para reconhecer feições mas os cheiros dificilmente saíam de sua memória. Parou de investir apenas quando boa parte das pessoas estivesse longe o suficiente. De volta à sua forma habitual, estava obviamente mal-humorada com toda a sequência de acontecimentos. Sempre algo tinha que acontecer quando estava junto de Tsubaki... Sempre! Ainda que catar pedrinhas verdes não fosse nem exatamente divertido e muito menos romântico. Caminhava de volta para a região da confusão, observando o estranho e o camponês.*
- Povo ingrato. Devia chamar de volta aquele padre maldito.

Lei Keylosh
*Com o povo fora do caminho, agora conseguiriam se concentrar no homem estranho de cabelos brancos. Em resposta ao que Hatsuko dissera, Lei falou.* Eles podem não gostar, Hatsuko, mas estamos lutando por eles! Agradecerão um dia! *E depois apontou a foice para Isaac. Chamou-o pelo nome, já que ele havia se apresentado anteriormente.*

Isaac, afaste-se deste homem! Você está preso! Acompanhe-nos até as celas agora! Sem movimentos bruscos!


Última edição por Admin em Seg Jan 26, 2015 4:43 pm, editado 5 vez(es)
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Re: A Loucura em Mathesis - Parte 1 (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex Dez 12, 2014 5:17 pm

Tsubaki
*Tsubaki havia apenas sobrevivido às pedras. Nada parecido com o que ele passou na sua ausência, então apenas aguentou sem muito se abalar. Apenas observou a prisão do tal Isaac. Não ia se meter com ele. Não desarmado como estava. Quase morreu quando enfrentou o demônio que o fizera se afastar por causa do descuido de se jogar contra ele sem realmente estar apto. Apenas observou*

Hatsuko
*Tsu caminhou para perto do noivo, apenas aguardando o momento de novamente crinar. Duvidava que o estranho se rendesse tão pacificamente, ainda mais após ser hostilizado daquela sem aparente motivo.*
- Ele não vai se render. Meu pai parece burro... Inocente...

Tsubaki
- Eu discordar, minya futura esposa. Parecer astúcia de fera...

*a olhou, se aproximando. Se precisasse, entraria em combate, mas mesmo assim preferia entender quem ou o que era Isaac, para saber o que fazer se preciso*

Hatsuko
- Ele não vai se render. Eu não me renderia...

*Parou junto dele, recostando a testa no ombro do samurai antes de um breve suspiro que precedia uma pergunta que há muito a intrigava.*

- Por que eu? Ninguém gosta de... monstros. Se esse Isaac for um, ninguém gostará dele.

Narrador
*Realmente agora tudo havia ficado mais fácil... Pelo menos aparentemente. Tsubaki e Hatsuko reuniam-se, enquanto os guardas cercavam a área em suas posições. No centro de tudo agora só havia 3 homens, Lei, Isaac e o camponês... Lei dava a ordem para que o homem fosse solto e logo dava voz de prisão ao forasteiro... Isaac estava abaixado, olhou de lado para Lei e continuou o que fazia* Sem essa barbudo. Se eu parar agora esse homem vai acabar morrendo. Não sei o que fizeram com ele, mas que ele vai morrer ele vai... *o rapaz falava em tom trivial e mesmo de ironia* E outra coisa... Porque eu vou ser preso? Vocês me atacam e eu que sou preso? Tá achando que sou idiota, senhor barbudo? * Lei estaria próximo ao homem, se decidisse atacar, certamente o forçaria a se afastar do camponês se quisesse manter a integridade. Além disso haviam guardas que o cercavam, e poderiam alvejá-lo com flechas com apenas um comando... O casal mais afastado poderia ver algumas pessoas sendo ajudadas por curandeiros, entre eles Seymour e Helena... Algumas pessoas haviam se machucado um pouco, devido ao golpe de ar lançado por Lei, algumas também haviam se machucado com as pedradas*

Lei Keylosh
*Lei permaneceu apontando a foice para Isaac enquanto respondia.* Está querendo dizer que você está salvando a vida deste homem?? Como?? E como sabe o que há de errado com ele?? Tudo o que vejo à minha frente é você queimando a face dele com a mão! Sua presença causou distúrbio na população e eu quero afasta-lo daqui para proteger os habitantes de você... Ou você deles. Não viu as pedras sendo arremessadas? Se eu e minha filha não tivéssemos feito nada, seríamos todos linchados aqui.

*Lei apertou a foice com mais força, fitando Isaac incisivamente. Era um momento tenso.* Isaac, responda-me rápido ou nem mesmo eu poderei conter o ataque dos soldados! O que o homem que você está tocando tem??

Tsubaki
*Tsubaki apenas manteve-se silente, atento tanto a Hatsuko quanto a seu sogro. Mantinha as tanto por perto, pois mesmo se não houvesse a força total delas, ainda eram armas formidáveis pela sua resistência e pelo espírito da Terra desperto em cada uma delas.*

Hatsuko
*Diante do silêncio, Tsu afastou-se o suficiente para conseguir ver o que ocorria. Tanta confusão por qualquer lugar que passavam já estava deixando tudo mais cansativo, mais desanimador. Ainda achava que a vida em Terânia era a melhor que havia tido até o momento.*

*Ouviu a conversa entre o pai e Isaac, de braços cruzados, e sem se preocupar ainda em interferir. Não estava com as armas que havia herdado da mãe, quase nunca andava com elas. Só o fato de ser garou era suficiente para aquietar e assustar 99% da população local.*

Narrador
Sim! Eu já queimei ele antes... Agora não mais.... *Lei podia realmente reparar que o homem não parecia mais queimar.... Só e estava sendo tocado no rosto, sem nada realmente parecer acontecer* Eu vi tudo acontecendo barbudo.. Mas você acha que eu tenho que ser preso porque você não controlou o seu povo? Eu não preciso de proteção contra eles e nem vou atacá-los.... Relaxa a mão, isso causa uma tensão no braço que não é fácil... *ele ia soltando o homem enquanto ia ouvindo a pergunta de Lei e ia começando a se erguer* Uma maldição! *ele ia se virando de frente para Lei, tendo um sorriso gentil nos lábios. O homem permanecia desmaiado, mas estava vivo. Respirava lentamente e parecia mais fraco que antes* Acha que já pode conter o ataque dos soldados ou é melhor eu pensar em revidar uma possível investida? *ele fitava Lei a espera de sua resposta*

Lei Keylosh
Uma... maldição? *Murmurou Lei, enquanto observava o estado do camponês no chão. O homem realmente parecia melhor do que antes, mas Lei precisava ter certeza. Ele fez um sinal para que todos os soldados abaixassem as armas e ficassem onde estavam. Em seguida, chamou pelo mais novo curandeiro-chefe e sua nova assistente, esperando que fosse mais fácil localizá-los agora que a multidão havia se dispersado.*

Seymour?? Helena?? Por favor, verifiquem se este homem ao chão realmente está vivo e bem. Terá que desculpar minha desconfiança, Isaac. Muita coisa tem acontecido nesta cidade e temos que ter cuidado. Pessoas enlouquecendo, descrevendo a vinda de forças vingadoras e outros absurdos. Tudo isso é por causa desta... maldição?

