O encontro com Camilly Bella (Encerrado)

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O encontro com Camilly Bella (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter Fev 04, 2014 9:47 pm

[Resumo: Dois dos mortos-vivos de Jason Keylosh combatem contra teranianos nas comarcas da taverna central. Esperando que uma das ocorrências leve até seu pai, Jason vai atrás de um deles e envia Camilly para investigar o outro. Camilly usa a oportunidade para visitar sua filha em seu castelo.

Enquanto isso, Lei recebe o sinal de mais um cristal psiônico, vindo do Monastério de Thyatis, e vai em busca dele juntamente com Minami. Lei descobre que o sinal vinha do ex-soldado teraniano Bryan Memphis. Ele conta a Lei que foi encontrado morto e trazido até o monastério, e lá foi revivido. O monastério de Thyatis contém muitos segredos de rituais de ressurreição. Bryan diz não querer voltar com Lei para Lagus, pois culpa o ex-comandante pelo que aconteceu.

Os mortos-vivos encontram Lei e Minami e entram em combate com eles no lado de fora do monastério. Enquanto isso, Jason vai até o castelo de Camilly e ela se recusa a perseguir Lei. Ela deseja, ao invés disso, atrai-lo. Lei e Minami derrotam os mortos-vivos e voltam para Lagus.]






Narrador
Camilly: *Jason e Camilly já estavam há meses no Plano Elemental de Gelo, em meio à tribo de criaturas da neve conhecidas como Klonks. Aprendiam aos poucos sobre seus costumes e tradições e ganhavam sua lealdade, já que havia matado a criatura na caverna que assombrou os Klonks por muito tempo. Haviam construído um iglu para Jason e Camilly que, surpreendentemente, mantinha uma temperatura agradável em seu interior.
Um belo dia, Jason vai até Camilly para lhe falar algo. Ele parecia entusiasmado. Trajava peles que os Klonks fizeram, onde tiveram até mesmo o trabalho de bordar a caveira branca na parte de trás.* Camilly! Finalmente temos a chance de pegar o desgraçado de meu pai! - -
Minami: *Após a vitória sobre seu marido, Minami passou a ser mais respeitada dentro de Lagus e em toda a região. As pessoas a cumprimentavam nas ruas e até mesmo confiavam nela para proteger a cidade. Lei, por outro lado, passou dias bebendo em amargura pela derrota. Dizia que era de alegria pelo novo filho que vinha, mas todos sabiam que era por ter perdido. A depressão só passou quando ele recebeu mais um sinal de um dos cristais teranianos perdidos pelo continente. Ele esperou que Minami voltasse ao templo para falar com ela.*
Lobinha! Preciso falar com vc. Encontrei mais um sobrevivente.

Minami
*Durante todo o período em que Lei bebeu, Minami não foi vista pelos arredores de Lagus ou no templo. Havia optado por se distanciar e passar aquele tempo na floresta para evitar brigas. Não gostava quando o marido bebia em excesso e por isso buscava se afastar mais. Na noite do recado Minami chegava ao templo carregando duas peles de lebre. O olhar para Lei não foi tolerante ou amigável.* - Encontrou? Mande outro grupo. - e sentaria-se em sua cama, pouca atenção dando a ele.

Narrador
Minami: *A resposta de Lei foi imediata, sentando-se ao lado dela na cama.* Eu mandaria... Se houvesse outro grupo. Hatsuko e Ryo partiram, Katherina também, e Sieg desapareceu. Não há mais ninguém. *Lei coçou a cabeça, onde agora só estava o moicano loiro. Ele estava sóbrio, havia parado de beber no dia anterior, quando seu cristal recebeu o sinal. Ele fitou Minami.*
Lobinha, esta pessoa nos ajudou a fugir e agora ela precisa de nós. Sobrou apenas nós dois para resgatá-la. Eu jurei que nunca mais iria ficar longe de você. O que fizermos, faremos juntos. Por isso precisamos ir juntos. *Tentaria segurar e beijar a mão dela, se ela não a afastasse ou desse um tapa nele. Ou coisa pior.*

Minami
*Havia parado de beber e sequer notou a ausência da esposa? Mas é mesmo um ótimo marido… Minami largou as peles sobre a cama para poder virar-se de frente para ele. Deixou que beijasse sua mão e um sorriso demorou alguns longos segundos para ser visto.* TODOS te ajudaram a fugir, né? Se surgir um cristal do Joshua é capaz que você queira resgatá-lo…… *Resmungou antes de passar a mão pelo rosto e responder.* Partimos quando quiser.

Camilly Bella
*Depois de meses, Camilly já se acostumara com o frio e com os surpreendentes Klonks. Ganhara um casaco de pele preto, que dificilmente era tirado devido as baixas temperaturas. Na maior parte do tempo ela tentava encontrar alguma ave ou felino no qual pudesse treinar para ser um mensageiro, e suas tentativas eram sempre em vão. E nesse belo dia, ela estava sentada no interior do iglu, na cama improvisada e olhando pro nada. Quando Jason entrava, ela olhava ele e dizia, quase indiferente: * -Own, descobriu? E assim podemos ir embora?

Narrador
Camilly: *Jason adentrou o iglu segurando um papel enrolado na mão. Ele foi até uma mesa de gelo improvisada que fizeram ali e abriu o papel. Era um mapa da região da famigerada taverna do lago. Jason olhou para ela, com um sorriso sinistro.* Ir embora?! Claro que não! Estamos seguros aqui, longe das garras do Império! Aqui é nosso refúgio, até que reconquistemos algumas terras! Mas não podemos deixar passar esta oportunidade de encontrar meu pai!
*Jason começou a explicar, apontando lugares no mapa aberto, esperando que Camilly se levantasse e também observasse o mapa. Mesmo se ela não o fizesse, ele explicaria mesmo assim.* Dois de meus mortos-vivos transmitiram-me visões parecidas. Os dois entraram em combate com adversários que trajavam uniformes azuis com um brasão muito familiar. Eles enfrentaram teranianos, Camilly! O que teranianos estariam fazendo naquela região, tão longe de casa?! As visões não claras. Poderia até mesmo ser o desgraçado de meu pai! Nós temos que ter certeza!
*Ele se afastou do mapa, caminhando pelo iglu, pensativo.* Mas temos que ser cautelosos. Pode ser uma armadilha. Os combates aconteceram em pontos distintos. Temos que conferir ambos rapidamente, ou podemos perder a oportunidade. Também não podemos tirar todos esses macacos de neve daqui. Temos que verificar os dois lugares ao mesmo tempo, e rápido! - -
Minami: *Lei sorriu com a resposta afirmativa, abraçando-a e beijando-a. Comentaria em seguida.* Se o cristal de Joshua emitisse algum sinal, iríamos até ele com prazer. Mas não para resgatá-lo, e sim para arrancar as asas daquele dragão traidor. A hora dele vai chegar, lobinha. Mas, por enquanto, vamos mostrar gratidão às pessoas que nos ajudaram.
*Lei se levantou, começando a juntar algumas coisas para a viagem.* Não se preocupe, lobinha. O sinal do cristal veio de um monastério. O teraniano deve estar seguro lá. Apenas iremos até lá e o trazemos de volta. Uma tarefa simples. *Lei a fitou, sorrindo.*

Minami
- Eu não arrancaria só as asas. A cabeça inteira, escama por escama… E não recebemos notícias de Diana, Lei. Será que a deixaram presa?
*Minami deitou-se, forrando o travesseiro com as peles. O cheiro de sangue ainda era fresco ao seu olfato, ainda que nada fosse visível em seus trajes. Mas arrepiou-se ao ouvir sobre "monastério".*
- Ah Lei… Não sei se quero ir. E se eu terminar presa? Como com o Voltaire? Aquele lugar também tinha esse nome.