Narrador
*Os guardas abaixavam as armas, mas permaneciam a postos para qualquer nova ordem. Seymour e Helena iam rapidamente se dirigindo na direção de Lei e logo iam ver como o homem estava. Iam se aproximando de Isaac que os olhava por um momento* A senhora é muito bonita! *ele dizia sorrindo para a mulher que fazia um meneio com a cabeça* Obrigada! *mas logo desviava a atenção para o homem... Isaac ia abrindo o odre e bebendo um bom gole de seu conteúdo* Essas confusões dão uma sede não é? *ele sorria com os lábios avermelhados... Hatsuko sentia claramente o cheiro de sangue.. O homem ali havia acabado de beber sangue do odre... Lei talvez não tivesse muita certeza, mas talvez tivesse a impressão que ele também teria bebido sangue, pela cor dos lábios do jovem pálido* Não se preocupe com isso.. É por desconfiar que permanecemos vivos... Mas bem, eu não sei te dizer se tudo isso que falou vem dessa maldição, mas é provável que sim. Eu não senti nada até o homem chegar bem perto. Mas não era nada que não pudesse ser resolvido, mas se ele continuasse assim, que sabe ele logo não tivesse mais cura.*

Hatsuko
*Estava até ficando distraída demais com toda aquela falta de ação, preferindo olhar seu noivo a participar de tudo aquilo. Mas o cheiro de sangue... Virou imediatamente a cabeça na direção de Isaac, dando alguns passos em sua direção. Farejou novamente apenas para ter certeza enquanto aproximava-se o até estar a pouco mais de 2 ou 3 metros do estranho.*

- Você bebeu sangue. Tem sangue dentro disso e eu sei. Ninguém bebe sangue... puro. O que você é?

Tsubaki
*Tsubaki teve de conter a náusea. Contato com sangue já não era muito bem aceito por seu povo, agora ingerir era demais. Apenas ficou imóvel, tentando não dar bandeira*

Narrador
*Isaac deu uma boa risadinha realmente deixando claro pelo lábios vermelhos e dentes que ele realmente havia bebido sangue* Foi exatamente isso menina. Ninguém bebe sangue puro? Costumam então misturar com o que? Eu nunca pensei que pudesse fazer misturas... hummm.. *ele parecia um pouco pensativo...* Talvez fique ótimo com cerveja... *Seymour e Helena iam se erguendo.... O rapaz ia falando* O homem está fraco, mas está bem.... Alguns dias de repouso e ele vai se recuperar.... Eles iam se afastando do homem caído e de Isaac* Então... Eu posso ir até a taverna, almoçar e beber cerveja e depois passar direto pela cidade, ou terei que simplesmente recuar e dar uma volta imensa ao redor da cidade para poder seguir meu destino? *Isaac ia fechando o odre calmamente e o perdurando junto ao cinto*

Lei Keylosh
Nenhum dos dois. *Respondeu Lei à Isaac de imediato. A foice se retraiu até virar um bastão novamente e então complementou.* Seymour, gostaria que fosse conosco até a taverna. Helena poderá vir também, caso ela não seja necessária nos atendimentos. Quero que este homem caído fique em observação e o plano original continua. Todos aqueles com algum sintoma de insanidade devem ser mantidos na catedral.

*Depois olhou para Isaac.* Eu, Hatsuko, Tsubaki, Seymour e você, senhor Isaac, iremos até a taverna nos sentar e você vai explicar exatamente como você curou aquele homem, por que a população entrou em pânico ao vê-lo e, principalmente, o que você é. Mais importante, você deve ficar longe de qualquer um dos habitantes. Você viu o que aconteceu quando apareceu em público.

Hatsuko
*Por ela, tanto faz. Iria com Lei se esse fosse o desejo ou ficaria na catedral, com as pedras de Jade, qualquer coisa. Olhou Tsubaki, franzindo um pouco a testa.*
- Está se sentindo bem? Está mais... branco.

Tsubaki *Tsubaki respirou fundo, como se jogasse fora pelo nariz toda aquela náusea. Pena que ainda tinha muita para exalar. Olhou Hatsuko, meneando que iria primeiro ao templo*

Sangue... Demais...

*e saiu andando, sem esperar ela*

Hatsuko
Mas é.. sangue só! *Murmurou, apressando-se para seguí-lo até o templo. Lei foi "ligeiramente" ignorado.*
Tsu-kun! Espera!!

Narrador
*Seymour olhava para Lei e fazia um meneio positivo* Sim, senhor! *Helena olhava* É melhor que eu fique para ajudar com os feridos.... *ela fazia um meneio e ia se afastando... Isaac dava de ombros* No final das contas eu irei para a taverna.. ah... *ele olhava Lei* Já que está fazendo esse convite com tanta cortesia, eu suponho que irá pagar minha conta não? *ele desviava o olhar de Lei... Ia olhando Tsubaki e Hatsuko se afastando* Eram aqueles alguns dos que você mencionou que participariam de nossa boa e agradável conversa?

Lei Keylosh
É.... Eram. Mas eles se juntarão a nós depois. Vamos. *Respondeu Lei, agradecendo pelos esforços de Helena. Depois se dirigiu até a taverna da cidade com Isaac e Seymour e comentou com o recém chegado.* Sim, eu pagarei se isso o fizer revelar o motivo de sua visita. Mas, infelizmente, a taverna daqui não comercializa bebidas alcoólicas. Quando viemos para cá, decidimos manter esta regra para não causar choque com a cultura local. Se apenas isto bastasse para acalmar as coisas por aqui...

*Lei foi até uma mesa nos fundos do lugar. Por precaução, mandou que dois guardas permanecessem na porta para evitar a entrada de populares. Supondo que a confusão tivesse espantado os clientes da taverna, eles tinham o estabelecimento só para eles. Lei começou a falar quando ainda estavam se sentando.*

Senhor Isaac, conheço apenas um tipo de criatura que se alimenta de sangue puro. E, a julgar pelo que você fez, não estou falando com um vampiro. Ou estou?