Narrador
Minami: *Lei respondeu sobre Diana, enquanto continuava arrumando algumas coisas para a viagem.* Eu não sei, Minami. Embora Joshua tenha agido de maneira inescrupulosa, eu não acho que ele vá ferir a menina. Eu espero. Nós a veremos novamente. Ela é nossa filha e iremos recuperá-la, nem que para isto tenhamos que arrancar as escamas daquele maldito dragão azul, como você disse.
*Depois que terminou, Lei se deitou ao lado dela na cama, abraçando-a pela cintura e beijando seu ombro.* Voltaire chamando aquela prisão de monastério era um insulto aos monastérios! Mas este lugar não parece assim. De qualquer maneira, temos que estar preparados para tudo. Eu não vou deixar que lhe prendam ou que fique longe de mim em qualquer momento. Ninguém vai tirá-la de mim novamente, lobinha. *Deu um beijo no rosto dela.* Partiremos aos primeiros raios de sol amanhã, está bem?


Última edição por Admin em Qua Maio 21, 2014 3:49 pm, editado 4 vez(es)
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Re: O encontro com Camilly Bella (Encerrado)

Mensagem por Admin em Sex Mar 28, 2014 4:25 pm

Camilly Bella
*Camilly realmente se levantava com a empolgação de Jason e se aproximava do mesmo, tentando assimilar tanta informação numa tacada só* -Wow! Calma garotão! Você acha que eles conseguiram expan... Não... Eles caíram! *E ela então dava um sorriso cretino e dizia* -Existe uma grande probabilidade... *E então tudo de iluminava para ela, era a chance perfeita de descobrir como Lilla estava e também adquirir as informações necessárias. Era a oportunidade perfeita!* -Eu tenho uma idéia, é já admito que ela não será nada fácil! *Ela então se colocava entre ele e a mesa de gelo* -Algo que possa passar dessa dimensão para a outra, discretamente, e tenho quem possa nos ajudar...

Minami
*Recostou a cabeça em Lei, fechando os olhos enquanto conversavam. Ouvir que não seriam jamais separados era reconfortante… Ainda que possa ser apenas uma promessa, uma "mentira" de entre um casal apaixonado. Suspiraria pesadamente antes de respondê-lo.* Tudo bem. Aos primeiros raios… E voltaremos rápido também.

Narrador
Camilly: *Jason parou, coçando o queixo devagar e fitando Camilly, dizendo por fim.* Leve-nos até esta pessoa então, Camilly! Eu levarei alguns dos mortos-vivos comigo. Você leve um grupo de Klonks, o suficiente para formar um bom grupo de apoio, mas que não enfraqueça nossas forças aqui. A Morte ficará para proteger nossa base. *Ele recolheu o mapa e fitou Camilly.* Quem é esta pessoa, e como a encontraremos?? - -
Minami: Sim, voltaremos. *Respondeu Lei antes que eles dormissem. Contrariando o que geralmente acontecia, Lei realmente estava de pé aos primeiros raios de sol. Resgatar aquele teraniano parecia muito importante para ele. Tomaria o desjejum com Minami no salão do templo, caso ela desejasse, e depois iriam até os portões de Lagus, onde dois cavalos já estavam preparados e carregados. Caso não houvesse nenhum empecilho, partiriam na direção que o cristal indicava, carregado por Lei em uma das mãos.*

Minami
*Evidente que o cavalo deu um pouco de trabalho com a presença de Minami, até que se acostumasse e se sentisse menos ameaçado. Ela mesma achava desnecessário.. Como lobo seguiria mais rápido que acompanhando Lei em um cavalo. As espadas foram presas à cela do animal.* Não sabe onde posso comprar quimonos aqui, Lei? Essas roupas são horríveis… *Disse enquanto cavalgavam, caso estivessem em passo mais lento.*

Narrador
Minami: *Minami passara tanto tempo em sua forma humana com Lei nos últimos anos que o barbudo se esquecera de como sua forma lupina era ideal para cobrir longas distâncias. Ao ver o desconforto dela e se lembrar disso, ele dispensou o cavalo dela e acomodou todas as provisões e armas no cavalo dele, que era um pouco mais robusto e não sentiria o peso extra. Assim, deixou que Minami fosse à frente em sua forma de lobo, agindo quase como uma batedora, farejando e sentindo qualquer possível perigo à frente. Lei responderia à pergunta dela antes de partirem.*
Também não gosto destas roupas. Acho que nos acostumamos mal com a alta alfaiataria de Terânia, não? Não gosto de reclamar de nada, agradeço por tudo o que Ryuji e sua cidade nos oferecerem, mas realmente poderíamos usar roupas um pouco melhores. Não existe uma rota comercial estrangeira em Lagus, mas eu prometo que acharei uma. Encontraremos algum mercador que tenha roupas do oriente e comprarei o quimono mais bonito para você. *"Com que dinheiro?" seria a primeira pergunta a surgir na cabeça dos dois. Nem Lei sabia. Estavam vivendo de caridade em um templo. Mas ele conseguiria, de uma maneira ou outra.*

Camilly Bella
*Camilly sorria, quase pulando de felicidade e dizia colocando o dedo indicador na ponta do nariz de Jason e dizia* Quem é não importa, é de minha confiança e isso já basta! *e tirava o dedo do mesmo e mandava um beijo pra ele, voltando para a "cama" e ae deitando, olhando para o teto do iglu e dizia* Você vai gostar, eu garanto...

Narrador
Camilly: *Jason permaneceu com os braços cruzados, fitando Camilly desconfiado. No fundo, não tinha motivos concretos para desconfiar de Camilly. Ela havia o ajudado até ali e, mesmo na época do auge da Sociedade Negra, ela nunca traiu o grupo. Além disso, também desconfiavam da Morte quando ela veio até eles e agora estavam em boa posição. Jason deu de ombros por fim, deitando-se com Camilly. Embora ele ainda não sabia dizer quando era noite ou dia, permaneceriam por algumas horas ali antes de partir. Um hentai quente dos dois quase derreteria o iglu. (??)
Em seguida preparariam tudo para a viagem. Camilly já sabia quem eram os melhores Klonks daquela tribo; quem era guerreiro e quem sabia conjurar magia. Ela seria capaz de montar seu grupo de acordo com sua própria estratégia. Jason se comunicava com seus mortos-vivos, os que restaram de antigamente, através da energia negra que os ligava. Ele os encontraria no Plano Material, uma vez que já tivessem atravessado. Tudo estava pronto. Agora aguardavam que Camilly os guiasse.*

Minami
*Os olhos brilhavam mais quando sentia a liberdade de correr e explorar melhor o ambiente. Apenas pegaria com Lei a direção que deveriam seguir antes de partir correndo. Caso visse algo diferente, retornaria até Lei imediatamente. Caso contrário, retornaria quando estivesse mais cansada, menos disposta.*

Narrador
Minami: *Lei aumentou o brilho do cristal, de forma que Minami poderia avistar a linha púrpura que ele emitia, que indicava a direção para onde deveriam ir. Assim, ela podia disparar na frente à vontade.
Não haveria qualquer contratempo na viagem. Aquele monastério ficava bem próximo de Lagus, sendo, de fato, a localidade mais próxima de todas as visitadas pelos ex-teranianos. Avistariam o monastério construído ao fundo das planícies da região que, combinadas com o sol que nascia, formavam uma linda paisagem.
Já quanto estavam próximos, caso Minami não voltasse à forma humana, Lei recomendaria que ela o fizesse, para facilitar o primeiro contato. O monastério era feito todo de pedra e possuía várias torres e passagens externas. Assemelhava-se a um castelo, mas não havia guardas ou qualquer outro tipo de defesa.*

Minami
*Minami retornaria à forma humana, caminhando ao lado do cavalo de Lei. Ver construções como aquelas, de pedras e com tantas torres não lhe trazia boas lembranças e certamente Lei se lembraria disso e dos motivos. Com a proximidade, Minami tornava-se mais calada, quieta… Mais "fechada".*
- Vamos só pegar a pessoa e voltar, não é? Lagus é perto, não precisaremos nem mesmo dormir aqui. Não acha?

Camilly Bella
*Com o tempo necessário, Camilly reunia suas coisas, delegava tarefas e escondia a empolgação. Após acertar os últimos detalhes, ela se aproximava de Jsdon e dizia* -Precisamos estar na fronteira leste de Terrânia, acha que consegue? *E ficava por mais uns segundos calada e dizia* -Acha que os Klonks aguentariam o clima de lá?

Narrador
Camilly: *Jason respondeu, pensativo.* Acho que eles aguentam, mas não podemos ficar por muitos dias. Eles se alimentam de gelo e precisam retornar antes que... O QUÊ?? Fronteira de Terânia?? Está maluca, Camilly?? Somos procurados lá! *Ele andou de um lado a outro, tenso.* Iremos apenas se for absolutamente necessário! Quanto mais longe ficarmos daquele território, melhor! *Ele bufou novamente e disse.* Vamos partir logo! Se for para matar alguns teranianos, que seja! Pelo menos não retornaremos de mãos vazias!
*Dito isto, a pequena tropa de Klonks organizada se movimentou com eles até uma área aberta na geleira. Jason precisaria de alguns minutos para conjurar o portal. Ele conseguiria transportar todos no máximo até uma área próxima da fronteira citada por Camilly. Todos poderiam atravessar em seguida.* - -
Minami: *Lei desceria do cavalo, guiando-o apenas segurando a rédea e andaria ao lado de Minami, respondendo.* Sim, claro. Apenas trazê-la conosco e nada mais. Não ficaremos mais do que o necessário aqui. *Aproximaram-se desta maneira da entrada do monastério. Foram recepcionados logo de cara por um clérigo que trajava uma túnica alaranjada com uma fênix bordada no peito. Seu rosto era coberto pelo capuz. Ele disse.*
Sejam bem vindos ao nosso monastério, viajantes. Procuram abrigo ou alimento? Palavras reconfortantes? Ou buscam nossos serviços? *Lei e Minami estavam vestidos como viajantes e foram considerados como tal. Demoraria até que se acostumassem àquilo novamente.*

Minami
*Viajantes… Sentia muita falta de seus quimonos, de roupas mais confortáveis e bonitas, e também de ser tratada com respeito. Minami não gostava mesmo desse tipo de pessoa, dessa coisa meio de padre, meio estranha, de monastérios e locais semelhantes. Segurava a mão de Lei, apertando-a com um pouco mais de força por instantes.*
- Buscamos… uma pessoa. Meu marido sabe falar melhor.

Camilly Bella
*Camilly sorria e assoprava um beijo para Jason, e saindo do iglu, indo conversar com o comandante da tropa de Klonks. A conversa foi basicamente sobre o clima da região e o quanto iriam fazer por lá.
Quando se organizavam para a viagem, Camilly se posicionava ao lado de Jason e o via abrir o portal. Ela então dava uma olhada ao redor e respirava fundo, não tinha a intenção de voltar lá, não por vontade própria. * Quando quiser...

Narrador
Minami: *Lei torcia para que Minami não apertasse sua mão muito mais forte que aquilo, ou gritar de dor como uma mocinha na frente do clérigo seria vergonhoso. Lei pigarreou depois da frase dela e explicou ao homem, que mais parecia um monge.* Hã, certo! Sim, nós buscamos uma pessoa. Por acaso você ou alguém deste local avistou um rapaz de cabelos castanhos trajando uniforme militar azul com um brasão que contém dois leões de costas um para o outro? Provavelmente ferido, armadura quebrada. Sei que ele esteve na região há pelo menos três dias atrás.
*O homem fez um afirmativo com a cabeça, escondida pelo capuz.* Ah, sim, claro. Sua descrição bate com a do nosso último convidado, um rapaz que atende pelo nome de Bryan Memphis. Nós curamos seus ferimentos. Ele passa bem. Venham, eu os levarei até ele. *O monge fez um sinal para que o seguissem. Lei continuou segurando a mão de Minami e seguiu o homem de longe. Comentaria em voz baixa com ela.*
Bem... Isto foi... Mais fácil do que eu pensava. Eu sei que clérigos não são especialistas em combate, mas... Não acha estranho este lugar no meio do nada, sem nenhum tipo de defesa? Conheço pelo menos uma dúzia de pessoas que não se importaria em saquear um monastério. - -
Camilly: *Uma vez que todos atravessaram o portal, o mesmo se fechou. Estavam em um descampado próximos da fronteira de Terânia. Jason retirou um pequeno orbe de sua bolsa de couro e se concentrou. Ele usava aquele objeto para se comunicar com os mortos-vivos que ainda o seguiam. Ele também retirou um pequeno amuleto em forma de caveira e o jogou na direção de Camilly, dizendo.*
Contate o morto-vivo Rasoulven quando terminar seus negócios por aqui! Foi ele quem lutou com um dos teranianos e ele o ajudará a pega-lo. Mas não fique muito tempo por aqui! Se você for pega pelos teranianos, não conte comigo para resgata-la! Eu investigarei a outra ocorrência! Se você se encontrar com meu pai, contate-me imediatamente!
*Jason partiu imediatamente, utilizando pequenos teletransportes para cobrir maior distância, deixando Camilly e seus Klonks para trás.* [ Se Camilly queria encontrar ou ir até alguém na região, pode descrever. ]

Minami
*Não apertaria com muito mais força a mão do marido, embora não gostasse nada de estar próximo do monge e dentro de um monastério.. Mas não escondeu o suspiro de alívio ao ver que o tal monge parecia amigável e tranquilo. Se o homem estava ali e curado, bastava pegá-lo e poderiam já voltar. Seguiu caminhando ao lado de Lei, ouvindo com nenhuma satisfação aquela suspeita dele.* Ah, sim, Lei. Assim eu fico MUITO mais tranquila!

Camilly Bella
*Camilly pegava o amuleto e acenava, partindo para o leste da fronteira, ela então dizia para o comandante dos Klonks* Vamos caminhar durante metade do dia, e logo chegaremos, vou preparar um local especial com muito gelo pra vocês! *Ela dizia sorrindo e continuando a caminhada*
[Você vai fazer mais alguma ação Carlos ou eu posso ir pro castelo? Lembrando que a partir de lá eu assumo mais duas personagens ]

Narrador
Minami: *Lei coçou a cabeça, sem jeito.* Desculpe, lobinha, não era minha intenção preocupa-la mais ainda. Não se preocupe, não acontecerá nada. Mas se acontecer, eu protegerei vocês dois. *Sorriu, colocando a mão na barriga dela por alguns instantes.
O clérigo caminhou por alguns corredores externos feitos com paredes de pedra, antes de adentrar uma das construções. Ao atravessar a porta, se viram em um corredor escuro e úmido, que terminava em uma sala ampla. A única entrada de luz ali era através de janelas estreitas, que deixavam entrar feixes de luz do sol. Um cheiro forte de incenso e madeira velha impregnava o lugar. Agora era Lei quem apertava mais forte a mão da esposa. Até ele estava começando a ficar nervoso. Ele quebrou o silêncio então, e sua voz ecoou ligeiramente, já que não havia quase nenhum som ali dentro além dos passos dos três e dos demais clérigos que transitavam por ali.*
Hã... amigo... Não acha perigoso você e seus companheiros ficarem rezando aqui e deixar o monastério indefeso? *O clérigo parou à frente da porta de um dos aposentos e virou apenas a cabeça com o capuz escondendo-lhe a face, e disse.* Não há perigo, senhor. O monastério de Thyatis não é um lugar de morte, e sim de vida. Nova vida. Este é nosso credo e é a isto que nos dedicamos. Inclusive, posso dizer que você e sua esposa já foram agraciados com uma nova vida. O senhor mais do que ela. Ambos já venceram a morte e trilham o caminho da vida renovada.