Tsubaki
*Tsubaki parou próximo do jade, olhando em volta e devolvendo à terra seu desjejum. Permaneceu curvado para a frente, respirando um pouco antes de terminar de devolver, arfando*

- <Merda, por que precisava beber? Já não basta carregar aquela imundície?>

Hatsuko
*Hatsuko parou uns 2 metros antes de Tsubaki, vendo-o vomitar e resmungar qualquer coisa naquela língua estranha. Ele havia bebido sangue... Sangue estava em tudo o que comiam, oras. Não havia nada melhor que o sangue morno de uma presa recém-abatida. Mas falar com ele, daquele jeito, não parecia boa ideia. Esperou que terminasse e só então chegou perto, tocando-o no ombro. Murmurou em uma voz doce, mansa, carregada do amor que sentia por ele.*
- Tsu-kun... Quer ir até o lago?

Tsubaki
- Tsu-chan... Depois ir... Ter de estar com seu pai... É o carregamento de jade purecisa estar seguro... Argh, gosto ruim... Purecisar passar água em boca...

Hatsuko
Vem... Lá tem água. *Mesmo mais minguada que o noivo, Tsu virou-se para o canto onde havia deixado as pedras guardadas. Ou pelo menos achava que havia deixado... Sentiu-se um pouco tonta, um pouco branca... Tsubaki ficaria furioso.*
- As... pedras. Sumiram! Eu deixei aqui, eu escondi aqui!

Narrador
*Isaac e Seymour ia seguindo Lei a caminho da taverna... Seymour parecia um pouco desconfortável com a presença de Isaac. Talvez meio inseguro com a situação.* Sem bebidas alcoólicas? hum... Que cidade triste... *ele sorria divertidamente.... Quando entravam na taverna, esta estava vazia... Toda a confusão da cidade, toda correria tinha interferido na rotina da cidade... O taverneiro olhou o grupo com receio, mas claro não os impediu de entrar, nem foi hospitaleiro, ficando atrás do balcão onde estava, apenas observando. Os guardas se posicionavam conforme Lei os ordenou e então Lei, Seymou e Isaac sentavam-se à mesa. Isaac ia ouvindo Lei falar, enquanto Seymour ficava quieto, atento a cada palavra* Vampiro? Não... Muitos pensam assim, mas isso é uma particularidade que adquiri com o tempo, nada demais, E bem, a minha visita até a cidade foi algo por acaso... Como havia ouvido que a cidade havia sido "libertada" do templo local.... Eu pensei que teria virado um lugar melhor... E como ela me faria economizar tempo até Lagus, decidi arriscar passar por aqui.... Mas então deu naquela grande bagunça que você mesmo viu e participou. PArece que esse povo ficou ainda mais louco que antes.

Tsubaki
*Tsubaki respirou muito fundo, observando em volta*

- <Porcaria>! Mas quem querer roubar jade? Aqui ser só jóia! Ser sagurado em Rokugan apenas!

*falava alto, irritado com a perda daquele saco tão cheio de jade*

Hatsuko
Joia vale ouro, Tsu-kun... Por isso roubam.

*Estava abatida após verificar que realmente não havia mais saco algum ali. E ele havia pedido...*

- Desculpa... Você falou para eu tomar conta. E eu não tomei... Vou tentar achar mais, Tsu-kun. Vá até meu pai, fique com ele...

Lei Keylosh
Então beber sangue é uma particularidade que você adquiriu com o tempo? *Indagou Lei, que não beberia nada.* Eu me pergunto, então, de quem ou do quê é o sangue que você carrega, e como você sacia sua sede. Você já conhecia Mathesis, senhor Isaac?

*Ele permaneceu dedilhando a mesa, olhando para outra direção.* Sim, a cidade está cada vez mais louca. Eu a invadi tentando livrá-la de um mal, mas parece que causei outro.

Tsubaki
*rosnou, olhando para cima em seguida e dando um longo suspiro, os olhos fechados. Não ia descontar a raiva nela, não por causa daquilo. Iria recuperar o jade. E alguém ia bancar os juros com sangue...*

- Depois tentar achar. Agora ir com Keyroshi-sama. Eu e Tsu-chan... Mas depois bandido acertar conta comigo...

Hatsuko *Poucas vezes Hatsuko demonstrava estar chateada com alguma coisa. Costumava demonstrar com raiva, isolamento, caçadas... Mas estava até com os olhos marejados, frustrada.*
Eu não vou... Vou conseguir descobrir quem foi. Deve ter cheiros aqui.

Narrador
Isso! *Ele respondia de maneira simplória* Olha, isso será perda de tempo, nem eu conheço essa origem, apenas sei o que posso fazer com ela. Mas de qualquer maneira não se preocupe, que não tenho a intenção de atacar as pessoas daqui ou mesmo de qualquer lugar. Mas claro que me defenderei quando for preciso. Eu já tinha ouvido falar da cidade... Eu cheguei a passar próximo a ela, mas uma conversa com uma pessoa, me fez evita-la. Eles seguem a mesma doutrina de um homem que me ajudou uma vez. Mesmo assim eu conheci pouco de sua doutrina ou se haviam outras pessoas que o seguiam. Porém o método que usavam aqui era bem radical. Pelo menos para mi, era bem diferente do homem que conheci, ou que penso ter conhecido. Você chegou a conhecer os Justiceiros Sagrados? Esse homem era de lá. Chamava-se Voltaire. Talvez você não tenha conhecimento, não sei... Eu nunca mais ouvi falar do grupo. Eu estava pensando em voltar até a Cidadela e saber como andam as coisas.... Bem..*ele deu de ombros* Quando se conquista algo, é preciso também se esforçar para mantê-lo. Só precisam descobrir a fonte desta maldição. Aquele homem não estava em estado avançado, mas acredito que seu corpo estivesse sendo tomado. *Seymour ia observando a conversa e ia se manifestando* É possível que seja algo deixado pelos governantes de Mathesis? Se você descobriu isso no homem, é possível descobrir a fonte? *Isaac coçou o queixo*Pode ser que sim...

Tsubaki
- Sentir cheiro e guardar... Mas eu Non ir sem Tsu-chan...

*tinha uma mentalidade teimosa mesmo, e não ia se separar dela. Não depois do fiasco que tinha sido como noivo*

Hatsuko
*Ainda estava, por assim dizer, envergonhada de ter sido culpada pela perda de inúmeras pedras recolhidas mais cedo. Não queria decepcioná-lo de novo portanto concordou com a proposta. Tentou sentir algum cheiro que estivesse mais acentuado, mais "recente", esperando para seguir com ele.*

- Vamos...?

Lei Keylosh
*A menção de Voltaire fez Lei abrir os olhos em surpresa e memórias passearam na mente do barbudo. Depois ele fitou Isaac e respondeu.* Sim, conheço Voltaire. Ou melhor, conheci, há muitos anos, antes de ele mudar e fazer coisas que prejudicaram minha família. Eu já fui um Justiceiro Sagrado, acredite se quiser. Não tenho notícias de Voltaire ou de nenhum outro Justiceiro há muitos anos. Acredito que a Cidadela está abandonada.