Minami
*Minami forçou um sorriso, tentando parecer mais confiante do que realmente estava. Aquele ambiente estava todo muito estranho, nada, nada atraente. Corredores escuros e úmidos causavam arrepios, a deixavam ansiosa. Ouviu Lei e logo mais o clérigo, surpreendendo-se por ele saber aquela informação. De olhos "arregalados" (na medida do possível né), Minami olhou Lei e interrompeu os passos, puxando-o.*
- Podemos esperar aqui? Não quero… entrar. Não me sinto muito bem.
*Não demorava a sussurrar para o marido, apertando sua mão.*
- Como ele sabe isso? Não falamos nada… Ninguém devia saber disso. Ele conhece Voltaire, tenho certeza! Ele conhece! Eu tenho que sair daqui, Lei. Tenho que sair antes que me prendam de novo!!
*É, estava bem em pânico. A mão suava frio, estava trêmula.*

Camilly Bella
*Camilly via Jason partir e internamente agradecia por isso. Ela então conversava mais um pouco com o líder dos Klonks e então ficava combinado: viajariam até o anoitecer e depois acampariam e no dia seguinte antes do anoitecer chegariam ao destino. E assim transcorria o dia e o dia seguinte. Quando estavam próximo ao crepúsculo, eles podiam avistar no horizonte uma fortaleza, muito bem vigiada e protegida por sentinelas armados e acima deles um estandarte verde com um brasão em prata no mesmo, o brasão dos Giovanni. Camilly sorria e dizia* Chegamos garotos... *E ela então começava a andar mais rápido, e ao se aproximar mais da fortaleza, ela ouvia aquela voz que para seus ouvidos era música. Uma voz infantil e doce:* L: MAMÃE! *E Camilly sorria e os olhos se enchiam de lágrimas. não parecia aquela assassina fria e cruel que costumava ser. Os portões começavam a se abrir e uma menininha de uns dez anos (talvez menos, por conta do tempo em que a BS se desfez, me corrija se eu estiver errada Carlos) saia correndo de lá. Os longos cabelos ruivos, a pele clara e os olhos azuis. Era uma boneca! E cá entre nós que sabemos da história: os olhos eram os olhos de um Keylosh. Camilly corria em direção a pequena e a garotinha se jogava em seus braços. Elas se abraçavam e ambas davam risada, e logo se ouvia mais uma voz. Era Priyanka, a ex de Lei Keylosh, que havia se aliado a Camilly algum tempo antes de Lillavathi.* P: Camilly! Pelos deuses, achamos que nunca mais te veríamos! *E Cailly então caminhava até a amiga e a abraçava, ainda com a pequena no colo* C: Eu também achei que não voltaria...

Narrador
Camilly: *Caso fosse permitido aos Klonks adentrar a fortaleza juntamente com Camilly, eles se entreolhariam ao presenciar a cena da moça abraçando a própria filha. Aquilo era uma surpresa para eles porque, além de não saberem que Camilly tinha uma família, a imagem dela sendo maternal não condizia com aquela que matou a criatura na caverna, no Plano de Gelo. Isto não era uma coisa ruim para eles, entretanto. Os Klonks ainda não conheciam a verdadeira natureza de Jason e Camilly e os seguiam apenas em gratidão por ter matado o monstro.
O líder do bando de Klonks se aproximou de Camilly, após os cumprimentos.* Minha Rainha, estamos famintos. Há gelo, neve, ou qualquer outra matéria fria para comermos nesta região? - -
Minami: *Lei segurou firme a mão de Minami e tentou tranquiliza-la.* Tenha calma, Minami. Ninguém aqui é louco de tentar nos prender... Não é, clérigo? Faço da indagação de minha esposa a minha também. Qualquer um destas comarcas poderia ter ouvido sobre as vezes em que venci a morte, mas a única forma de saber sobre minha esposa seria conhecendo o Justiceiro Voltaire. Você tem alguma ligação com ele, clérigo?
*O homem continuou na mesma posição e respondeu com o mesmo tom de voz. Ele era indiferente à preocupação do casal.* Já ouvi falar do Justiceiro Voltaire apenas pela proximidade com a Cidadela. Mas garanto-lhes que nunca o encontrei pessoalmente. O motivo pelo qual eu sei que ambos venceram a morte é porque este monastério é dedicado à ressurreição. Uma arte que foi passada de geração para geração de clérigos deste lugar. Uma arte que aprimoramos por séculos e pela qual todos nós aqui passamos.
*Ele ergueu a mão, mostrando o corredor ao seu redor.* Todos os clérigos do Monastério de Thyatis deram suas vidas e a tiveram de volta para que adentrassem a ordem. Todos os ressuscitados carregam uma marca e podemos ver esta marca em outros. É por isto que eu sabia que foram agraciados com a Vida Renovada.
*O clérigo finalmente abriu a porta do aposento à sua frente, dizendo.* O homem que você procura também foi agraciado. Nós o encontramos morto nas cercanias do monastério. Mas graças a Thyatis, a centelha da vida queima em seu interior novamente.

Minami
*Tudo, absolutamente tudo o que foi dito pelo clérigo. O pavor era tanto, tão imenso que Minami estava paralisada. E ainda ser lembrada da própria morte e de como seu descanso foi perturbado… Tudo atrapalhava sua compreensão das palavras de Lei e do clérigo, bem como de toda a situação em si.*
*Apertava a mão de Lei com força, caminhando a passos rígidos ao lado do de seu marido. Observou, tal qual animal acuado prestes a entrar em seu cárcere.*
- Não vou entrar. Não vou entrar, Lei. Não vou.

Camilly Bella
*Camilly se voltava aos klonks e dizia* -Claro... Irei providenciar um cômodo no subterrâneo onde possam ter gelo... *E olhava Priya e sorria* -E como andam as coisas por aqui? *E colocava Lilla no chão, e a garotinha se aproximava do líder dos Klonks e o cutucava com o dedo indicador, repetindo isso umas três vezes e depois puxava de leve o pêlo de um deles, só pra saber se era de verdade. Camilly sorria e então gritava em voz alta* -Onde está o general William? *E um dos sentinelas acenava para ela, descendo do muro da fortaleza e se aproximava, batendo continência e ela logo dizia* -William, encaminhe os nossos aliados até a câmara fria e deixe-os à vontade... E Lilla pare com isso! W: Sim senhora... Sigam me, por favor! * E a garotinha os deixava de lado por ordem da mãe e Camilly voltava a prestar atenção em Priya* P: Sim, tudo tranquilo por aqui... Mas... Lei Keylosh sabe que estou aqui.. *E Camilly a olhava para Priya abismada* C: Como? Como isso aconteceu? P: Foi um acidente... *E Camilly olhava para Lilla e dizia* C: Conversamos lá dentro...