*Ele voltou ao assunto em questão, preferindo deixar Voltaire de lado.* Se você pode descobrir a fonte, então talvez possamos livrar a cidade desta maldição. Do que precisa para localizá-la?
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Re: A Loucura em Mathesis - Parte 1 (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sab Dez 27, 2014 11:45 pm

Narrador
*Hatsuko rondou o local por onde deixou a bolsa com as pedras e sentiu alguns cheiros, conseguia distinguir 3 cheiros diferentes, poderia tentar recorda-los mais tarde para tentar descobrir quem eram os ladrões... Assim se quisessem poderiam voltar para junto de Lei. (se decidirem voltar, podem fazer ações entre si se quiserem, enquanto estão a caminho, pois não chegarão de imediato na conversa deles.).. Isaac ficava atento a Lei quando este falava sobre ter conhecido Voltaire.. A revelação não era exatamente o que esperava ouvir, mas não mencionou a respeito.* Bem lamento que ele tenha prejudicado você e sua família.... *ele suspirou* Hummm... Eu imaginei que poderia ter ouvir algo assim sobre a Cidadela. Bem, eu na verdade só tinha interesse em informações sobre Voltaire...*ele ia olhando Lei e sorria* Bem, antes de tudo eu preciso de comida... Mas o taverneiro ainda está ali atrás do balcão e morrendo de medo de nos atender. Se puder fazer a gentileza dele me servir, posso começar a pensar em ajudar a sua causa de livrar a cidade.. E em segundo, talvez eu precise também de algum dinheiro.. *ele sorria* Talvez seja basicamente isso...*Seymour ia fechando o semblante* A cidade corre perigo e você se preocupa com dinheiro? *ia falando em tom de voz irritado e Isaac ia desviando o olhar para ele* Bem, eu sou basicamente um viajante. É normal pessoas como eu precisarem de dinheiro. Não vejo nada de errado nisso... Ou isso lhe parece errado, senhor Lei? *ele desviava o olhar para o homem barbudo a espera de resposta*

Lei Keylosh
*Lei fez um sinal para que o taverneiro servisse Isaac e depois respondeu, cruzando os braços.* Faço minhas as palavras de Seymour. Em primeiro lugar, caso não tenha reparado, não estamos em posição de pagar forasteiros para ajudar nos problemas da cidade, pois os gastos com a reconstrução do lugar já sugaram todo o cofre público. Se tivéssemos condições para isto, você veria uma força de ajuda muito maior na cidade. *Lei se ajeitou na cadeira antes de continuar.*

Em segundo lugar, se esta crise não for resolvida, não haverá mais Domine Mathesis e, portanto, não haverá ninguém para lhe pagar. Então que tal fazermos assim: Você nos ajuda com esta crise e depois o recompensamos com o que estiver ao nosso alcance. Terá comida e estadia enquanto estiver nos ajudando, isto posso lhe garantir. É tudo o que posso lhe oferecer no momento.

Narrador
*O taverneiro aproximou-se rapidamente... Ele observava o trio parecendo um pouco assustado... Isaac ia falando com o mesmo* Carne! Traga qualquer uma e bem vermelha... Também batatas e alguma torta salgada se tiverem.. Para beber pode ser um pouco de cerveja ou vinho ou ..aaah... Esqueci que não vendem nada assim por aqui... Me traga só água mesmo. Só isso! *ele fazia um meneio ao taverneiro e este saía depressa. Isaac voltava a atenção para Lei e Seymour* Percebe o que acabou de dizer, Lei? O futuro da cidade está nas minhas mãos e ainda assim você esta barganhando comigo. Se não houver mais Domine Mathesis e ninguém para me pagar, eu só preciso não fazer o serviço, é simples... Mas a sua proposta ainda é arriscada, eu não sei o que estará ao seu alcance quando tudo isso acabar.... Então eu cobrarei 3 odres de sangue humano. Incluindo o seu, daquela mulher que se transformou e desse rapaz aqui do meu lado... E cem peças de ouro... *Seymour parecia irritado com a idéia, mas Isaac ainda ia falando* Eu não me importo em quanto sangue cada um vai doar... Nem quantas pessoas farão a doação para encherem os odres. Mas as pessoas que mencionei devem estar inclusas e tirar pelo menos o suficiente para encher pelo menos um copo.... *Seymour parecia extremamente irritado com a proposta, e fitava Lei, esperando uma resposta... Isaac olhava calmamente para Lei*

Hatsuko / Minami *Ainda estava, por assim dizer, envergonhada de ter sido culpada pela perda de inúmeras pedras recolhidas mais cedo. Não queria decepcioná-lo de novo portanto concordou com a proposta. Tentou sentir algum cheiro que estivesse mais acentuado, mais "recente", esperando para seguir com ele.*

- Vamos...?

Tsubaki
- Hai, Tsu-chan... Depois enconturar bastarudo e fazer pagar...

*não parecia frustrado com ela. Ou, se estava, sua habilidade em cortesia estava tão boa que não parecia. Apenas indicou a direção que achava que era a taberna*

Hatsuko / Minami
*Ela ainda estava frustrada com o resultado de toda aquela confusão que culminou no roubo das pedras de jade. Iniciou a caminhada rumo ao encontro com o pai estava, sem tentar pegar na mão do noivo.*

Lei Keylosh
*Lei respondeu quase que imediatamente.* Quanto ao sangue, não há nenhuma possibilidade de isto acontecer. Quanto às cem moedas, veremos depois que a crise for resolvida. Caso deseje lucrar com a desgraça que recai sobre alguma cidade, sugiro que procure outro lugar, senhor Isaac. Desta cidade você não tirará nem uma moeda. Somos um grupo de pessoas talentosas, temos capacidade de lidar com este problema. Se não pode ajudar por princípio, então não pode ajudar.

*Lei se levantou.* Se estamos acertados, peço licença. A crise piora a cada minuto e o tempo é precioso. Aproveite sua refeição. *Antes de se mexer, Lei avistaria Tsubaki e Hatsuko entrando no estabelecimento.* [ Caso eles tenham ido direto para lá. ]

Tsubaki
*Tsubaki deu dois tapinhas no ombro de Hatsuko logo após iniciarem a caminhada, suaves, como se dissessem "Tudo bem". Continuaria caminhando junto a ela, sempre com o ar severo, mas sereno com ela. Ao chegar, apenas reparou um pouco mais na cena e respirou bem fundo quanto ao bebedor de sangue*

Hatsuko / Minami
*Entendeu o sentido dos "tainhas", muito embora não fossem um grande consolo. O caminho foi feito em silêncio, direto à taverna. Quando entraram, Hatsuko olhou o grupo e sentiu ainda o cheiro de sangue em seu olfato sensível. Olhou de 'soslaio' para Tsubaki, esperando que ele conseguisse suportar.*
- Não tem cheiro de sangue de caça. Estranho...

Narrador
*Lei havia prontamente respondido Isaac e se levantado para deixar a mesa.... Isaac apenas sorriu como se aguardasse por aquele tipo de resposta. Seymour ia se levantando calmamente... Lei ia caminhando na direção da saída da taverna e deparava-se com Hatsuko e Tusbaki que acabavam de chegar.... A conversa havia sido breve e o casal não tinha pego seu conteúdo, mas teriam tempo de ouvir a resposta de Isaac, para Lei, que ia deixando a taverna* Pede para que use meu poder e nem mesmo se propõe a me dá o o combustível que preciso... Não me sacrificarei pelo seu povo... Sabe o que é pior? Vocês podem lidar com a situação, podem acabar com tudo, mas com que custo? Eu sei o quem pode ser o culpado por isso tudo e também posso salvar as pessoas amaldiçoadas..... Qual preço você vai pagar Lei? O meu preço ou o preço que ainda desconhece o valor? *Isaac estava no mesmo lugar, ainda sentado... Seymour estava no meio do caminho entre ambos*

Tsubaki
Se usar sangue ser combustível, eu non entender como non estar corrompido por Jigoku...

*Pensou logo em Isaac bebendo sangue, fazendo a associação em sua cabeça. Não parecia estar feliz em vê-lo. Pelo contrário, parecia irritado*

Hatsuko / Minami
Sangue é bom.. Junto com a carne.

*Murmurou. Sendo aquele seu principal alimento e desconhecendo toda a cultura de Tsubaki, Hatsuko conversava até com naturalidade. A caminhada até Lei foi interrompida ao perceber que aparentemente tudo já havia acabado.*...Ver mais

Lei Keylosh
*Lei interrompeu a caminhada quando Isaac falou e disse.* Isaac, se você não quer se sacrificar por esta cidade, como espera que eu faça o mesmo entregando o sangue de minha família a você? *Depois esperou que Tsubaki e Hatsuko se aproximassem para dizer a eles, com Seymour perto dele também.*

Foi bom que chegaram. Isaac está pedindo pelo meu sangue, o de Hatsuko e o de Seymour em troca de livrar a cidade da maldição. Gostaria da opinião de vocês sobre isto. Seymour e eu achamos isto um absurdo, obviamente. Mas se me disserem que esta é a única forma de salvar Mathesis, então não teremos escolha.

Hatsuko / Minami
Eu não sei se é o único jeito. Mas não tem problema se ele quer meu sangue... Eu dou. *Tsu deu de ombros, sem se importar. Sua relação com sangue não era problemática como a do noivo.*
E o que esperava, pai? Ele bebe sangue como se fosse água, claro que ele pediria isso.

Tsubaki
*Tsubaki colocou o braço à frente da noiva*

- Nem o seu, nem o de senyor seu pai, nem o de ninguém. Usar sangue só purestar para magia ruim. Chamar isso de maho em Rokugan. Eu non concordar e non permitir o uso do sangue de Hatsuko...

*apesar de não exaltar, usando um bom tom de voz, o jeito com o qual falava demonstrava completo desacordo com a ideia*

Hatsuko / Minami
- Mas se for o único jeito de salvar a cidade, Tsubaki-san...

*Murmurou, passando a mão pelos cabelos do noivo, em um carinho inocente. Desconhecia mesmo essas magias negas e para ela, sangue era sangue. E era gostoso.*

Narrador
Aí está o ponto exato, Lei! *Isaac dava uma risadinha* Eu não preciso me sacrificar pela cidade. Eu sei como curar as pessoas amaldiçoadas, eu sei o que acontecerá com elas se não forem curadas. Mas a cidade não é minha, eu não preciso fazer sacrifícios. Mas pelo contrário, você que se tornou o líder do povo, tomou para si a responsabilidade de protegê-los não é? Eu lhe dei meu preço... Um preço pequeno... *ele olhava Tsubaki se impor em relação ao que ele havia pedido...* Bem, senhor olho puxado.... *Isaac ia desviando a atenção para o taverneiro que colocava diante dele um prato com pedaços de carne mal passada, praticamente crua* Obrigado! *ele ia cortando um pedaço da carne e comendo, antes de continuar falando.... Seymour ficava um tanto irritado com o comportamento do estrangeiro, mas não se manifestava... Após comer a carne ele ia prosseguindo* O sangue de vocês parece forte, são guerreiros e isso saciará minha fome por um momento. Vocês precisam de mim, eu preciso de vocês.... Que tal esta troca? *ele os olhava por um momento e então ia voltando a cortar mais um pedaço de carne para comer*

Tsubaki
*afastou a mão de Hatsuko, o rosto impassível, mas a jovem podia notar, pelo jeito que pegou na mão dela, que não estava bem. A pega foi por demais firme, como nunca tinha pego antes.*

- Eu non confiar em magia de sangue. Ser magia má, turazer Jigoku para espírito de humanos. Non permitir que Hatsuko dar sangue.

*falou em tom bem severo, olhando para cada um, chamas no olhar, e saiu, sem mais conversas, deixando quem estivesse ali para trás*

Hatsuko / Minami
*Sua expressão tornou-se surpresa e até um tanto mais triste. Não esperava que ele afastasse seu carinho desse maneira, ou que falasse tão severamente antes de sair. Hatsuko hesitou, olhou seu pai, Seymour e o estranho... E saiu, seguindo Tsubaki. Lei não a veria andar atrás de qualquer pessoa se não fosse por um bom motivo.*

*Apressou-se até alcança-lo. Chamando-o com a voz mansa, cuidadosa.*
Tsubaki... Tsubaki-san...

Tsubaki
*foi andando até se afastar bastante da taverna. Quando se viu longe, virou-se para Hatsuko, o olhar bem severo, quase transbordando ira*

- Non questionar minha opinion de sangue... Nunca mais, escutar? Non haver magia boa de sangue. Nada que usar corpo ser bom.

*falava bem severo, se mantendo distante*

Hatsuko / Minami
*Já ia desistindo de seguí-lo quando ele parou. Não havia visto Tsubaki com tanto ódio desde o momento em que o viu combatendo a mácula pela primeira vez.*

*Ficou sem palavras com a bronca, os olhos um tanto arregalados - na medida do possível - por alguns segundos. Teria dado o sangue ele não estivesse ali, se não o conhecessem ou se não se importasse com o que ele pensa. Mas era seu noivo, era quem amava.*

- Escutei, Tsubaki-san... Desculpa. Algumas coisas de onde você vem eu ainda não entendo..

Lei Keylosh
*Depois que Tsubaki e Hatsuko deixaram a taverna, Lei se aproximou da mesa novamente e disse à Isaac.* Só farei isto porque realmente não sabemos com o que estamos lidando e estamos correndo contra o tempo.