Narrador
Camilly: *O Klonk observava enquanto a garotinha o tocava e ele mesmo decidiu investigar aquele pequeno ser humano, raça com a qual não tinha quase nenhum contato. O macaco da neve cheirou o cabelo da menina e chegou a fazer cócegas nela com o dedo. Quando ela puxou seu pelo, ele deu um passo para trás para prestar atenção em William.
O Klonk líder fez um sinal para os outros e todos eles seguiram William para onde quer que o homem os levasse. O Klonk agradeceu à Camilly antes de se afastarem.*
[Pode continuar o diálogo com as suas personas. Eu entro de novo se alguém interagir com os Klonks ou se Camilly decidir acionar o amuleto do morto-vivo.]
- -
Minami: *Lei sentia a força com que Minami apertava sua mão. Ele também estava tenso. A revelação do que aquele lugar era, ao invés de afastar o medo, contribuiu para seu aumento. Não era mais um simples monastério no meio do nada, e sim um lugar macabro de intenções desconhecidas. Lei também não entrou no aposento e disse para Minami.* Não entraremos se você não quiser, Minami. Clérigo, peça para que...
*Neste momento, um rapaz saiu da escuridão do aposento. Minami reconhecia seu rosto. Era um soldado que sempre estava por perto de Lei em Terânia, mas não era tão próximo da família como Wall. Ele falou com uma voz calma, quase desprovida de qualquer emoção.* Isto não será necessário, comandante Keylosh. Senhora Minami. *O rapaz fez um cumprimento com a cabeça, enquanto o clérigo se afastou. O rapaz continuou.* Venham, caminhem comigo. Estes corredores escuros e isolados podem... Assustar a princípio.
*Ele caminhou para fora e Lei e Minami estariam mais do que felizes em segui-lo. Assim que sentiram o ar novamente, foi Lei quem falou, ainda segurando a mão de Minami. Não a soltava por nada.* Bryan Memphis, não é? Eu me lembro de você. Você testemunhou contra a dragonesa Jessica Arkantor há anos atrás, depois que eu a capturei e a levei até Terânia. Joshua acabou investigando o caso e, não só absolveu Jessica, como a tornou sua consorte.
*Bryan deu o que pareceu uma pequena risada e respondeu.* Sim, eu me lembro disso. Eu era o capitão do grupamento que estava na vila que Jessica atacou. Eu fui o único sobrevivente do pelotão. Acho que era meu destino morrer lá, mas vivi por mais alguns anos até finalmente receber o dom da Vida Renovada. Surpreende-me o fato de que você também a recebeu, senhora Minami. Acho que era o mínimo que podíamos esperar da esposa de Lei Keylosh.

Camilly Bella
*E assim as duas entravam, deixando Lilla perturbar a guarda da fortaleza com qualquer coisa da idade dela. Todo mundo sabe como é um castelo por dentro, não vou ficar descrevendo detalhes: quartos, salas de jantar, estar e a parte dos funcionários. Camilly seguia até seus aposentos e acenava para uma serviçal que encontrara no caminho dizendo: C: Traga água quente para o meu banho... *A serviçal apenas acenava com a cabeça e Camilly entrava no quartos, seguida de Priya e fechava a porta atrás de si: C: Como? P: Eu fui até Terrânia fazer compras, levei uma cantada, abati o cara e fui presa... E ele foi me ver lá... C: A quanto tempo foi isso? P: Não muito... Mas ele não sabe nada sobre mim, eu consegui fugir quando a cidade foi atacada e destruíram os muros da prisão, não sei como isso aconteceu, mas consegui fugir... C: E oq mais sabe sobre Lei e os outros? P: Ele se casou de novo... E tem uma filha já adulta... * E aquelas palavras saíam dos lábios de Priya acompanhadas de dor e sofrimento, por ter sido abandonada no passado e por ter sido esquecida. Ambas já estavam sentadas na cama e Camilly esticava o braço e fazia um carinho leve nos cabelos de Priya* C: Eu sei como dói... Mas não se preocupe, eu vou fazer doer bem mais nele, eu prometo... *E Camilly sorri, completando a frase: -Vai doer bem mais quando eu castrá-lo querida, não fique assim... Mas agora eu tenho outra notícia, eu encontrei o outro Keylosh...

Minami
- Eu não vou entrar.
*Minami reforçou, mesmo após ver, reconhecer e ouvir o rapaz chamando-os. Havia algo muito estranho ou simplesmente era traumático demais para ela. Foi com grande alívio que retornou para fora daqueles corredores e aos poucos relaxava a mão que segurava a de Lei. Mas naquela situação, "desconfiança" era sobrenome da mulher. Farejou-o sem muita discrição, sem entender isso de "dom da Vida Renovada.*
- Foi Voltaire que perturbou meu descanso. Não foi monge daqui. Vamos, Lei. Já o encontramos, vamos embora. Chame-o e vamos.

Narrador
Camilly: [Pode continuar, os Klonks estão lá felizes no gelo.]
- -
Minami: *Não era perceptível para a maioria, mas o olfato aguçado de Minami pôde sentir um cheiro podre vindo de Bryan, como se ele ainda estivesse morto com apenas seu corpo reanimado. Ele respondeu ao que Minami disse.* Sempre ouvimos coisas boas do Justiceiro Sagrado Voltaire. É quase inacreditável que ele tenha feito algo assim. *Lei acrescentou imediatamente.* Você não iria acreditar como ele estava insano nas últimas vezes em que alguém teve contato com ele. Felizmente, aquele velho louco sumiu destas comarcas. Mas Minami está certa, não há razão para nos demorarmos aqui.
*Eles pararam de andar e Lei olhou para o rapaz, ainda sem soltar a mão de Minami.* Bryan, venha conosco. Nós e os outros teranianos sobreviventes estamos abrigados na cidade de Lagus. Estamos organizando nossa própria comunidade. Recomeçaremos do nosso jeito, sem Imperadores ausentes e juízes nos acusando de coisas que não fizemos. *O rapaz colocou as mãos atrás das costas e deu alguns passos para o lado, pensativo, até dizer.*
Eu não vou, comandante Keylosh. Ou melhor... Ex-comandante. Os clérigos de Thyatis me ofereceram uma segunda chance, uma segunda vida. Eu dediquei minha primeira vida toda ao exército teraniano, e para quê? Para ser morto por um irmão de armas. Um membro da Legião atravessou meu peito com a espada dele, sem nem ao menos considerar tudo o que eu fiz pelo Império, todos os sacrifícios e dedicação. E tudo isto por quê?
*Ele se virou e fitou Lei.* Por sua causa, Lei Keylosh. Eu e muitos outros fomos perseguidos pelo golpe idiota que você tentou dar. É por sua culpa que eu perdi minha primeira vida. Mas, por outro lado, devo agradecê-lo, ou eu não teria recebido a segunda. Mas não graças a você. E você, senhora Minami? Como pôde deixar seu marido fazer algo imbecil assim, quanto mais apoia-lo? Como pode ainda estar com este homem que não se preocupou com o futuro de seus soldados quando fez aquilo? *Bryan fitou Minami, enquanto Lei abaixou a cabeça. O barbudo foi tomado por um imenso sentimento de culpa, causado pelas palavras do rapaz.*

Minami
*Minami já diminuiu o passo assim que percebeu a podridão no ar, apertando suavemente a o braço de Lei. Um rosnar baixo, bem baixo. Havia alguma coisa errada, muito errada e Lei precisava saber. A recusa categórica fez a lupina cerrar o olhar. Já não aceitaria ele falando aquilo de Lei, quando menos ouvir uma acusação contra si mesma. Deu um passo a frente, com um rosnado mais alto, uma expressão de raiva.*
Você cheira mal. Está podre, Bryan. Ou ex-Bryan? Eu poderia enumerar tudo o que Lei fez por aquele maldito império e pelo maldito exército. Mas não vou fazer isso porque você é… ou era… inteligente o suficiente para decidir se seguiria meu marido ou não. Escolheu. Não merecia nosso trabalho de buscá-lo. Fique, aproveite sua segunda vida.
*Em certos momentos Minami poderia ser bipolar. O medo que sentia no início do contato com o monastério sumia, ou pelo menos era deixado de lado, enquanto avançava para defender a honra do marido e de si meama.*
Levanta a cabeça, Lei. Vamos embora.
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Re: O encontro com Camilly Bella (Encerrado)