*Lei olhou para o lado rapidamente e depois voltou a fitá-lo.* Aceito, mas com uma condição: De que o sangue retirado seja apenas meu. Você não irá tirar o sangue de Seymour, Hatsuko ou de ninguém em Mathesis. Apenas de mim, o quanto precisar. Estamos de acordo?

Narrador
*Isaac ia olhando o casal se retirando.... E depois olhava a aproximação de Lei.* Aquele rapaz é um pouco frágil não? *ele mordia mais um pedaço da carne e olhava Lei uma vez mais* Não acha que isso será sacrifício demais para você? Três odres são uma boa quantidade de sangue... Você pode até morrer fazendo isso.. Mas se você preferir assim.... *ele dava de ombros* Tudo bem! Eu vou querer 3 odres cheios com o seu sangue.... Para você não dizer que eu sou um homem mal, eu vou até deixar que tenha tempo para descansar. Não precisará encher os 3 odres de imediato... Então, temos um acordo? *o rapaz estendia a mão direita para Lei*

Lei Keylosh
Sim, temos. *Respondeu Lei, apertando a mão dele.* Talvez prefira deixar a primeira parte do pagamento para depois, já que vou precisar de minhas energias. Eu, Seymour e o resto seguiremos suas instruções. O que fez com o camponês enfurecido, você conseguiria fazer com todos os que apresentaram sintomas da maldição?

Narrador
Perfeito! *dizia o rapaz enquanto apertava a mão de Lei. Seymour parecia ainda meio contrariado, mas não havia nada que pudesse fazer...* Ótimo! Certamente que sim... Será uma trabalho demorado, mas acho que podemos livrar a cidade sem problemas.... Mas primeiro de tudo.. Você precisa me trazer a mulher de lenço amarelo.... *seymour parecia estranhar o pedido* Mulher de lenço amarelo?

Lei Keylosh
*Lei fitou Seymour.* Acho que ele se refere à Helena. Seymour, mande alguém buscá-la. Também mande chamarem Hatsuko e Tsubaki. Precisaremos de toda ajuda que tivermos disponível.

Narrador
*Seymour fazia um meneio com a cabeça a então logo ia deixando o local... Isaac ia olhando para Lei* Sente-se um pouco aí, amigo! Não irá crescer mais.... *ele empurrava com o pé uma das cadeiras* POrque não me conta um pouco como fez para tomar esse lugar? Se bem me lembro eles seguiam uma doutrina forte... Ah... Deixa eu te perguntar outra coisa.... Todos que estão aqui na cidade já são seus companheiros e subordinados de longa data?

Lei Keylosh
*Lei sentou-se novamente para aguardar a chegada dos demais.* Queria lhe acompanhar na bebida, mas eu parei com isso. Pelo menos meu sangue não lhe deixará embriagado... *Ele coçou a barba rapidamente antes de começar a falar.*

Bem, há um ano atrás, eu fazia parte dos Cavaleiros Imperiais, um grupo de elite do reino de Terânia. Eu e meus companheiros fomos acusados erroneamente de uma série de crimes e tentamos mudar as coisas por lá. Fomos caçados por isso e eu e minha família fugimos para Lagus. Um dos cristais que usávamos lá emitiu um sinal vindo de Domine Mathesis e enviei minha filha Hatsuko para investigar.

*Ele fez uma pausa, pedindo um pouco de água ao taverneiro.* Descobrimos que as figuras religiosas daqui enganavam a população, se aproveitando deles para fazer rituais perversos nas masmorras. Com os ex-soldados teranianos, mais os soldados que o prefeito de Lagus me concedeu, juntamente com as forças de Malak Nawar - uma aliada da época - conseguimos invadir e dominar a cidade. Não foi fácil e muitos morreram na operação. E, respondendo à sua outra pergunta: Além de minha família e os ex-soldados teranianos, não tenho mais nenhum aliado de longa data.

Hatsuko / Minami
*Pouco depois do fim da fala de Lei uma mulher em torno de 30, 30 e poucos anos entrou naquela taverna, carregando nos braços uma criança. Era oriental, até parecida com Hatsuko - claro, era mãe dela.*

*Usava roupas simples, tradicionais e sem adornos, apenas o conjunto de espadas preso ao corpo. A criança era loira como Lei e não demorou a chamá-lo de "pai", com um sorriso imenso Minami permaneceu séria, cumprimentando com desconfiança Isaac graças ao intenso cheiro de sangue que carregava.*

- Demorei a te encontrar, Lei. O que houve aqui para todos estarem tão... hostis conosco? Jogaram pedras em nossa casa, (o nome do filho lobo) precisou espantá-los. E quem é esse que fede a sangue humano?

Lei Keylosh
*Assim que terminou de contar sua história, Lei ia dar um gole na água quando avistou Minami já próxima da mesa. Ele se levantou, beijando Minami e depois o filho no colo dela. Ele a fitou com preocupação.* Jogaram pedras em nossa casa?? Você está bem? Machucaram Wulf ou Junken?? Hã, este homem chama-se Isaac, ele... Ajudará a livrar a cidade desta loucura.

Narrador
*Isaac seguia comendo sua carne... Talvez por força do hábito , Lei considerava que Isaac bebia vinho ou cerveja, mas bebidas alcoólicas estavam proibidas na cidade. Mas o rapaz não falou nada a respeito, contentando-se em manter-se calado e prestar atenção nas palavras de Lei sobre seus problemas e a intervenção na cidade.* Bem então...*Isaac seguia falando, mas pausou desviando o olhar na direção da mulher que se aproximava. Pelos traços ele logo percebia que era da família de Hatsuko e pelo visto era esposa de Lei, devido a intimidade que tinham. Ele sorria ao ser mencionado pela mulher e apresentado por Lei* Muito prazer em conhecê-la, senhora! *ele estava perto de terminar de comer* Bem, eu acho que você pode começar a fazer uma fila com as pessoas da cidade.... Melhor dividir por setor ao invés de deslocar a cidade inteira. Isso facilitará o trabalho.... Melhor manter a guarda na patrulha, deixa-los atentos para qualquer evento estranho que possa ocorrer e ....*ela fazia uma pequena pausa, como se sentisse um pouco de do no braço esquerdo* Só isso! Eu logo poderei começar a vê-los....*ele levava a mão direita sobre o braço esquerdo, esfregando-o um pouco, quando quando sentimos o músculo dolorido*

Hatsuko / Minami
Ninguém se feriu. Eu mataria todos se alguém se ferisse, sabe disso.
*Apenas cumprimentou o estranho com um movimento sutil de cabeça, ainda nervosa com o ataque sem motivo contra sua casa e família. Ouviu os conselhos de Isaac e aguardou o que Lei teria a dizer. O filho esticou-se para ir para o colo dele.*
O que há com seu braço?