Mensagem por Admin em Ter Abr 22, 2014 10:36 am

Camilly
*Priya e Camilly continuavam conversando mais algum tempo quando Camilly se lembrava do amuleto e o acionava para chamar Jason, e então Priya dizia*
P: Jason quase me matou uma vez...
C: Se ele tem amor a aquilo que ele chama de fuça, vai beijar o chão que você pisa quando eu mandar. Ele está sozinho, falido e vulnerável, ele precisa de mim mais do que qualquer coisa...
P: E enquanto a Lilla e ele?
C: Ele não precisa ficar sabendo de nada, e eu não quero que saiba!
P: Mas a semelhança é notável, não vai conseguir esconder por muito tempo...
C: É rezar pra ele ser lerdo...
*Priya sorria e então a serviçal chegava com água quente, acompanhada de um homem que trazia uma banheira de madeira, onde a água era despejada e ambos se retiravam. Camilly se colocava em pé e Priya desamarrava seu vestido e ela entrava va água quente. Após o banho, Camilly se trocava, vestia uma calça de couro, um corpete branco com detalhes vermelhos e deixava os cabelos soltos e então ia junto com Priya inspecionar as tropas.*

Narrador
Camilly
*Assim que Camilly acionou o amuleto, um elo telepático se formou entre ela e Jason, através do qual poderiam se comunicar. Ela ouviu a voz nada satisfeita de Jason imediatamente após a ligação.*
Camilly?? Onde diabos você está?? Eu já verifiquei a primeira ocorrência com um dos mortos-vivos e, infelizmente, não envolveu meu pai. O morto-vivo apenas se encontrou com um soldado teraniano. Eu o torturei e descobri que meu pai não está mais em Terânia! Eu lhe contarei os detalhes depois! Você verificou sua ocorrência?? Algum sinal de meu pai??
-
-
Minami:
*Lei ergueu a cabeça apenas ligeiramente frente ao que Minami falou, respondendo.* E-ele... Está certo, Minami. Quando eu tentei derrubar os juízes de Terânia, não imaginei que colocaria tantas vidas em risco. Quantas pessoas não morreram por causa do meu ato? Eu apenas queria um futuro melhor para os Cavaleiros Imperiais e para Terânia. Eu fiz aquilo com a melhor das intenções. Eu sou um bom homem, não sou, Minami? *Indagou o barbudo, fitando a esposa.*
*Bryan respondeu à Minami.* Pois é, senhora Minami. Eu decidi seguir seu marido, mas agora vejo que esta não foi uma decisão inteligente. Por que vieram até aqui? Acharam que poderiam simplesmente me levar até a nova casa de vocês e estaria tudo certo? Ouça sua esposa, Keylosh, e vá embora. Leve este cristal com você, eu não quero mais ser encontrado por nenhum de vocês. *Bryan remexeu uma pequena bolsa de couro que carregava e retirou o cristal psiônico. Ele jogou o objeto no peito de Lei, que ainda estava cabisbaixo. Lei caminharia com Minami em seguida para a porta do monastério, deixando Bryan para trás com seu ódio.*
*Já quando estavam atravessando o arco de pedra que formava a entrada do monastério foi que avistaram uma figura há cerca de cem metros de onde estavam. Estava parado no meio da planície e, apesar de ser dia e o céu estar completamente limpo, uma sombra o cobria. Apesar de não ser possível ver exatamente para onde os olhos da criatura apontavam, era claro que estavam fitando o casal.*
*Minami sentiu três cheiros fortes vindos da criatura: Um cheiro podre, mais podre do que de Bryan, evidenciando um morto-vivo; Um cheiro vago de Lei e um cheiro muito mais forte e recente de Jason.*

Minami
- A decisão de seguí-lo foi exclusivamente sua. Lei não obrigou nenhum soldado a participar do que tentou. Saiba arcar com as consequências das suas escolhas. *Praticamente bufou antes de respondê-lo..* E se morreu na fuga, não seria mesmo bom o bastante aqui.
*Minami guardou o cristal e deixou o monastério com o marido. Tão logo atravessaram o arco de pedra e Minami viu e sentiu os cheiros daquele estranho metros adiante, ela parou Lei, puxando-o pelo braço.*
- Para de resmungar, Lei. Eu não aguentaria tantas mudanças se você não prestasse.
*Apontou o homem à frente, mantendo a seriedade.*
- Jason e morte, Lei. É isso que esse.... troço cheira. E um pouco do seu cheiro... Mas você está ao meu lado, então... Mas sim, Jason tem. Muito. E fede muito mais que Bryan.

Camilly
*Camilly respirava fundo e dizia*
-E estou em casa, e preciso de você aqui... Eu tenho informações sobre o seu pai, e tenho pistas de onde ele pode estar.
*E em seguida olhava Priya, que prestava atenção na conversa toda, e então completava*
-Vou mandar uma equipe minha acampar na fronteira leste de Terrânia, vá encontrá-los assim que possível. Podemos acabar com o seu pai antes do que imaginamos... E a mulher dele... Eu cuido dela...
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Re: O encontro com Camilly Bella (Encerrado)

Mensagem por Admin em Qua Maio 21, 2014 3:42 pm

Narrador
Camilly:
*Jason respondeu, insatisfeito.* Eu já disse para ficarmos longe da fronteira de Terânia! Somos fugitivos de lá, já se esqueceu?? Eu encontrarei sua equipe, mas depois nos afastaremos da fronteira! Envie a localização deles assim que estiverem a postos! *Depois disso, a ligação através do amuleto se encerraria, embora Camilly pudesse chamá-lo se assim quisesse.*
*Quando a equipe de Camilly já estivesse pronta, Jason iria até o local indicado para encontrar os homens. Esperava que eles o levassem até onde Camilly estava. Jason sequer podia imaginar que Camilly tinha um castelo e que sua filha com ela morava lá.*
-
-
Minami:
*As palavras de Minami fizeram Lei erguer a cabeça novamente.* Obrigado, lobinha. Agradeço por estar sempre comig... *E então a viu apontar a criatura estranha. A descrição do cheiro da criatura fez Lei se lembrar do que era aquilo.* Pelos deuses... É um dos setenta mortos-vivos. Eu não via nenhum deles desde que descobri que Jason os controlava, há três anos atrás. Malak Nawar e Vlad Kain estavam comigo, nós lutamos contra Jason e vários dos mortos-vivos. Foi antes de você voltar para Terânia.
*Lei fitou Minami.* Mas o que aquilo está fazendo aqui, e sozinho? Ele seguiu minha essência? Não importa. Nenhum deles nunca foi páreo para mim sozinho. Fique aqui, Minami, enquanto eu... *Antes que ele pudesse terminar a frase, outro ser surgiu da terra em sua forma enevoada, que depois solidificou-se. Outro surgiu da floresta próxima, em meio às árvores, e depois mais outro e outro, vindo de lugares diferentes ao redor do descampado. Em pouco tempo somavam vinte.*
*Lei recuou a mão para trás, levando-a até a barriga de Minami instintivamente. Além de suas próprias vidas, agora tinham de proteger a criança que viria em breve. Talvez pela primeira vez na vida, Minami via medo real nos olhos de Lei diante de um inimigo. O barbudo estava apavorado.*

Minami
- Morto-vivo? E como mato um morto-vivo? Como vai matar?
*Perguntou enquanto apenas enxergavam um. À medida que outros iam surgindo, Minami arqueava as sobrancelhas, acompanhando-os. Deixava a mão sobre sua barriga, mas não era hora de sentir medo. Parados ali, não protegeriam ninguém. Minami sacudiu Lei levemente, olhando-o fixamente.*
- Medo não protege ninguém, Lei. São vinte, nós somos dois. Se for a hora, vamos morrer lutando... E juntos.