Lei Keylosh
*Enquanto pegava Lei Jr no colo, o barbudo ouviu as diretrizes de Isaac e respondeu.* Ótimo. Assim que Seymour retornar, eu e ele organizaremos os habitantes. Acho melhor começar na catedral, lá isolamos todos aqueles que foram feridos de alguma forma na invasão da cidade e possuem maior chance de ter a maldição. Depois atendemos o restante da cidade.

*Lei notou o braço de Isaac e esperou que ele respondesse à pergunta de Minami. Poderia não ser nada, mas era melhor perguntar. Agora que Lei Jr falava, Lei pai gostava de bater altos papos com ele.*

Narrador
Hum... Sim... Talvez seja melhor desta maneira...*ele suspirava um pouco* Não é nada demais... Só uma dorzinha... Um pequeno efeito colateral... Não precisam se preocupar.... *ele ia pegando o odre de couro que Lei já havia visto e o abria, levando-o logo até a boca... Minami logo sentia cheiro de sangue.... Ele bebia um longo gole sem nem mesmo parar para respirar, apenas suspirando ao final, quando abaixava o odre*aaaahhh Essa foi grande! *sorria levemente, fechando o odre, começando a se erguer* Podemos ir até a catedral? Eu preciso meditar um pouco.....

Hatsuko / Minami
Ah. Isso explica o motivo de você feder a sangue. Seria até aceitável se não fosse humano... Sangue humano fede.

*Minami resmungou enquanto ele se levantava. Estendeu o braço na direção do filho, esperando que ele voltasse ao seu colo.*
Lei, não tolerarei nem mais um ataque, nem mais uma pedra. O próximo, eu mesma matarei e largarei o corpo na praça. Resolva isso, estou cansada, cansada... Cansada de não ter sossego em cidade alguma!

Tsubaki
*Tsubaki ainda mantinha o tom da voz sereno, mas de alguma forma demonstrando o quão furioso estav*

- Se eu saber que doar sangue, eu retomar minya busca por Jigoku aqui, sem Hatsuko. E depois retornar à Rokugan.

*olhava ela severo, estando óbvio o quanto aquele assunto lhe incomodava*

Hatsuko / Minami
*Tsu estava nervosa, com a respiração mais rápida que o normal e as mãos suando frio. Perdê-lo outra vez? Jamais.*

- Não doarei. Mesmo se meu pai mandar, se a cidade precisar. Eu não doarei, Tsubaki-san. Nem uma gota... Apenas não me deixe.

Lei Keylosh
*Enquanto Isaac se encaminhava para a saída, Lei devolveu Lei Jr para o colo de Minami e respondeu à ela.* Eu sei, lobinha. Isso vai acabar, prometo. Isaac irá curar os habitantes de seja lá o que eles tiverem e Mathesis será um lugar pacífico.

*E falou em um tom mais baixo em seguida, um pouco longe de Isaac.* Faça o que tiver que fazer para proteger nossos filhotes, mesmo que tenha de matar algum destes malucos. Você tem de saber de uma coisa, já que não há segredos entre nós. Isaac pediu um pagamento pela ajuda oferecida, e esse pagamento é meu sangue. Não, ele não vai me matar, ele apenas quer beber o meu sangue e eu o darei. Ele queria o de Hatsuko, mas eu não permiti e não permitirei o de mais ninguém.

Hatsuko / Minami
- Sangue? Ele quer sangue em troca de uma solução?
*Minami resmungou enquanto seguia com Lei e o filho para fora da taverna.*
- E é óbvio que eu farei o que tiver que fazer... Não era preciso nem mesmo mencionar, Lei. Sobre o sangue... Se ele quis o de Hatsuko, o meu também poderá servir. Ofereça-o. Não pode fazer tudo sozinho.
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Re: A Loucura em Mathesis - Parte 1 (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex Jan 16, 2015 3:49 pm

Narrador
*Isaac ia começado a caminhar* Sangue é sangue... Esse está meio misturado.. Tá uma bagunça danada e com um gosto horrível... Mas é a vida.... *ele suspirava e sorria levemente e ia seguindo a frente do casal não ligando para o que estavam cochichando pouco atrás.... Ele ia parando a frente da taverna e quando Lei e Minani saíssem perceberiam os guardas atentos a Isaac que ia falando para o casal* Tenho uma suspeita que o senhor deve ir na frente....*ia falando com Lei, esperando que o mesmo passasse por ele junto com a esposa* Uma pergunta. Aquele rapaz já não deveria ter voltado com a mulher?

Lei Keylosh
*Respondeu à Minami.* Tem razão. Não posso fazer tudo sozinho e nem quero. Estamos juntos em tudo e sempre foi assim. *Sorriu, beijando-a e depois ao filho no colo dela.* Quer buscar Junken? Seria bom ter vocês por perto, caso tudo saia do controle.

*E depois se aproximou de Isaac, fazendo um sinal aos guardas para que ficassem calmos.* Soldados, este homem está aqui para nos ajudar. Preciso que formem filas com os habitantes nos setores da cidade e depois visitaremos cada um deles. Atenderemos aqueles que estão na catedral primeiro. *E depois fitou Isaac, respondendo.* Sim, Seymour já deveria ter voltado. Ugh, maldição! Os problemas se acumulam em péssima hora!

Minami / Hatsuko
Às vzs parece que esquece que sou sua mulher. Não é por não lutar mais que deixei de ser útil. Eu acho... *Sorriu. Não sabia se era mesmo uma boa ideia ter todos os filhos onde aconteceria mesmo a "confusão". Mas se ele preferia... *
Vou buscá-lo. E a Wulf, naturalmente. Encontro-o na catedral. *Roubou um beijo antes de afastar.*

Narrador
*Isaac ia olhando para Lei.* Você pode mandar outro homem mandar buscar a mulher de lenço amarelo? E melhor deixar as pessoas por hora em suas casas.... Vamos ver as pessoas na catedral... Depois vamos por setores organizando um encontro com elas... Vai causar menos confusão... Mas antes de tudo é primordial prender a mulher de lenço amarelo....*Isaac ficava olhando-o* Isso também me dará tempo para descansar um pouco.... Não posso verificar toda a cidade num só dia...*ele esperava Para ver seriam as ordens de Lei, antes de irem para a catedral.*

Lei Keylosh
*Lei retribuiu o beijo de Minami antes da mesma se afastar e depois fitou Isaac.* Você disse "prender"? Temos que prender Helena? Por quê? *Lei pediu para alguns soldados irem buscar a moça, descrevendo-a, e depois foi para a catedral com Isaac. Imaginava que, uma vez lá, os habitantes em seu interior questionariam o motivo de estarem sendo mantidos ali. Lei subiu em um dos bancos da catedral e falou a todos, tendo ajuda da acústica do lugar para que todos ouvissem sua voz.*

Muito bem, façam uma fila única aqui! Este homem está aqui para nos ajudar! *Apontou Isaac.* Ele irá examinar e curar vocês! Tenham paciência, tudo isto acabará em breve!

Ujina Tsubaki
- Apenas non mexer com maho quando eu fizer e non terei razon para ir... Eu non suportar ter de matar Tsu-chan se ficar com maruca de Jigoku...

*tinha o tom de voz sombrio e amargo por pensar no que teria de fazer se ela se maculasse.*

Minami / Hatsuko
*Hatsuko não o respondeu de imediato. Ainda estava surpresa, assustada com tudo o que havia ouvido de Tsubaki.*

Vamos.. Temos que.. ajudar meu pai, né?

*Poucos passos depois e Hatsuko pararia mais uma vez, olhando Tsubaki fixamente.*

Não me mataria. Mataria...?

Ujina Tsubaki
- Non entender o que ser essa energia... Tiraria Tsu-chan de mim aos poucos, até tomar conta do espírito... E enton non ser mais Tsu-chan, e sim demônio no corpo de Tsu-chan... E enton eu matar Tsu-chan que non ser Tsu-chan...

*parecia nitidamente incomodado com a possibilidade dela se macular*

- Enton non mexer com maho... Tá?

Minami / Hatsuko
*Concordou, entendendo um pouco mais do que aconteceria. Se podia acontecer com ela, pq não com seu pai?*

- Não vou mexer. Nunca. Vamos, Tsu-kun, meu pai também não pode mexer com isso, né? Ou ele pode ter o demônio, como o padre! Vamos?

Ujina Tsubaki - Hai!

*indicou o caminho de volta. Respirou bem profundamente, pensativo no que podia acontecer*

Minami / Hatsuko
*Hatsuko não pegou a mão dele novamente, não fez nem mesmo menção de tentar. Apenas seguiu no caminho da catedral, a passos mais apressados.*

Narrador
hummm Sim!... Por questão de segurança... *Isaac esperava as instruções passada aos guardas e então ia voltando a caminhar ao lado de Lei* Como ia dizendo... Eu já vi pessoas assim antes e onde encontrei essas pessoas eu encontrei uma dessas mulheres de lenço amarelo, trabalhando como curandeira ou vendedora de ervas... Eu uma vez consegui pegar uma delas.. Mas ela não pensou duas vezes em se suicidar... *ele ia vendo que estavam próximos da catedral * Depois falamos disso... *ele entrava com Lei na catedral.... Lá as pessoas estavam assustadas e um pouco nervosas... Lei subiu num dos bancos e os bochichos foram parando... Logo estavam olhando para Isaac... Parecendo estranhar aquele homem... Não fizeram o mesmo estardalhaço que as pessoas que estavam fora, mas pareciam nervosas e agitadas... Talvez a aparência e vestes de Isaac, fizessem elas lembrarem dos antigos padres e de possíveis males que possam ter passado ou poderiam passar, se não fossem obedientes, se fossem pecadores... Seria preciso que Lei e alguns guardas realmente tomassem a frente e começassem a organizar aquelas pessoas... Isaac seguia calmamente até diante do altar, onde ia virando-se de frente para todos.. Parecendo a espera da fila ser organizada, e as pessoas começarem a seguir até ele..*

Lei Keylosh
*Lei e os soldados estavam ali para evitar qualquer tipo de revolta. A ordem foi para que fechassem as portas da catedral para qualquer habitante tentando entrar ou sair. Antes que a primeira pessoa da fila se aproximasse, Lei fez um sinal para que esperasse e virou-se para Isaac.*

Então você acredita que esta tal de Helena, se este for o verdadeiro nome dela, está espalhando esta maldição fingindo ser uma curandeira? Precisamos localizá-la o mais rápido possível! Isaac, inicie o processo, por favor. *Só então o primeiro camponês se aproximou, parando à frente de Isaac.*

*Assim que Hatsuko e Tsubaki retornassem à catedral, Lei iria até eles.* Vocês estão bem?? Avistaram Seymour no caminho para cá? O perigo pode estar mais perto do que imaginamos. Aquela mulher de lenço amarelo, Helena... Ela pode estar espalhando a maldição! Precisamos encontrá-la!

Ujina Tsubaki
- Non ver Erena, Keyroshi-sama. Mas eu ajudar a encontrar. Minya famíria ter como missón caçar os inimigos que se esconder na sombura...

* Tsubaki estalou os dedos e quem pudesse ver seus olhos notaria que se enchiam de vida. Sua principal arte não combativa seria posta à prova. When venceria? A presa ou a Lebre?*

Minami / Hatsuko
*Hatsuko ainda não estava no seu melhor humor, desanimada em saber que Tsubaki a mataria sem remorsos. Em situação semelhante, ela preferiria morrer a matá-lo. Ouviu o pedido do pai e bufou, com preguiça dessa brincadeira de ir e voltar da catedral a todo momento. Deixou que Tsubaki falasse, percebendo pelo menos algum brilho nos olhos. Pelo menos poderia se sentir melhor, mais útil..*
- Tudo bem, pai, vamos encontrá-la. Tsubaki-san irá.
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Re: A Loucura em Mathesis - Parte 1 (Encerrado)

Mensagem por Admin em Seg Jan 26, 2015 4:39 pm

*Aquele teria sido um dia cheio... Na cidade Isaac ia separando e curando as pessoas que tinham sido de alguma maneira amaldiçoadas.... O número não era grande, mas ele precisava ver um por um. Era sorte que não estivessem em estágio avançado. Isso pouparia seus poderes.... Lei acompanharia tudo e ficou até tarde na catedral.... Hatsuko e Tsubaki teriam tido uma viagem infrutífera... Quando encontraram Seymour e Helena, estes estavam mortos... Os cavalos haviam regressado para Domine Mathesis... Ambos haviam se suicidado... Ficando para trás os corpos e seus pertences... Quando os serviços na catedral haviam terminado.. Isaac informou a Lei que não precisava do pagamento... Que só estava confirmando a disposição de Lei em se sacrificar pelo povo, sendo ele o novo líder do lugar.... Ele disse que usaria ainda o dia seguinte acompanhado por guardas para poder ver as ruas da cidade.... E tão logo terminasse tudo, seguiria seu destino para Lagus.... Ainda antes de deixar a cidade o rapaz ficou sabendo da morte de Helena e Seymour. Então ele deu a única informação que sabia sobre ambos.... Eles pertenciam a algum tipo de guilda criminosa conhecida como As Hienas..... De onde eram e como se organizavam ele não sabia. Apenas soube através da ultima pessoa que havia pego, esta também havia se suicidado para não revelar informações.*
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Re: A Loucura em Mathesis - Parte 1 (Encerrado)

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