Camilly
*Camilly enviava uma equipe para encontrar Lei, mandava junto dois klonks e gelo para eles conseguirem resistir, os mandava com os cavalos mais velozes e com a seguintes ordens: não parem até chegar aqui com ele, sem comer, beber ou dormir. Enquanto isso resolvia organizar uma pequena recepção para Jason. Organizava um banquete, música e promovia uma disputa entre os próprios soldados: aquele que durasse mais tempo em uma batalha corpo a corpo com o seu general William, aquele que vencesse ganharia algo que ela nem precisava explicar oq era.
O mais engraçado era que a filha de Camilly se divertia com a luta entre o soldados, gritava e apostava entre eles. Pryia preferia ficar sentada ao lado direito de Camilly, um lugar em destaque quase como um altar, com três poltronas confortáveis, Camilly estava ao meio, e havia uma poltrona vazia a sua esquerda. *

Narrador
Camilly:
*Encontrar Lei sem que tivessem uma direção seria uma tarefa árdua para os homens de Camilly e o par de klonks, já que eles não sabiam onde o barbudo estava. Havia todo um reino para verificar sem nenhuma pista concreta. Isto mudaria, entretanto, com a chegada de Jason. O jovem chegou ao castelo e observou todo aquele banquete preparado. Ordenou aos mortos-vivos que o acompanhavam para que permanecessem na entrada do castelo até segunda ordem. Ele procurou Camilly com o olhar no meio de todas aquelas pessoas e se aproximou, dando uma risada de deboche. Ao que parecia, o banquete serviu para melhorar o humor dele naquele dia.*
Quem diria! Você realmente tem um castelo e um exército, Camilly! Achei que estava mentindo todo este tempo! E ainda preparou um banquete em minha homenagem! Ora, estou lisonjeado! *Deu outra risada, pegando uma taça de vinho próxima e bebendo tudo em alguns goles. Limpou a boca com as costas da mão e passou a mão na bunda de uma das serviçais que passasse por ali. Depois fitou Priyanka, intrigado.* Hey, você me é familiar. Já nos encontramos?
-
-
Minami:
*Lei respirou fundo, juntando forças depois do que ela disse. Ele a fitou, dizendo.* Sim. Você está certa, Minami. Estaremos sempre juntos, incluindo ele. *Tocou a barriga dela novamente e depois observou ao seu redor. Parecia pensar com mais clareza agora.* Eles não são fracos, Minami, mas nós também não. Até acredito que podemos derrotá-los, mas não sairemos totalmente ilesos. Eles podem ferir o bebê.
*O barbudo olhou para o monastério.* Não teremos vantagem alguma em campo aberto e, por mais que odeie admitir, não podemos ir embora e deixar estes... monges indefesos. Vamos voltar para dentro antes que eles ataquem. Temos que avisar a todos no monastério e torcer para que eles saibam se defender minimamente.

Minami
- Não me parece uma boa ideia... Eles também cheiram mal. E aquele ex-soldado não guarda bons sentimentos de você. Talvez seja melhor fugir, não? Eles não poderão nos seguir... Eu acho.
*Olhou Lei e virou-se em seguida para o monastério. O cheiro de podridão a deixava enjoada, indisposta para quase tudo. Voltou a olhar Lei, insegura, sem saber exatamente que lado seguir.*
- O que acha melhor? São muitos e você disse que não são fracos. Vai ficar preocupado comigo, não vai se concentrar. Não quero te perder por isso. Prefiro perder... nosso... filho...

Camilly
*Camilly via Jason e não dizia absolutamente nada, apenas o deixava ele se instalar e então dizia*
C: Seja bem vindo, aliado... E por favor, respeite as mulheres da casa, elas não são todas mulheres...
*E então ela olhava Priya e respondia*
C: Receio que não, acho que nunca viu minha cunhada... Ou já?
*E Priya se manifestava*
P: Duvido muito... E além do mais, ele não tem cara de quem gosta de viajar para o Oriente. *E cada palavra saia de seus lábios com um certo ar de presunção e oegulho, enquanto por dentro ela tremia de medo, não havia esquecido de seu último encontro com Jason, ele a surrou e humilhou diante de toda Black Society e Lei não apareceu para salvá-la.
E então Jason ouvia uma voz infantil e uma coisa pequena passando por ele e pulando no colo de Camilly*
L: Mamãe, mamãe! Posso pegar mais dinheiro para apostar em William? Ele está indo muito bem! *E Camilly sorria e assentia com a cabeça, mas contava com a distração de Jason para não perceber que tinham os mesmo olhos. Os olhos de Lei, Jason e agora da pequena Lilla...*

Narrador
Camilly:
*Jason coçou o rosto, erguendo uma das sobrancelhas e fitando Priya. Ele aceitou a resposta dela por hora, mas ficava claro que continuava tentando buscar na memória de onde a conhecia. Quem bate pode não se lembrar, mas quem apanha sempre se lembra. Seus pensamentos foram cortados pela presença da pequena. Jason fitou ela e a mãe com surpresa, segurando sua segunda taça de vinho.*
"Mamãe"?? Hahahaha, não acredito! A poderosa Camilly Bella da Sociedade Negra é mãe de uma garotinha! Não quero nem saber quem é o pobre do pai! *Deu outra risada, dando mais um gole no vinho. Olhava para a pequena com certo desprezo. Ele odiava crianças. Em seguida ele voltou a assumir um tom sério, até mesmo ignorando a garotinha por hora.*
Então... Que notícias têm sobre meu pai? Vi uma patrulha sua saindo com dois klonks pelos portões. Devíamos acionar o morto-vivo que ainda está em campo primeiro, para saber se ele encontrou algo.
-
-
Minami:
*Lei olhou para o monastério novamente e de volta para os mortos-vivos, que ainda estavam parados, e respondeu.* Tem razão, ninguém neste lugar é confiável, mas isto não significa que podemos deixá-los para morrer. Mesmo que eles... Retornem depois. Se os mortos-vivos nos seguirem, eles se esquecerão do monastério, e isto seria bom para os monges, pelo menos.
*Lei fitou Minami novamente.* Lobinha, eu já perdi a conta de quantas vezes pedi desculpas a você por lhe colocar em perigo por causa do meu passado... Acho que já não adianta dizer, não é? Se ainda está comigo depois de todos esses anos, significa que já aceitou, portanto, não me desculparei mais. *Lei foi até o cavalo que havia pegado no caminho de volta para fora do monastério. Meteu a mão na bolsa de couro e retirou sua arma mágica. Caso Minami não tivesse levado sua espada consigo, Lei teria levado por precaução, e a pegaria também para entregar a arma a ela.*
*Ela já estando com a espada, ele a beijaria rapidamente.* Eu te amo e nunca vou me separar de você, neste plano ou em qualquer outro. Vamos mostrar para estas coisas podres que está na hora de nos deixarem em paz. Somos marido e mulher, mas também guerreiros veteranos forjados por mais de uma década no sangue e suor destas comarcas. Um bando de mortos-vivos não conseguirá nos matar.
*Ele tocou a barriga dela rapidamente.* E você, apenas observe e aprenda. Está começando suas aventuras mais cedo do que Hatsuko! *Voltou a fitar as criaturas.* Acha que conseguirá lutar melhor se os atrairmos para a floresta próxima?

Minami
*De fato não havia levado espada alguma. Lei havia falado que seria rápido e tranquilo, que voltariam no mesmo dia. A espada seria apenas um peso extra, pelo menos foi assim que pensou. Ao ver os mortos-vivos, entretanto, um frio percorreu sua espinha ao pensar que estava sem nada... Isso até receber a lâmina.*
- Está sempre mais preparado que eu... Acho que me acomodei a não lutar mais. - sorriu, lustrando um pouco a lâmina com a manga da roupa que usava - Vamos, não vai importar o lugar. Eles estarão sempre em vantagem. Vamos acabar logo com isso, Lei. Quero voltar para casa. Meus pés estão inchados e doem!

Camilly
*O olhar de desaprovação de Camilly com a piada de Jason foi evidente, e assim se manteve. A pequena Lilla olhaou aquele estranho e disse*
J: É mais do que óbvio que meu pai foi um grande homem, diferente de você que é só um serviçal da mamãe...
*E então mostrava a língua e corria se volta para perto da competição que estava tendo, Camilly olhava e abria um sorriso irônico e dizia, enquanto percebia Priya segurando o riso*
C: Rápida como a mãe, esperta como o pai... E a patrulha foi apenas ver como está oq sobrou de Terrania, mas pelo que Priya me disse, só ruínas e soldados desnorteados, sem sinal do seu pai. E a propósito, parabéns pelo novo bebê do seu pai, eu gostaria de visitá-los e levar uma lembrancinha, mas infelizmente eles podem estar todos mortos agora...

Narrador
Camilly:
*Jason murmurou em uma voz aguda e debochada, fazendo um "nhénhénhé", imitando a voz de Lilla enquanto a menina se afastava. Em seguida, fitou Camilly com surpresa.* Bebê?? Então terei um novo irmão? Ah, isto não é maravilhoso?? Mas, como diabos sabe disso?
*Antes que Camilly pudesse responder, Jason pareceu se desconcentrar por um instante. Colocou a taça em uma mesa próxima e permaneceu com os olhos fechados por alguns segundos. Em seguida, se virou para Camilly, dizendo em euforia.* Camilly! O outro morto-vivo localizou meu pai! É a nossa chance de pegá-lo!!
-
-
Minami:
Sim, sim... Claro, lobinha. *Respondeu Lei de imediato. Ele tinha mais medo de desagradar Minami grávida do que dos mortos-vivos. Afinal, ele sabia quem era mais perigoso ali. Ele ergueu o bastão que se expandiu magicamente em uma foice... Ou teria, se não tivesse travado no meio do caminho.* Argh! Eu preciso construir outra arma... Mas só depois que nosso filho nascer.
*Lei se moveu com Minami até o centro do descampado, afastando-se da entrada do monastério. Os mortos-vivos, naturalmente, se moveram, espalhando-se ao redor do casal, cercando-os. Lei gritou a eles.* Vocês não querem acertar o pé dela, confiem em mim, pessoal! Eu sei do que essa mulher é capaz quando está brava!
*Lei deu uma risadinha irônica.* Reconheço a maioria deles. E pensar que me serviam há apenas alguns anos. Eles não morrem, lobinha, apenas desaparecem. Mas você pode causar isto da maneira que quiser. Eu prefiro cortando a cabeça.

Minami
*A convivência com Lei e suas confusões terminava evitando que Minami "aposentasse" de vez a espada e as lutas. Não gostava de mortos-vivos, não gostava de monastérios. Queria sair dali o meus rapidamente possível, até para conseguir descansar. Precisava resolver coisas mais importantes, precisava que arrumassem uma casa, um lugar pra criança nascer, afinal.*
*Suspirou, sem responder a Lei sobre o melhor jeito. Não aguardou ataques, tomando a iniciativa contra um deles. Ainda lutava com eficiência, tendo tranquilidade para derrubar os mortos-vivos, um a um, com golpes até "graciosos", como se não se esforçasse para nenhum deles.*
*Em pouco tempo terminou, ainda a tempo de observar Lei terminar com os últimos. Quando já de novo em paz, falou a ele.*
- Vamos embora. Temos coisas mais importantes para resolver, Lei...

Camilly
Não vamos a lugar nenhum, e se sair daqui, não conte com os meus homens. *Camilly olhava Jason séria e então completava* Eu tenho um plano... se quiser, pode ir, mas não vamos agir agora...
*E então a pequena Lilla voltava e ouvia parte da conversa e dizia*
L: Mamãe, você já vai viajar de novo?
C: Não querida, claro que não...

Narrador
Camilly:
*Jason fitou Camilly descrente.* O quê?? Está louca?? Essa é a oportunidade perfeita! Temos que partir AGORA! *Supondo que ela faria nova recusa, Jason ainda tentaria convencê-la a partir, mas parou após alguns minutos. Ele se desconcentrou novamente, uma nova mensagem chegou em sua mente e ele disse em seguida.*
Ótimo! Os mortos-vivos foram derrotados! Perdemos a chance de pegar meu pai! Arrghh!! *Jason ficou furioso, dando um soco na mesa próxima que fez voar taças e pratos para todo lugar. Um dos objetos quase pegou em Lilla. O rapaz fitou Camilly, concluindo.* É bom este seu plano ser realmente muito bom, ou pagaremos muito caro pela sua recusa!
-
-
Minami:
*Um a um, os mortos-vivos se desintegravam ao receber golpes mortais. Eles possuíam habilidades e armas variadas, mas não foram páreos para a agilidade de Minami e destreza com a espada. Ao final, Lei estava ajoelhado ao chão, segurando a foice e ofegante. Havia vencido por pouco. Ele se levantou com dificuldade e respondeu à Minami.*
Sim, vamos... Vamos deixar este monastério por hora, mas quero retornar à ele em breve. Este lugar guarda muitos segredos e duvido que sejam de natureza boa. *Lei abraçou Minami fortemente e depois deu um beijo na barriga dela. Estava feliz que haviam sobrevivido. Ele montaria no cavalo que ficou na entrada do monastério e voltaria para Lagus, com Minami correndo ao seu lado em sua forma de lobo.*

Minami
*Minami observou um a um os mortos-vivos desintegrarem após serem atingidos por seus golpes, abaixando a lâmina da espada ao terminar com todos. Ainda teve tempo de ver como Lei havia tido tanta dificuldade em derrotar aquelas coisas. Ainda inclinou a cabeça.*
- Precisa parar de beber e voltar a treinar. Daqui a pouco EU terei que defender você! Grávida, com aquela barriga imensa!! - falou com Lei ainda brava.
*Entregou a ele a espada antes de retornar à forma lupina e correr até Lagus. Uma viagem cansativa, afinal. Tudo no mesmo dia...*

Narrador
Minami:
*Lei acabou concordando com Minami. Ela tinha razão. O hidromel e a falta de treino haviam deixado Lei lerdo e ineficiente. Ele prometeu a ela que iria treinar com afinco, por ela e pelo filho que estava vindo. Voltariam à Lagus e, no dia seguinte, teriam a reunião sobre a invasão em Domine Mathesis.*

Minami
*Minami voltou calada e passou a noite ainda mal humorada. O fato de ainda dormirem em um templo, sem privacidade alguma, a deixava ainda pior. Nunca achava gravidez uma boa ideia... Mas fazer o que se acontecia?! Aquela coisa incômoda, aquele peso extra.*
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